2016

menos de 1 minuto No livro Apocalipse (cf. Ap 16, 13-5), Jesus alude ao dramaturgo Aristófanes e sua tragédia chamada As Rãs, cuja primeira encenação ocorrera em 405 a.C. e consistiu no marco do fim do Período Clássico ou Idade Áurea (séculos VI-IV a.C.), e por extensão, fim também da Civilização Helênica. Pois, no ano seguinte (404 a.C.), Esparta conquistara Atenas, que nunca mais se ergueu. E, logo adiante, Alexandre o Grande marcou o início da Civilização Macedônia ou Helenística, caracterizada mela mescla da Continue

menos de 1 minuto Desde ao início da Idade moderna, com a ascensão da ética protestante, o espírito do capitalismo e da respectiva cultura material, a partir de cerca de 1500, após cada ciclo de crise econômica seguida de guerra entre países integrantes do centro dinâmico do sistema capitalista, advinha um período de crescimento econômico. Foi assim na crise de 1898, a guerra de 1914 e o crescimento econômico que se sucedeu. situação análoga ocorreu com a crise de 1929, a 2ª guerra mundial Continue

menos de 1 minuto Conheça a teoria da genealogia de Adão, que aborda a sócio-história, pela perspectiva do muito longa duração. Ela ajuda a esclarecer alguns aspectos acerca de transformações sócio-históricas, ao longo de cerca 5 mil amos. Isto é, tanto as mais remotas como as relativamente mais recentes. A tal teoria abarca, também, a época que nos é contemporânea, e ajuda a esclarecer as graves e prolongadas transformações pelas quais estamos passando, e a que estão ainda por vir. Por exemplo, desde ao Continue

menos de 1 minuto A interação entre as noções de história em muito longa duração, ciclos históricos, estrutura dominante e de sócio-história são relativamente recentes, e estava voltada para o desenvolvimento de uma teoria da história, que não foi alcançado. Entre outros, Fernand Braudel, Hans Gerh e Wright Mills contribuíram, em meados do século passado, para o desenvolvimento dessas noções. O aspecto recente desse desenvolvimento, por um lado, e a forma alegórica hermética como a teoria da história foi registrada, nos primeiros capítulos do Continue

menos de 1 minuto Moisés saiu do Antigo Egito cerca de 1250 a.C., com ex-escravos que libertara do Egito. Ele carregava consigo uma teoria da história revolucionária, escrita em tipo hieroglífico, através das formas e disposições tanto das mobílias como do próprio Tabernáculo. Ele a ensinou, durante os 40 anos no deserto, a alguns iniciados seus, e pretendia estabelecer o Tabernáculo na Palestina, para dar continuidade aos ensinamentos. Mas, Moisés morreu, possivelmente assassinado, ainda no deserto, e a direção do Tabernáculo foi usurpada por Continue

menos de 1 minuto Moisés saiu do Antigo Egito cerca de 1250 a.C., com ex-escravos que libertara do Egito. Ele carregava consigo uma teoria da história revolucionária, escrita em tipo hieroglífico, através das formas e disposições tanto das mobílias como do próprio Tabernáculo. Ele a ensinou, durante os 40 anos no deserto, a alguns iniciados seus, e pretendia estabelecer o Tabernáculo na Palestina, para dar continuidade aos ensinamentos. Mas, Moisés morreu, possivelmente assassinado, ainda no deserto, e a direção do Tabernáculo foi usurpada por Continue

menos de 1 minuto Nietzsche afirmou, textualmente, em seu livro “O Anticristo- Maldição do Cristianismo” (parágrafo 42), que Paulo de Tarso era um falsário odioso, porque adulterou o sentido original tanto da vida pública revolucionária como da doutrina do Jesus Histórico. O objetivo de Paulo foi a criação da sua igreja pseudocristã, para “tiranizar as massas, transformando-as em rebanhos”. Assim, os sacerdotes retomaram o poder. Logo a seguir, Nietzsche afirma que Maomé plagiou esse modo de Paulo proceder, para criar a igreja maometana. No Continue

menos de 1 minuto Segundo a perspectiva sócio-histórica em muito longa duração, o modelo do movimento revolucionário desencadeado pelo Jesus Histórico e prosseguido pelos Apóstolos e seus fiéis sucessores, era de natureza igualitária, fraternal e pacifista, e notadamente constituído por núcleos comunais, estrategicamente descentralizados. Modelo esse que atuou contra o modelo hierarquizado e autoritariamente centralizado, tanto próprio do Império Romano como das instituições sociais religiosas daquela época, e que atuou, em particular, contra o bloco hegemônico judeu (fariseus e saduceus). Desse modo, a referida Continue

menos de 1 minuto Introdução Nietzsche sacou, genialmente, quem foi o mentor de Maomé, qual o caráter desse mentor e o modo dele operar. Antes de adentrarmos neste ponto, resumidamente traçaremos, segundo a sócio-história em muito longa duração, a genealogia dos sucessivos Estados, que se desenvolveram, como uma reação em cadeia. Para combater e neutralizar, especificamente, o revolucionário movimento social igualitário, descentralizado, anti-hierárquico, etc., que o Jesus Histórico houvera desencadeado, e seus Apóstolos deram prosseguimento. Vejamos o quadro geral dessa reação em cadeia e Continue

menos de 1 minuto Neste artigo, vamos tratar de apenas um tema, que é fundamental, e que teve o Antigo Egito como objeto de estudo e de elaboração de teorias. Trata-se da noção de História em tempo muito longo. Inscreva-se em nosso canal no Youtube, para conhecer outros segredos pertinentes aos conhecimentos, que Jesus chamou de “Cântico de Moisés, o servo de Deus” (cf. Ap 15, 3-a). Vamos dar, resumidamente, algumas explicações acerca do contexto mais amplo, em que os temas desta palestra estão Continue