(TEXTO) O profeta Isaías fez críticas que se encaixam nas elites brasileiras

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ISAÍAS no Brasil: críticas sociais aplicáveis às elites brasileiras corruptas e violentas

Olá, meu nome é Francisco, quero mostrar a você uma coincidência impressionante. A nação brasileira está, amaldiçoada, pelos falsos deuses dos teólogos e sacerdotes pseudo cristãos evangélicos, católicos, protestantes e outros tanto desse gênero como de outros gêneros de ideólogos.
Uma enorme coincidência ocorre, de um lado, com as críticas feitas pelos grandes profetas individuais, ao exemplo de por Isaías, e do outro, o estado contemporâneo da nação brasileira. Ou seja, assim como Isaías enfatizou que o povo hebreu estava afastado de Iahweh, o Deus do amor, do direito e da justiça, que é o mesmo Deus que Jesus chama de Pai, o povo brasileiro também está afastado desse Deus Pai.
O que é pior, é que a nação brasileira está amaldiçoada por deus! Mas, pelos deuses dos teólogos, sacerdotes e falsos profetas das religiões pseudo cristãos evangélicas, católica, protestantes e outras desse gênero. Um sinal evidente dessa maldição e desse afastamento, é que em tudo de ruim, a nação brasileira está entre os primeiros colocados.
A maldição e o afastamento da nação brasileira em relação ao Deus do amor, do direito e da justiça, que é o Deus que Jesus chama de Pai, na verdade tem um motivo obvio. essa maldição e esse afastamento decorrem do povo brasileiro estar intimamente aproximado aos falsos deuses dos teólogos, sacerdotes e falsos profetas das religiões pseudo cristãos evangélicas, católica, protestantes e outras desse gênero. Cujo seu deus é Mamon, o deus do dinheiro, das riquezas, e a Belzebu, o deus das moscas..
Os teólogos, sacerdotes e falsos profetas das religiões pseudo cristãos evangélicas, católica, protestantes adoram, também o deus Belzebu, que é o deus das moscas. Porque esses teólogos e sacerdotes são como moscas, pois eles vivem das “feridas” das pessoas. Isto é, os teólogos, sacerdotes e falsos profetas das religiões pseudo cristãos evangélicas, católica, protestantes vivem e tiram seus fartos sustentos das dificuldades e dos sofrimentos, que as pessoas estejam passando, prometendo-lhes falsos lenitivos.
Jesus nos alertou para esse tipo de maldição e de afastamento em relação ao Deus do amor, do direito e da justiça, que é o mesmo Deus que Jesus chama de Pai, quando ele disse:
Único de Mateus: “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus [Pai] e à Mamon, o deus das riquezas.” (Mateus 6, 24)

Aproveito a oportunidade para convidar você, para participar da comunidade Novo método de interpretação da realidade histórica, e também da comunidade Tribo dos Santos, que, no Facebook. Onde podemos trocar idéias acerca dos grandes profetas individuais, e outros temas igualmente importantes. Convido você também para outra comunidade que também estou iniciando, que trata de um novo método de interpretação da realidade histórica, que desenvolvi, e que estou iniciando a apresentação de vídeoaulas pertinentes.Eu gostaria de contar com a tua participação.
Venho apresentando uma série de vídeos palestras on-line. Em cada vídeo dessa série, focalizo um dos grandes profetas individuais, que precederam e prepararam as críticas, ou melhor, a revolução cultural e respectivas práticas empreendidas pelo Jesus Histórico. Jesus foi o último e o maior dos grandes profetas individuais.
Por um aspecto, tal revolução foi empreendida pela libertação dos indivíduos em geral. Pois, os ideólogos hegemônicos (bloco ideológico: sacerdotes, escribas, sábios judeus, etc.) mantinham, também, os indivíduos da massa popular como que “mortos” (alienados), submissos ideologicamente e explorados economicamente. Desse modo e com estes objetivos, os ideólogos colaboravam e se aliavam às elites políticas, jurídicas e econômicas.
Por outro aspecto, tal revolução fora empreendida contra os referidos ideólogos, com a finalidade de desmascará-los diante das pessoas simples do povo, e de neutralizar a dominação ideológica e a exploração econômica que eles exerciam sobre esse povo.
É oportuno lembrar, ainda, que tanto o contexto social, político, econômico e cultural marcado por aviltantes corrupções e violências como os modelos das críticas desfechadas pelos grandes profetas individuais contra as elites hebraicas, na realidade encontram analogias no mundo pós-moderno.
O Brasil é um exemplo típico dessas analogias. Aqui, impera a grande concentração de riquezas nas mãos de poucos, isto é, a exploração econômica perversa acompanhada de violência sobre os menos favorecidos. Aqui as elites impõem ao povo a mídia modelo globo de vandalismo cultural; a “nova catequese de natureza positivista-cientificista” (sistema de ensino alienante), Tais elites operam com os perversos mecanismos de produção e administração da violência, como meio de moldagem de conduta, controle e mobilização social. Os teólogos e sacerdotes hipócritas e desonestos de religiões alienantes dominam, ideologicamente, e exploram economicamente suas ovelhas-robô. etc.
Este é o modelo de cultura das elites portuguesas ladras e assassinas, que invadiram Pindorama, isto é, as terras dos índios. Modelo de cultura este transmitido aos seus sucessores, ou seja, as elites brasileiras portuga-descendentes. Pedro II o rei-filósofo-racista iniciou o processo de europeização (roubo) das terras dos índios. Muitos elementos originários dessa europeização (roubo) foram cooptados e assumiram os valores perversos das elites brasileiras portuga-descendentes.
É impressionante a analogia entre três diferentes contextos históricos:
1. Nos contextos histórico em que os grandes profetas individuais (Amós, Oséias, Miquéias, Isaías, Sofonias, Jeremias, Jeremias, Ezequiel, etc.) atuaram, cada qual em sua época, eles aplicaram determinados modelos de críticas, contra as respectivas elites corruptas do povo hebreu. Cada um desses grandes grupos de elites podem ser chamados de blocos históricos.
Os segmentos sociais integrantes desse bloco histórico são: 1. O grupo de ideólogos hegemônicos hipócritas (bloco ideológico: escribas, sacerdotes e falsos profetas) na moldagem da opinião pública; 2. O rei (liderança política) e seu corpo burocrático, notadamente os juízes) todos eles corruptos; 3. As lideranças econômicas desonestas. Esses segmentos das elites se aliavam, e assim dominavam, de modo violento e também ideológico, para explorar economicamente a massa pobre trabalhadora;
2. No contexto histórico em que o Jesus Histórico emergiu e atuou, ele aplicou modelos análogos de críticas outrora aplicadas pelos grandes profetas individuais, contra o conjunto das elites igualmente corruptas do povo judeu, da sua época, notadamente contra os ideólogos hegemônicos, que eram os teólogos e sacerdotes fariseus e saduceus. Elites essas que se conduziam, em certos aspectos, de modo corrupto e violento análogos às antigas elites do povo hebreu, que foram, cada qual em sua época, contemporâneas de determinados grandes profetas individuais.
3.No contexto histórico contemporâneo a nação brasileira e outras mais, o conjunto das elites brasileiras e das demais nações vêm se conduzindo de modo corrupto e violento análogo tanto às elites dos antigos hebreus como do conjunto das elites da época do Jesus Histórico. Assim as elites brasileiras e outras dominam de modo físico e também ideológico, e explorar economicamente a massa pobre trabalhadora
Vou comparar, brevemente, alguns aspectos da genealogia da história do povo hebreu, com alguns aspectos da genealogia da história da nação brasileira.
A gênese do povo os hebreus ou das dez tribos de Israel
Entre os hebreus, ao menos durante os quarenta anos no deserto, o povo hebreu teve um pouco mais de consideração, com a justiça social clamada por Iahweh, o Deus do amor, do direito e da justiça, que é o mesmo Deus que o Jesus Histórico chama de Pai, e que é o único e verdadeiro Deus de todos nós
Devido ao pulso de ferro de Moisés, os hebreu ainda tiveram consideração, com a justiça social exigida por Iahweh, o Deus do amor, do direito e da justiça enquanto perdurou o projeto de formação social de comunidades igualitárias das 12 tribos de Israel articuladas, estrategicamente, entre si em rede descentralizada.
Estratégica rede descentralizada de núcleos de comunidades igualitária, que Moisés empregou como meio de luta, contra o modelo hierarquizado e rigidamente centralizado de formação social das cidades cananeia. Projeto esse desencadeado por Moisés e inspirado em Iahweh. Cujo centro catalisador era, também estrategicamente, o próprio Iahweh, o Deus do amor, do direito e da justiça, e sua doutrina, que permeava e dava unidade e identidade cultural às doze tribos de Israel.
Esse centro catalisador, Iahweh, não era de natureza física, e assim também não era fácil de ser neutralizado. Como é mais fácil de ser neutralizando, o centro de comando exercido por um rei e seu corpo burocrático. Ao exemplo das cidades-estados cananeia e também o Novo Império Egípcio, que dominava e cobrava tributos, nessa ocasião (1250 a.C.), de muitas dessas cidades. É oportuno lembrar que Moisés libertou, com a orientação de Iahweh, o povo hebreu, que estava sendo escravizado nesse grande império. Moisés saiu conduzindo os hebreus, para invadir Canaã.
O estratégico projeto de modelo de formação social constituído de núcleos de comunidades igualitárias, articuladas em rede descentralizada perdurou por cerca de 200 anos, entre 1250-1050 a.C., durante o início e a expansão do processo ocupação e de sedentarização na Palestina. [cf. Gottwaltd, Norman K. As tribos de Iahweh – Uma Sociologia da Religião de Israel Liberto 1250-1050 a.C., p. 41-42] Durante esse período, o povo hebreu teve, ainda, um pouco mais de consideração, com a justiça social clamada por Iahweh, o Deus do amor, do direito e da justiça.
Depois, os sacerdotes e falsos profetas mancomunados com lideranças política e com grandes ruralistas que surgiram, então, deram o golpe da centralização política e cultural religiosa, contra a estratégia da rede descentralizada, contra o sentido original da doutrina de Moisés, e contra Iahweh. Os grandes profetas individuais consistiam em baluartes de resistência contra esse golpe.
A gênese da nação brasileira
Numa breve genealogia da nação brasileira, podemos notar que ela já nasceu sob várias maldições trazidas pela aristocracia portuguesa ladra e assassina: invasão de Pindorama; roubo das terras dos índios; escravidão de índios e negros; genocídio praticado pelas elites portuguesas contra os índios; exploração econômica impiedosa de mestiços e brancos pobres. Enfim, as elites portuguesas trouxeram para cá, a maldição do pseudocristianismo de Paulo de Tarso o Anticristo.
Entre os hebreus, Deus denunciou, através de Isaías e dos outros grandes profetas individuais, toda a podridão da conduta das elites de Judá e de Israel. Os grandes profetas individuai eram os legítimos porta-vozes autorizados de Iahweh, o Deus do amor, do direito e da justiça. Aqui, esse tipo de denúncia precisa ser proclamado em alta voz e repetidamente. E, as pessoas precisam entender que Deus quer e exige que tal denúncia seja feita. Porque Deus é, sobretudo, o Deus do amor, do direito e da justiça social. O Deus que os grandes profetas individuais chamavam de Iahweh, na verdade é o mesmo Deus que Jesus chamava de Pai. Pois, Jesus foi o último e o maior dos grandes profetas individuais.
Na realidade, as elites portuguesas invadiram Pindorama (as terras dos índios), com o firme e desonesto propósito de usurpá-las, submeter e escravizar os nativos, e explorar as riquezas naturais, com vistas ao mercado global, que se expandia. O pior disso tudo consiste em os portugueses haverem trazido consigo o instrumento de submissão e alienação ideológica mais eficaz, para ser aplicado nos indivíduos das populações pobres trabalhadoras. Este Instrumento consiste na “maldição do cristianismo”: a diabólica interpretação feita por Paulo de Tarso o Anticristo, acerca da genuína doutrina elaborada, ensinada e aplicada pelo Jesus Histórico e prosseguida por seus verdadeiros Apóstolos.
A diabólica interpretação paulina da genuína doutrina de Jesus é falseada, mas se apresenta, sofisticamente, de modo sutil e poderosamente sedutor. Mais adiante, os portugueses incorporaram à nação, um número grande de negros africanos trazidos como escravos. A população trabalhadora cresceu, tornou-se mais complexa e diversificada: trabalhadores negros, índios, mestiços e mesmo brancos pobres. E, formou-se uma classe média, que sempre tendeu a assimilar a perversa e desonesta identidade cultural portuga-descendente.
O modelo de cultura acima indicado, foi trazido, cultivado e vem sendo exercido, ao longo de quinhentos anos, isto é, desde quando as elites portuguesas ladras e assassinas iniciaram o processo de usurpação e ocupação das terras dos índios. Pois, mesmo a partir da independência, as elites e lideranças da nação brasileira vêm sendo constituídas, hegemonicamente, por um pequeno seguimento social, que chamamos de portuga-descendente, e seu clero católico outrora hegemônico, de modo quase que absoluto. O qual herdara, dos seus ancestrais, o perverso modelo de cultura em tela, e o cultiva e exerce “sob novas e mais sutis roupagens”, conforme o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães observa, em seu livro “Desafios brasileiros, na era dos gigantes:
“Na medida em que cresce a população, se expande o território ocupado e se transformam a sociedade e a estrutura e a dinâmica política, as características da colônia se vão adaptando, mas sua essência de desigualdade permanece sob novas e mais sutis roupagens”.
A corrupção aviltante, isto é, “à brasileira” parece ser um subproduto com sutil roupagem do modelo de cultura em questão.
Vimos que aqui, impera: a grande concentração de riquezas nas mãos de poucos, isto é, a exploração econômica perversa acompanhada de violência sobre os menos favorecidos; a “catequese positivista-cientificista” (sistema de ensino alienante); a corrupção aviltante, etc. Este é o modelo de cultura das elites portuguesas ladras e assassinas, que invadiram Pindorama, isto é, as terras dos índios. Modelo de cultura este transmitido aos seus sucessores, ou seja, as elites brasileiras portuga-descendentes. Pedro II o rei-filósofo-racista iniciou o processo de europeização (roubo) das terras dos índios. Muitos elementos originários dessa europeização (roubo) foram cooptados e assumiram os valores perversos das elites brasileiras portuga-descendentes.
D Pedro II implementou o processo etnocêntrico e racista (eugenia: branqueamento gradual da sociedade brasileira) de europeização (roubo) das terras indígenas. Cuja população negra, mestiça e de brancos pobres crescera, enquanto as elites brasileiras portuga-descendentes iam exterminando os índios. Muitos indivíduos oriundos do processo racista de europeização e imbuídos da ideologia-política eugenista, ascenderam e foram cooptados ao pequeno grupo portuga-descendente, e assumiram, mancomunadamente, o modelo perverso de cultura próprio deste grupo. Essas elites constituem o grosso dos segmentos que monopolizam os altos postos e operam, hegemonicamente, nos âmbitos político, econômico, jurídico, ideológico e militar.
A perversa cultura própria das elites brasileiras portuga-descendentes e dos seus aliados eugenistas impregnou, por demais, a identidade cultural da nação. Mas, não se generalizou. Pois, muitos indivíduos vêm se despertando do estado de alienação política que as elites nacionais lhes impuseram. Isto sim é um verdadeiro milagre de Deus. O qual começa a ocorrer, depois de vinte anos de golpe militar seguido de cerca de mais 28 anos de “anestesia democrática” articulada ao incremento do retardamento do nível cultural da nação, promovido por tais elites. Anestesia e retardamento estes produzidos e administrados pelas referidas elites e lideranças, através de “diversos dispositivos”.
Outra grande maldição vem abatendo, nas últimas décadas, a nação brasileira, é a volta dos fariseus, e de suas malditas novas “sinagogas de Satanás”. Isto é, a emergência dos teólogos e sacerdotes evangélicos, protestantes e outros desse gênero, Os quais são fundamentalista análogos aos escribas (teólogos) e sacerdotes fariseus, que mais se destacaram no combate sistemático e na morte de Jesus. Quando Jesus voltar, ele e o grupo de referência ( publicanos, prostitutas e devassos) análogo ao que adotara, na sua primeira vinda, certamente vai se depara e combater tais novos fariseus.
Desde 2013 vem explodindo manifestações (caminhadas, abaixo-assinados, etc.) contra a corrupção e as leis que as elites brasileiras corruptas vêm impondo, contra os direitos dos trabalhadores pobres, para desviar recursos, para o pagamento da vultosa “dívida externa odiosa”. Imposição essa decorrente de exigência feita pelo atual grande império e guardião do sistema monetário e financeiro desregulamentado, isto é, autônomo e centralizado globalmente. Exigência essa voltada para garantir o pagamento das “dívida odiosa”, que políticos corruptos fizeram, mancomunados com banqueiros corruptores. Esse Sistema consiste na Abominação da desolação, que Jesus previu, e que aconteceria na ocasião da sua segunda vinda. Em diversas das grandes cidades do país, o povo vem se manifestando contra tamanha s injustiças.
No Rio de Janeiro, a maldita era das sucessivas “gerações coca cola” de jovens alienados está findando, parece. Pois, vimos diferentes grupos de jovens ocuparem, durante algum tempo, uma importante praça chamada de Cinelândia, situada no centro do Rio. Estes grupos inauguraram e vem mantendo aberta, permanentemente, uma assembléia voltada para discutir questões ligadas às injustiças sociais impostas pelas elites brasileiras portuga-descendentes, seus aliados eugenistas e as lideranças esquerdistas traidoras dos trabalhadores pobres. Injustiças sociais estas praticadas contra o povo pobre trabalhador brasileiro.
Tais jovens progressistas focalizam, com destaque e muito apropriadamente, a ditadura imposta pela instituição social, que o Jesus Histórico chamou de Abominação da desolação. Abominação essa que consiste no “Sistema Financeiro Autônomo e Unificado Internacionalmente”. Instituição social esta que adquiriu status de plena autonomia, de plena desregulamentação e se unificou em nível global. Desse modo, a “Imagem da Besta”, isto é, o Sistema financeiro autônomo e unificado globalmente submete e explora os trabalhadores do mundo inteiro e cada indivíduo das nações. em outra palestra explicaremos, mais detalhadamente, o sentido que o Jesus Histórico atribuiu à expressão Abominação da desolação, que resgatara do grande profeta individual, que escreveu o livro Daniel, e que viu acontecer na época dos reis do Império Macedônio ou helenístico.