O Evangelho de Tomé – Artigos

Relação dos artigos pertinentes ao livro (em andamento) O Evangelho de Tomé

10 minutos A reação dos primeiros porcos da patrística contra o Evangelho de Tomé (Item 5) Antes de mais nada, vocês precisam se transformar, e mudar o entendimento que tinham acerca de Jesus. Entendimento, melhor diria, asneiras essas que desde os primeiros porcos da patrística católica vêm sendo incutindo, há dois mil anos, nas pessoas. Entendimento esse que desde Lutero e Calvino, os primeiros porcos da teologia e pastores protestantes seguidos dos evangélicos também vêm incutindo, há quinhentos anos, nas suas ovelhas-robô. Todos esses Continue

menos de 1 minuto O campo objetivo (ações sociais) da conduta individual ou campo “fora de vós” O indivíduo que pratica a psicologia ensinada pelo Mestre e transmitida por Tomé, então, abre para si, a possibilidade de sair do estado de “Ilusão”, “pobreza” (intelectual) ou “morte” (alienação). Desse modo, ele pode se libertar, deixando de ser manipulado, a partir do “exterior” (fora de vós), nas interações sociais significativas, por outros indivíduos, mormente por ideólogos (sacerdotes, teólogos, filósofos, etc.) ou mesmo por contingências. Neste sentido, Continue

menos de 1 minuto Vejamos os dois principais motivos, que levaram os patriarcas da Igreja a sumirem com todos os exemplares do Evangelho de Tomé. Em primeiro lugar, é preciso entender que Jesus concebe como o único meio, que viabiliza transformar efetivamente a sociedade, para uma forma mais justa e fraterna, precisamente a transformação de suas unidades mínimas componentes, isto é, os indivíduos. Torná-los autoconscientes, auto-diligentes e dotados de consciência social crítica e transformadora. Mas, amorosos, fraterno, etc., e ativamente atuantes, pacificamente, no sentido Continue

menos de 1 minuto Introdução  O livro que se convencionou chamar de Evangelho de Tomé, desde há quase dois mil anos estava sumido. Qual o motivo disto? Vamos explica, mais adiante. Um exemplar desse livro foi descoberto em 1945, nos arredores da cidade de Nag Hammadi, no Alto Egito, e foi catalogado como o mais importante dos textos, da assim chamada Biblioteca de Nag Hammadi.[1] Estudiosos têm proposto como datação desse livro, datas tão cedo como 40 ou tão tarde como 140, dependendo de Continue