(TEXTO) Jeremias precursor da inteligência emocional Parte 1 e 2

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(TEXTO) Jeremias precursor da inteligência emocional P. 1: Críticas ao templo; conduta individual transformada como casa de Deus

   Jeremias nasceu por volta de 650 a.C.. Ele combateu as elites judaicas podres e corruptas, antes e durante Jerusalém e o seu templo-edifício serem destruídos, e a nata podre da sociedade ser levada cativa para Babilônia, cerca de 586 a.C.

Jeremias era considerado o segundo dos quatro maiores profetas do Antigo Testamento, e muito bem conceituado, até mesmo pelos judeus contemporâneos a Jesus. Alguns dos quais “pensaram que Jesus fosse a volta de Jeremias”, conforme o exegeta da Bíblia esclarece  (Mt 16, 14):[1]

Seu nome significa ‘Deus restabelece’ e se considera Jeremias como o profeta mais semelhante a Cristo, bondoso, compassivo e dotado de uma personalidade simpática. Pensaram alguns contemporâneos de Cristo que ele fosse (a volta de) Jeremias (Mt 16, 14) (…) segundo a tradição, morreu apedrejado”.

Críticas ao templo; o indivíduo como casa de Deus e como conjunto complexo de conduta

Jeremias precedeu Jesus em exaltar a conduta objetiva ou ações (transformada, convertidas) de cada indivíduo, como o “lugar” apropriado, para este demonstrar sua devoção a Iahweh, o Deus do amor, do direito e da justiça, o mesmo Deus que Jesus chama de Pai.

Jeremias exaltou a conduta do indivíduo, quando transformada ou convertida, para o modo justo e fraterno,  como o âmbito ou “local” em que o Deus Iahweh pode e quer habitar. Isto, em contraposição ao templo-edifício dos sacerdotes e teólogos ladrões, e em contraposição também, aos indivíduos de conduta hipócrita, desonesta,  egoísta, e coisas desse gênero.

Jeremias foi da estirpe dos grandes profetas individuais. Ele também acusara os sacerdotes-serpentes, os respectivos “escribas” (teólogos) e os falsos profetas, de supervalorizarem, indevida e falsamente, diante dos adoradores de Iahweh, o templo-edifício de Jerusalém. Supervalorização esta que tinha por objetivo submeter ideologicamente os devotos de Iahweh, transformando-os em ovelhas alienadas e fiéis aos referidos sacerdotes e teólogos.

O objetivo final da supervalorização do templo-edifício feita pelos teólogos e sacerdotes consistia, na verdade, em os sacerdotes e teólogos subtraírem valores (dízimos, doações, etc.) desses fiéis. Enfim, os antigos teólogos e sacerdotes hebreus procediam do modo sujo e desonesto, como procedem os teólogos e sacerdotes atuais, ao exemplo do clero evangélico, católico, protestante e outros.

Jeremias denunciou, abertamente, todo o clero (teólogos, sacerdotes e falsos profetas) hebreu da sua época, como constituído de indivíduos hipócritas, desonestos e podres. O grande profeta individual em tela alertava os devotos de Iahweh, contra a supervalorização indevida do templo-edifício de Jerusalém.

O referido profeta ainda alertava os fiéis, que a supervalorização do templo-edifício visava dissimular o fato de que o Deus de Israel considerava, verdadeira e efetivamente, de grande importância, e bom para o indivíduo, a transformação da conduta individual.

Ou seja, cada indivíduo deveria, antes de tudo, transformar ou converter suas ações sociais, isto é, sua conduta objetiva de natureza hipócrita e alienada. Cada indivíduo deveria transformar e voltar suas ações sociais, nas relações sociais com seus próximos (relações face a face), mas voltando suas ações sociais para a edificação de justiça social, para a fraternidade, para a caridade, para a honestidade, e coisas do gênero.

É notável como as criticas desfechadas por Jeremias, contra os indivíduos da sua época, também se adéquam aos indivíduos da atualidade, notadamente com relação aos indivíduos religiosos, tanto aos indivíduos do clero como aos leigos.

Jeremias já conhecia, de certa forma, aquilo que se convencionou rotular, hoje, de “inteligência emocional“.[2] Nesse sentido, note que ele emprega, metaforicamente, a ideia de “coração“, como fator emocional ou sentimental e também como campo “interior”, isto é, subjetivo do indivíduo. Jeremias considerou o campo interior ou subjetivo do indivíduo, como sendo a sede do “coração” (fator afetivo).

o profeta Jeremias considerou o “coração” (fator afetivo) enquanto fator determinante, na conduta individual. Fator determinante esses que se manifesta a partir do campo “interior” no sentido de “subjetivo”, do modo do indivíduo operar, ainda nesse campo subjetivo, o seu modo de pensar, ou seja,  sua inteligência.

   Assim, o indivíduo se conduz, em suas ações práticas sociais objetivas, nas interações sociai, que no caso focalizado pelo profeta, na realidade se refere às condutas objetivas ou ações sociais dos indivíduos do seu povo. Condutas essas que Jeremias afirmou que eram de natureza rebelde, caluniadora, depravada.

Observe, ainda, que Jeremias atribuiu ao fator emocional ou afetivo, metaforicamente representado na figura do “coração”, a condição de fator determinante. Porém, ele focalizou o caso do modo “duro” de “coração“, isto é, de sentimentos. Quer dizer, “coração” ou sentimentos de ordem odiosa. Assim, Jeremias deixa subtendido, mas claramente, que o modo duro de coração é distinto e oposto, ao modo que poderíamos chamar de “coração mole“, ou seja, no coração amoroso.

Conclusão, o modo “coração duro” dos indivíduos do seu povo é que causa o modo de condutas objetivas ou ações sociais de natureza rebelde, caluniadora, depravada, que Jeremias viu na conduta dos indivíduos do seu povo. O modo coração mole motivaria ações sociais fiéis a  Iahweh, o Deus do amor, do direito e da justiça. Isto é, motivaria ações sociais com outros indivíduos, mas de natureza franca, honesta, fraterna e coisas do gênero. Vejamos o texto em tela.

“Qual experimentador de metais, coloquei-te entre meu povo, para que lhe conheças e examineis a conduta. São rebeldes entre rebeldes, caluniadores, depravados e de coração duro como o cobre e o ferro (…) Chamai este povo de ‘moeda falsa’, pois Deus o rejeitou” (Jr 6, 27-28, 30).

Jeremias denunciou os teólogos e sacerdotes, devido ao fato deles não exaltarem que Iahweh considerava, na verdade, como sua casa, apenas o modo de conduta individual motivada por “coração mole”, isto é, amoroso, que motiva ações sociais correspondentemente fraternas, honestas, justas, etc.

O referido grande profeta individual alertou os indivíduos do seu povo, que o Deus do amor, do direito e da justiça desejava, na verdade, não a exaltação do templo-edifício. Mas, sim, que os indivíduos do povo transformassem seus respectivos modos duros de coração, e que passassem a adotar o modo “mole” (amoroso) de coração, e assim transformassem também, as condutas de natureza injusta, rebelde, caluniadora, depravada.

Bem ao contrário ao que Iahweh desejava, os teólogos e sacerdotes divulgavam, com grande alarde e reiteradamente, a falsa ideia de que a principal obrigação dos devotos de Iahweh seria considerar o templo-edifício de Jerusalém como coisa de muita importância. E, frequentá-lo assiduamente, concebendo-o como casa de Deus, e, sobretudo pagar dízimos, levar oferta e comparecer nos rituais satânicos nele oficiados por sacerdotes e teólogos. Vamos ao texto em questão:

“Eis o que diz o Senhor dos exércitos, o Deus de Israel: Reformai vosso procedimento e a maneira de agir, e eu vos deixarei morar neste lugar. Não vos fieis em palavras enganadoras, semelhante a estas: ‘Templo do Senhor, templo do Senhor, aqui está o templo do Senhor’. Se reformardes vosso costume e modo de proceder, se verdadeiramente praticares a justiça; se não oprimirdes o estrangeiro, o órfão, a viúva; se não espalhardes neste lugar o sangue inocente e não correrdes, para vossa desgraça, atrás dos deuses alheios, então permitirei que permaneçais neste lugar… ” (Jr 7, 3-7-a).

Jeremias transmitiu esse oráculo de advertência, certamente depois de 597 a.C, quando Nabucodonosor conquistou Jerusalém, e fez a primeira deportação, de apenas uma parte dos seus habitantes, para Babilônia. Mas, antes da segunda deportação e destruição de Jerusalém e do templo-edifício ocorridas em 587 a.C.[3] Templo esse que o profeta Jeremias considerava um “covil de ladrões” (cf. Jr 7, 11). Pairava, portanto, nessa ocasião, sobre o povo hebreu, a ameaça do rei Nabucodonosor (do império Babilônico) destruir de vez Jerusalém e levar o povo cativo para a cidade de Babilônia, capital desse império. É em alusão a tal ameaça, que Jeremias disse: “então permitirei que permaneçais neste lugar”.

Os indivíduos tanto das elites como da massa popular estavam dotados, renitentemente, de “coração duro”. Assim, eles continuavam motivados a praticas injustas: opressão de estrangeiro, de órfão, da viúva; espalhar o sangue inocente. Jeremias considerava que esse modo de conduta, assim favorecia aos males, que os grandes impérios daquela época vinha provocando sobre a sua nação.

Jeremias ficou admiradíssimo, em razão de apesar tanto das reiteradas advertências feitas por Iahweh, o Deus do amor, do direito e da justiça, que Jeremias transmitia, apesar também dos referidos males, os indivíduos se recusavam a  transformarem tanto o coração duro, no seu campo interior ou subjetivo como as respectivas ações sociais injustas e sanguinárias. Vejamos o texto:

“…Procurai nas praças, vede se nelas encontrais um homem, um só homem que pratique a justiça e que seja leal; então eu perdoarei a cidade. Mesmo quando juram: ‘Pela vida de Deus!’ É para prestar falso juramento. [Jeremias indaga:] Senhor, não se compraz o vosso olhar em contemplar a lealdade? Vós os abateis, e recusam aceitar a correção. Mais duro que o rochedo, apresentam o semblante, recusando transformar-se converter-se. E a mim mesmo eu dizia: são apenas vulgares e insensatos, porque não conhecem os caminhos do Senhor, a lei do seu Deus” (Jr 5, 1-b-4).

 

Jeremias precursor da inteligência emocional P. 2: Exaltação da ética da responsabilidade individual e da transformação individual

Jeremias combateu as elites judaicas corruptas e perversas, antes e durante Jerusalém e o seu templo-edifício serem destruídos, e a nata podre da sociedade ser levada cativa para Babilônia, cerca de 586 a.C.

Jeremias era considerado um dos mais importantes profetas do AT, alguns dos contemporâneos de Jesus pensaram que Jesus fosse a volta de Jeremias” (Mt 16, 14); segundo a tradição, esse grande profeta individual morreu apedrejado”

Jeremias definiu, claramente, a noção de ética da responsabilidade pessoal. Ou seja, cada indivíduo escolhe, delibera executar e é, na sua vida diária, responsável por suas ações, e pelas conseqüências delas advindas:

“Então, não se dirá mais: ‘As pais comeram uvas verdes, prejudicados ficaram os dentes dos filhos’, mas, cada qual morrerá em razão do próprio pecado, e se alguém comer uvas verdes, serão atingidos os próprios dentes”. (Jr 31, 29).

No mesmo sentido, Jeremias prossegue:

“Ah! Senhor JAVÉ, fostes vós que fizestes o céu e a terra com a força de vosso braço. Nada vos é impossível. Concedeis vossos favores a milhares, e [não] castigais os filhos por causa dos pecados dos pais, Deus grande e poderoso que tendes o nome de JAVÉ dos exércitos. Sois grande em vossos desígnios, poderoso em vossas realizações, e vossos olhos se acham abertos para todos os destinos dos homens, a fim de retribuir a cada um de acordo com seus atos e os frutos dos seus atos  ” (Jr 32, 17-19).

O grande profeta individual recomendava ao indivíduo a sua transformação individual. Ele já conhecia, de certa forma, aquilo que se convencionou rotular, hoje, de “inteligência emocional“. Nesse sentido, note que ele emprega, metaforicamente, a idéia de “coração“, como fator emocional ou sentimental, e determinante na conduta do indivíduo.

   Jeremias considera que o fator emocional consiste em determinante básico do modo como se manifesta o pensamento, e obviamente a inteligência. Ele recomenda ao indivíduo “limpar” o seu fator emocional, para assim limpar o pensamento e a inteligência. Ora, essa concepção consiste, basicamente e de modo resumido, na noção de inteligência emocional, que hoje se encontra em voga.[4]

Jeremias empregou a noção de “coração” como metáfora de campo subjetivo da conduta individual, mais especificamente como sede dos sentimentos (maus; bons, etc.), e dos respectivos valores. Os quais condicionam, ainda no campo subjetivo da conduta individual, o pensamento (fator cognitivo: entendimento, inteligibilidade, as linhas lógicas de raciocínio), a vontade e os propósitos. Assim, o “coração” representa, de modo geral, a sede de sentimentos e respectivos valores. O “coração” que esteja, eventualmente, sob a predominância de sentimentos e respectivos valores maus, produzirá ou “abrigará” linhas lógicas de pensamentos e de inteligência de modo correspondente, isto é, produzirá pensamentos e inteligência maus ou “funestos”, conforme consta no texto pertinente..

Jeremias recomendou, então, a cada indivíduo seu contemporâneo em Jerusalém, a sua autotransformação. Ou seja a ação diligente e subjetiva, voltada para “limpar” o “coração” (sede dos sentimentos e valores), isto é, conter e/ou eliminar os sentimentos de ordem odiosa, má ou sentimentos de “maldade”. Pois, assim o indivíduo estaria limpando, também, os pensamentos e a inteligência de ordem “funesta”, conforme Jeremias prefere, no texto em tela, chamar os pensamentos maus. Ele deixa subtendido, que os sentimentos de maldade devem ser substituídos por sentimentos bons, ou seja, de ordem amorosa ou fraterna.

O referido profeta considerou, note bem, o tipo de ação ou prática diligente, que ele chamou de “limpar” o “coração”, como ação ou prática de natureza subjetiva, e voltada para a transformação ou conversão do indivíduo. Tipo de ação ou prática diligente essa que se realiza, ainda somente no campo subjetivo da conduta individual, como o meio efetivo do indivíduo se transformar e assim se salvar:

“Jerusalém, limpa o coração da maldade, a fim de que consigas salvação, até quando abrigarás no coração pensamentos que te são funestos?” (Jr 4, 14).

Jeremias considerou que a conduta subjetiva do indivíduo motiva a conduta objetiva, isto é, o procedimento, os atos, enfim, as ações sociais ou frutos deste mesmo indivíduo. Mas, o fruto é motivado pela respectiva ordem de sentimentos. Assim, os sentimentos maliciosos ou de ordem má produzem, conseqüentemente, procedimentos, atos, frutos ou ações más.

Jeremias considerou, ainda, que as ações más e injustas exercidas pelos indivíduos de Judá, redundaram, em modo de punição aplicado por Iahweh, através da invasão e destruição das cidades de Judá, pelas tropas de Nabucodonosor. Nessa direção, Jeremias disse:

“Assaltantes chegam de terra longínqua, lançando clamores contra as cidades de Judá (…) por se haver ela revoltado contra mim – oráculo do Senhor. E o teu proceder, são os teus atos que acarretam estas desgraças. Eis o fruto de tua malícia, uma amargura que te fere o coração (…) Está louco o meu povo; nem mais me conhece. São filhos insensatos, desprovidos de inteligência, hábeis em praticar o mal, incapazes do bem”. (Jr 4, 16-b, 17-b-18, 22).

Ainda no mesmo sentido, Jeremias acrescenta:

“Por que perdeu-se esta terra, queimada como o deserto, por onde ninguém mais passa? É, diz o Senhor, porque abandonou a lei que lhe havia proposto, porque não escutou, nem seguiu a minha voz, mas sim os pendores de seu coração empedernido…” (Jr 9, 11-b-13-a).

Enfim, Jeremias concebia o indivíduo como um conjunto complexo de conduta, em que o campo subjetivo (sentimentos, valores, pensamentos, inteligência, linha lógica de raciocínio, propósitos, etc.) da conduta motiva o campo objetivo (ações, prática, obras ou fruto) deste mesmo indivíduo. Desse modo, Ele sabia que os frutos ou ações objetivas consistem em indícios físicos, que são subjetivamente indicados pelo “coração”.

Em outros termos, diria Jesus: “pelos frutos se conhece a árvore”. (Mt 12, 33-34). Ou seja, os tipos diferentes de ações objetivas (boas, más, etc.) indicam, no campo subjetivo da conduta deste mesmo indivíduo, os respectivos gêneros (boas, más, etc.) de sentimentos, valores, pensamentos e intenções, que motivaram àquelas ações ou frutos. Jesus desenvolveu a noção de conjunto complexo de conduta, por diversos aspectos, conforme mostraremos em outros trabalhos. Vejamos Jeremias:[5]

“Nada mais ardiloso e irremediavelmente mau que o coração. Eu, porém, que sou o Senhor, sondo os corações e os rins a fim de recompensar a cada um segundo o seu comportamento e os frutos de suas ações” (Jr 17, 9-10).

Resumo. O profeta Jeremias definiu a noção de ética da responsabilidade individual, e conhecia, ao seu modo, o que se convencionou rotular, hoje, de “inteligência emocional”.  Ele empregou, metaforicamente, a ideia de “coração”, como fator emocional ou sentimental e também como campo subjetivo do indivíduo. Esse profeta considerou o campo interior subjetivo, como sendo a sede do “coração” (fator afetivo). Ele considerou o “coração” (fator afetivo) como determinante, na conduta individual, do modo do indivíduo operar, ainda nesse campo subjetivo, o seu modo de pensar, ou seja,  sua inteligência, e também do modo das ações sociais desse mesmo indivíduo.

 

[1].  Bíblia Sagrada – Dicionário prático de cultura católica, bíblica e geral (Adendo). Tradução do Padre Figueiredo, A. P., Edição Barsa, Rio de Janeiro, 1971, p. 143.

[2] Cf. Goleman, Daniel. Inteligência Emocional – Por que ele pode ser mais importante que o QI – A teoria revolucionária que redefine o que é ser INTELIGENTE. Editora Objetiva, Rio de Janeiro, 2007, p 11.

[3] Cf. Bíblia de Jerusalém – Introdução a Jeremias, p. 1240.

[4] Cf. Goleman, Daniel. Inteligência Emocional – Por que ele pode ser mais importante que o QI – A teoria revolucionária que redefine o que é ser INTELIGENTE. Editora Objetiva, Rio de Janeiro, 2007, p 11.

[5] . Cf. O “corpo todo” (indivíduo como totalidade) e suas partes – o caminho ou método analítico: corpo subjetivo – corpo objetivo (Mt 5, 27-30)  (Art. 15, 4.2., p. 82-88) http://tribodossantos.blogspot.com.br/2012/10/o-caminho-ou-metodo-analitico-ensinado.html