(TEXTO) A ética protestante e o espírito capitalista enquanto fatores culturais e não a seleção natural vem causando a supremacia destrutiva e genocida exercidas pela raça branca

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A  ética protestante e o espírito do capitalismo enquanto FATORES CULTURAIS e não a suposta seleção natural causaram e vêm causando a supremacia destrutiva, genocida, cientificista e técnica exercidas pela raça branca, sobre as demais raças. Esses FATORES CULTURAIS vêm causando também a destruição das condições de vida no planeta. Muita gente não sabe que Darwin (1809-1882) frequentou uma escola protestante na Inglaterra, e que ele estudou, mais tarde, na Universidade de Cambridge, fortemente influenciada pelo calvinismo, teologia Anglicana, isto é, calvinista. [Cf. Wikipédia – Charles Darwin – Visão religiosa https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Darwin]. Darwin “tinha pretensões de se torna um religioso, foi para Cambridge e depois de três anos, saía bacharel em Artes [teologia], continuando seus estudos para ser pastor”. [Cf. Biografia de Charles Darwin: https://www.ebiografia.com/charles_darwin/].

Sem margem de dúvidas, Darwin foi um teólogo anglicano, isto é, protestante, pois a religião anglicana e sobretudo a Universidade protestante de Cambridge estavam, na época dele e mesmo antes, tomadas pelo pior tipo de protestantismo, o calvinismo puritano. [Cf. Weber, M. A Ética protestante e o Espírito do Capitalismo, Livraria Pioneira Editora, 4ª edição, SP, 1985, p. 20].

Darwin enquanto teólogo já formado e cursando a disciplina de pastor e asceta protestante, assim trabalhou embarcado e exercendo pesquisa de campo, em ambicioso projeto religioso da comunidade protestante ligada às ciências, na Inglaterra. Porém, Darwin apresentou distúrbio, possivelmente de ordem psicológica: [Cf. Wikipédia – A viagem do Beagle: https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Darwin]. O referido projeto ambicioso foi chefiado e conduzido por um importante membro da comunidade teológica protestante, porém ligado às ciências, o teólogo e professor protestante chamado  John Stevens Henslow (1796-1861), da Universidade protestante de Cambridge. O objetivo desse projeto ambicioso visava, sobretudo, desviar da teologia protestante (a ética protestante e o espírito do capitalismo), da qual ele era adepto, a causa da notória supremacia destrutiva, genocida, cientificista e técnica exercidas por determinados segmentos da raça branca, em que eles estavam inseridos (Inglaterra), sobre as demais raças humanas. Tal projeto ambicioso também visava desviar da teologia protestante, a causa da destruição e devastação das condições de vida no planeta, que naquela época já era observada.

Outro aspecto do projeto da comunidade protestante chefiada por Henslow, na verdade consistiu em travestir esse projeto de natureza teológica, mas com aparência e terminologia científica, e assim dissimular a natureza teológica do projeto. Desse modo, a referida “comunidade científica” (protestante) produziu a teoria supostamente científica da seleção natural, também para encobrir o tipo de teologia que a originou: a ética protestante e o espírito do capitalismo. E mais, no projeto chefiado por John Stevens Henslow,  Darwim era um mero assistente, que o seu “tutor” (Henslow: orientador acadêmico) empregou na “pesquisa de campo”, e que na verdade visava, sobretudo, desviar dessa teologia, a causa da supremacia destrutiva, genocida, cientificista e técnica exercidas pela raça branca, sobre as demais raças e também na destruição das condições de vida no planeta. A ideologia da “seleção natural” teve origem e continua permanecendo, portanto, na teologia protestante, embora dissimulada com terminologia cientifica. Para melhor dissimulação, eles misturavam essa teologia com procedimentos na área da Geologia, Botânica, Zoologia, etc.

Na verdade, Darwin admite, TEXTUALMENTE, embora dissimuladamente nas últimas páginas do seu memorável livro A Origem das Espécies, a sua postura protestante calvinista, a  sua crença no deus (Mamon) dessa religião rica. Os ateus racistas não sabem disso, porque não pesquisam, apenas proferem verborreias através da internet. Darwin admite, de modo claro, textual e maquiavélico, a sua postura nada científica, mas sim religiosa, e atribui, hipócrita e maquiavelicamente, a esse deus racista da sua religião, a  ideologia racista da “seleção natural”, embora Darwin dissimula Mamon, por detrás do Deus Criador. Senão, vejamos Darwin: [NOTA: Darwin, Charles. A Origem das Espécies. E-book baseado na tradução de Joaquim Mesquita, médico e professor. Publicada por LELLO & IRMÃOS – EDITORES. 144, Rua das Carmelitas – Porto, ano 2003, p. 553.]

Certos autores eminentes parecem plenamente satisfeitos com a hipótese de cada espécie ter sido criada de uma maneira independente. A meu ver, parece-me que o que nós sabemos das leis impostas à matéria pelo CRIADOR concorda melhor com a hipótese de que a produção e a extinção dos habitantes passados e presentes do Globo são o resultado de causas secundárias, [seleção natural] tais como as que determinam o nascimento e a morte do indivíduo.”

Ora, Henslow e demais teólogos e pastores protestantes sabiam, muito bem, que as “causas secundárias” que vinha produzindo a destruição das condições de vida no planeta, e a dominação, exploração econômica e o extermínio das espécies, na verdade vinham sendo produzidas pelos arianos da Europa Ocidental, em foco os da Inglaterra. Eles sabiam, ainda muito bem, que todas essas monstruosidades eram, na verdade, de natureza cultural. Mais precisamente, eram produtos das suas crenças, ou seja, eram produtos da ética protestante, do seu maldito espírito do capitalismo e das práticas correspondentes.

Tais teólogos e pastores sabiam, que todas as referidas monstruosidades consistiam em “leis impostas à matéria pelo seu “criador”, isto é, Mamon, o deus do dinheiro e das riquezas, e em razão disso, a Inglaterra era considerada, naquela época, como a “senhora dos sete mares”, e a principal e mais rica potência e império global (Império Britânico).  Porém, Darwim se refere, literalmente e com inicial maiúscula, ao Criador, para passar a falsa ideia de que ele adoraria, enquanto um bom teólogo e pastor protestante calvinista, ao Deus Criador segundo a cultura judaico-cristã, que também é concebido como o Deus Pai de Jesus. Pois, Lutero e Calvino forjam e todos seus seguidores continuam forjando doutrinas baseadas na ética protestante, e dizem, falsamente, para enganar, seduzir e submeter ideologicamente a vitimada ovelha-robô,  que essas doutrinas derivam do sentido original da doutrina de Jesus.