menos de 1 minuto Moisés saiu do Antigo Egito cerca de 1250 a.C., com ex-escravos que libertara do Egito. Ele carregava consigo uma teoria da história revolucionária, escrita em tipo hieroglífico, através das formas e disposições tanto das mobílias como do próprio Tabernáculo. Ele a ensinou, durante os 40 anos no deserto, a alguns iniciados seus, e pretendia estabelecer o Tabernáculo na Palestina, para dar continuidade aos ensinamentos. Mas, Moisés morreu, possivelmente assassinado, ainda no deserto, e a direção do Tabernáculo foi usurpada por Continue

menos de 1 minuto Nietzsche afirmou, textualmente, em seu livro “O Anticristo- Maldição do Cristianismo” (parágrafo 42), que Paulo de Tarso era um falsário odioso, porque adulterou o sentido original tanto da vida pública revolucionária como da doutrina do Jesus Histórico. O objetivo de Paulo foi a criação da sua igreja pseudocristã, para “tiranizar as massas, transformando-as em rebanhos”. Assim, os sacerdotes retomaram o poder. Logo a seguir, Nietzsche afirma que Maomé plagiou esse modo de Paulo proceder, para criar a igreja maometana. No Continue

menos de 1 minuto Segundo a perspectiva sócio-histórica em muito longa duração, o modelo do movimento revolucionário desencadeado pelo Jesus Histórico e prosseguido pelos Apóstolos e seus fiéis sucessores, era de natureza igualitária, fraternal e pacifista, e notadamente constituído por núcleos comunais, estrategicamente descentralizados. Modelo esse que atuou contra o modelo hierarquizado e autoritariamente centralizado, tanto próprio do Império Romano como das instituições sociais religiosas daquela época, e que atuou, em particular, contra o bloco hegemônico judeu (fariseus e saduceus). Desse modo, a referida Continue

menos de 1 minuto Introdução Nietzsche sacou, genialmente, quem foi o mentor de Maomé, qual o caráter desse mentor e o modo dele operar. Antes de adentrarmos neste ponto, resumidamente traçaremos, segundo a sócio-história em muito longa duração, a genealogia dos sucessivos Estados, que se desenvolveram, como uma reação em cadeia. Para combater e neutralizar, especificamente, o revolucionário movimento social igualitário, descentralizado, anti-hierárquico, etc., que o Jesus Histórico houvera desencadeado, e seus Apóstolos deram prosseguimento. Vejamos o quadro geral dessa reação em cadeia e Continue

menos de 1 minuto Neste artigo, vamos tratar de apenas um tema, que é fundamental, e que teve o Antigo Egito como objeto de estudo e de elaboração de teorias. Trata-se da noção de História em tempo muito longo. Inscreva-se em nosso canal no Youtube, para conhecer outros segredos pertinentes aos conhecimentos, que Jesus chamou de “Cântico de Moisés, o servo de Deus” (cf. Ap 15, 3-a). Vamos dar, resumidamente, algumas explicações acerca do contexto mais amplo, em que os temas desta palestra estão Continue

menos de 1 minuto O campo objetivo (ações sociais) da conduta individual ou campo “fora de vós” O indivíduo que pratica a psicologia ensinada pelo Mestre e transmitida por Tomé, então, abre para si, a possibilidade de sair do estado de “Ilusão”, “pobreza” (intelectual) ou “morte” (alienação). Desse modo, ele pode se libertar, deixando de ser manipulado, a partir do “exterior” (fora de vós), nas interações sociais significativas, por outros indivíduos, mormente por ideólogos (sacerdotes, teólogos, filósofos, etc.) ou mesmo por contingências. Neste sentido, Continue

menos de 1 minuto Vejamos os dois principais motivos, que levaram os patriarcas da Igreja a sumirem com todos os exemplares do Evangelho de Tomé. Em primeiro lugar, é preciso entender que Jesus concebe como o único meio, que viabiliza transformar efetivamente a sociedade, para uma forma mais justa e fraterna, precisamente a transformação de suas unidades mínimas componentes, isto é, os indivíduos. Torná-los autoconscientes, auto-diligentes e dotados de consciência social crítica e transformadora. Mas, amorosos, fraterno, etc., e ativamente atuantes, pacificamente, no sentido Continue

menos de 1 minuto Livro O Templo – Resgate do sentido original da doutrina de Jesus: http://tribodossantos.com.br/pdf/O%20Templo%20-20introdu%C3%A7%C3%A3o.pdf Vamos retomar a questão da noção de alienação, que o Mestre representa, metaforicamente, na figura da “morte”. Vejamos, sucintamente, outros trechos, nos quais o Mestre empregou como artifício a metáfora da “morte” (alienação). Agora que sabemos que o Mestre empregou este artifício, dispomos da chave para entendermos os referidos trechos: “Em verdade, em verdade vos digo, quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou Continue

menos de 1 minuto Jesus e Kosik na aplicação do caminho ou método analítico (Art. 14, 4.1.; P. 76-80) Livro O Templo – Resgate do sentido original da doutrina de Jesus: http://tribodossantos.com.br/pdf/O%20Templo%20-20introdu%C3%A7%C3%A3o.pdf 4.1. O caminho, détour ou método analítico na perspectiva de Kosik, K.      Vimos (Art. 9, 3.1., p.57-60) que o Mestre notara que o indivíduo se vê como um todo. Mas, o método ou “caminho” empregado, ordinariamente, para conhecer a si mesmo, enquanto um sujeito todo estruturado interagindo no meio, e entender Continue

menos de 1 minuto Como evitar conduta inconveniente, operando no “corpo todo” a partir do corpo subjetivo (Art. 16, 4.2.2.;4.2.3.; p. 88-92). Livro O Templo – Resgate do sentido original da doutrina de Jesus :  http://tribodossantos.com.br/pdf/O%20Templo%20-20introdu%C3%A7%C3%A3o.pdf No caso indicado no artigo anterior (Art. 15), o Mestre recomenda ao indivíduo extirpar, em primeiro lugar, a causa subjetiva (sentimento de cobiça). E, assim também, extirpar todo o subsequente desenvolvimento, ainda no campo subjetivo, que esse tipo de sentimento valoriza, instrui, redimensiona e direciona a vontade e Continue