História em muito longa duração e o Cântico de Moisés

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Neste artigo, vamos tratar de apenas um tema, que é fundamental, e que teve o Antigo Egito como objeto de estudo e de elaboração de teorias. Trata-se da noção de História em tempo muito longo.

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Vamos dar, resumidamente, algumas explicações acerca do contexto mais amplo, em que os temas desta palestra estão inseridos. Apenas para vocês terem uma noção geral desse contexto mais amplo. Pois, ele será abordado, mais detalhadamente, em outra oportunidade.

O autor da Teoria da História registrada no livro Gênese, na verdade subdividiu-a em duas grandes partes. A 1ª parte, chamamos de Sistematização Teórica, que vai do Gn cap. 1 ao cap 2, vers. 4-a). A 2ª parte chamamos de Verificação Empírica, que vai do Gn cap. 2, 4-b até ao cap. 8, vers.18 (cf.).

Observe que o autor em tela não explicitou, que fizera a tal subdivisão, e consequentemente também não nomeou ou não intitulou cada uma dessas duas partes. Nós que as nomeamos de “Sistematização Teórica” e “Verificação Empírica”, para designar, precisamente com essas noções, em que essas duas partes consistem. Cada uma dessas duas partes focaliza, através de pontos de vista diferentes entre si, a mesma realidade sócio-histórica da muito longa gênese da humanidade, que é concebida pela perspectiva dos 7 longos estágios do processo de divisão e oposição social do trabalho material e intelectual, enquanto estrutura permanente e dominante. São esses 7 longos estágios, que o autor do livro Gênese expõe, mas de modo alegórico, na parte (1ª) que chamamos de Sistematização Teórica, na figura dos 7 dias da criação.

Preste atenção. Reiterando, pra ficar bem claro: o autor da teoria da história registrou, na Sistematização teórica (1ª parte da teoria da história no livro Gênese), os 7 longos estágios da divisão e oposição social do trabalho material e intelectual, mas simbolizados na figura dos 7 dias da criação, embora sem explicitar que fizera isto.

A noção de Sistematização Teórica e a de Verificação Empírica estão focalizadas, na forma de texto, no nosso artigo intitulado “Diretrizes teóricas e modo de exposição da Teoria da História“.[1]

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É importante termos uma coisa sempre em mente. O autor da teoria da história registrada nos primeiros capítulos do livro Gênese, então, selecionou o processo de divisão e oposição social do trabalho material e intelectual, como sendo o “fio condutor” de toda gênese sócio-histórica da humanidade. Em outros termos, esse autor identificou e selecionou a referida divisão social do trabalho, como sendo a instituição social que atua como fator estrutural dominante e permanente, e que se desdobra em 7 diferentes estágios ou “7 dias da criação“, no curso do muito longo tempo do processo genético da sócio-história da humanidade.

O processo da divisão e oposição social do trabalho material e intelectual passa, subsequentemente, pelo 1°, 2°, 3°, 4°, 5°, 6° e pelo 7° estágio ou “dia” da referida divisão do trabalho, que o autor da teoria da história representou, simbolicamente, nos 7 dias da criação. 7 dias estes que estão inseridos, sem que o autor em tela tenha explicitado, na 2ª parte da teoria da história, isto é, na Verificação Empírica, e que não vamos abordar aqui. O 1°, o 2° e o 3° estágios serão focalizados bem mais adiante. Mas, o 4°, o 5°, o 6° e o 7° e último dia da criação serão apresentados nos três primeiros vídeos subsequentes, porque são mais fáceis de serem expostos e entendidos. Vamos adiantar, entretanto, mas de modo muito resumido, em que consiste esses 4 últimos estágios expostos na Verificação Empírica.

O tema do 4° dia da criação ou 4° estágio da divisão e oposição social do trabalho material e intelectual corresponde ao conflito entre, de um lado, o trabalho agrícola simbolizado no signo Caim, e do outro lado, o trabalho pastoril simbolizado no signo Abel. Este tema aborda, ainda, a emergência do Ungido do Deus Criador, que ocorrera pela primeira vez na história humanidade, precisamente no contexto sócio-histórico do conflito Caim versus Abel.

O tema do 5° dia da criação ou 5° estágio da divisão e oposição social do trabalho corresponde ao conflito entre o campo e a cidade. Ou melhor, corresponde ao conflito entre, de um lado, o trabalho campestre, representado no signo Caim, e do outro lado, o trabalho citadino, representado no signo Henoc. Esse 5° estágio focaliza a criação da cidade, que é simbolizada no signo Henoc. Neste 5° estágio, veremos, ainda, o processo de complexidade da divisão social do trabalho no interior de cada cidade e no conjunto das cidades inseridas na mesma macro configuração espacial egípcia;

O tema do 6° dia da criação ou 6° estágio da divisão e oposição social do trabalho corresponde ao processo geral de expansão e complexidade do Grande Mercado. Processo expansivo este representado, por um aspecto resumido, na figura da sucessão 1° Lamec, 2° Lamec e o 3° Lamec. O 6° tema focalizará, ainda, a “teoria da genealogia de Adão“, que abarca o 2° e o 3° Lamecs, isto é, o Grande Mercado ainda em expansão. A teoria da genealogia de Adão abarca, também, o 7° estágio da divisão social do trabalho ou 7° e último dia da criação. Esse 7° estágio consiste na fase em que o Grande Mercado alcançara ao estágio e limite global, mas adentra em longo e vertiginoso processo de depressão econômica. Longo e vertiginoso processo depressivo este que é representado na figura de Noé, e cuja consequente fragmentação tripartite desse mercado global é representada nos três filhos de Noé: Sem, Cam e Jafet.

   Por fim, veremos a Decifração do enigma 666, que corresponde à sequência: “1° Lamec, 2° Lamec e 3° Lamec.

Neste artigo, vamos abordar, como tema principal, apenas a noção de sócio-história em tempo muito longo, que é o ponto central do “Cântico de Moisés”.

 

Vejamos Fernand Braudel com o conceito de história em tempo muito longo e a revelação do “Cântico de Moisés

O historiador Fernand Braudel, em seu livro intitulado História e Ciências Sociais – A longa Duração ensina (p. 44 e 49) a noção de história de longa e mesmo de longuíssima duração, e também acerca dos pertinentes ciclos históricos e das estruturas permanentes. Observemos com atenção o quê Braudel diz:[2]

“A história tradicional, atenta ao tempo breve, ao indivíduo, ao evento, habituou-se há muito tempo à sua narrativa precipitada, dramática, de fôlego curto. A nova história econômica e social põe no primeiro plano de sua pesquisa a oscilação cíclica e assenta sobre sua duração: prendeu-se à miragem, também a realidade das subidas e descidas cíclicas dos preços (…) Bem além desse segundo recitativo, situa-se uma história de respiração mais contida ainda, e, desta vez, de amplitude secular: a história de longa e mesmo, de longuíssima duração”.

   Vejamos Braudel acrescentando esclarecimentos a respeito dos ciclos e interciclos:

   “Além dos ciclos e interciclos há o que os economistas chamam, sem estudá-la, sempre, a Tendência secular. Mas Ela ainda interessa a raros economistas e suas considerações sobre crises estruturais, não tendo sofrido a prova das verificações históricas se apresentam como esboços ou hipóteses, apenas enterrado no passado recente (…) Entretanto, oferecem útil introdução à história de longa duração. São uma primeira chave.

  

Vejamos, finalmente, o quê Braudel diz A respeito de estruturas permanentes:

   A segunda, bem mais útil, é a palavra estrutura. Boa ou má, ela domina os problemas da longa duração. Por estrutura, os observadores do social entendem, uma organização, uma coerência, relações bastantes fixas entre realidades e massas sociais. Para nós, historiadores, uma estrutura é sem dúvida, articulação, arquitetura, porém mais ainda, uma realidade que o tempo utiliza mal e veicula mui longamente. Certas estruturas, por viverem muito tempo, tornam-se elementos estáveis de uma infinidade de gerações: atravancam a história, incomodando-a, portanto, comandando-lhe o escoamento”.

O antropólogo Lévi-Strauss respaldou Braudel, ao dizer:[3]   “A história dos historiadores não precisa de que a defendam, mas tão pouco é atacá-la dizer (como admite M. Braudel) que ao lado de um tempo curto, existe um tempo longo; que certos fatos pertencem a um tempo estatístico e irreversível, outros, a um tempo mecânico e reversível: e que a idéia de uma história estrutural não tem nada que possa chocar os historiadores”.

Podemos parafrasear Lévi-Strauss, ao afirmarmos, também, que “a idéia de uma história estrutural [e em tempo muito longo] não tem nada que possa chocar os historiadores”. Mas, ao nos referirmos aos dez primeiros capítulos do livro Gênese, e ao considerarmos, que esses capítulos contêm, na verdade, uma teoria da história em tempo muito longo. Teoria esta que tem como fio condutor ou instituição estrutural permanente e dominante, a divisão e oposição social do trabalho material e intelectual.

Moisés trouxe do Egito essa teoria, por volta de 1250 a.C. Precisamente na mesma época em que o 3° faraó da 19° Dinastia, Ransés II viveu (entre 1301-1235 a.C.), e ordenara aos seus escribas, a tarefa de pesquisar e registrar, o Anal de caráter histórico dos faraós, desde a 1ª até à 19ª Dinastia. Esse Anal histórico cobriu o muito longo período, em torno de 1859 anos, e é conhecido como Papiro de Turim.

Outro Anal de caráter histórico é conhecido como a Pedra de Palermo, que foi redigido sob a 6ª Dinastia. A qual durou de entre 2460 a 2190 a.C. O Anal histórico da Pedra de Palermo cobriu, também, um muito longo período, de cerca de 1000 anos. Pois, nese Anal histórico consta o registro desde os últimos 130 anos do período Pré-dinástico recente até ao período da 6ª Dinastia. Isto é, ele inicia em cerca de 3280 a.C., passa pelo início da 1ª Dinastia, em 3150 a.C., e se encerra, vamos supor, em meados do período da 6ª Dinastia. Ou seja, em cerca de 2335 a.C. Esse Anal histórico registra, diz Lévêque em seu livro “As primeira Civilizações – Os Impérios do Bronze, p. 86:[4]

“Os nomes dos reis, a duração do seu reinado e, por vezes, os principais acontecimentos que tinham ocorrido“.

Observe com atenção que Lévêque esclarece (p. 86), que o Anal da Pedra de Palermo “apresenta os nomes dos faraós desde o fim do Pré-dinástico recente, quando a monarquia ainda não estava unificada, e consequentemente encontram-se nele, separados, os nomes dos reis do Alto Egito e os reis do Baixo Egito“. Esse período final do Pré-dinástico recente, cuja monarquia não estava ainda unificada, na realidade consiste, portanto, quando o mercado macrorregional egípcio estava, ainda, bipolarizado.

Veremos melhor no próximo vídeo, que o autor da teoria da história registrada no livro Gênese. Ali representou o caráter bipolarizado do mercado macrorregional egípcio, por um aspecto, no período simbolizado na figura do Lamec bígamo (cf. Gn 4, 19-22), e por outro aspecto, no “tempo de vida de Adão” (cf. Gn 5, 4), que consiste nos últimos 130 anos do período Pré-dinástico recente.

Diversas outras listas longas de reis foram feitas pelos antigos escribas egípcios. Todos esse Anais de caráter histórico apresentam características, que são bem assemelhadas aos registro dos historiadores modernos, anteriores a Fernand Braudel. Características estas que foram criticadas por este historiador, nos seguintes termos: “A história tradicional, atenta ao tempo breve, ao indivíduo, ao evento, habituou-se há muito tempo à sua narrativa precipitada, dramática, de fôlego curto”.

Vimos que os antigos escribas egípcios dispuseram de documentação suficiente, e também de muito longo tempo, para elaborar o modelo de história, nos moldes propostos, hoje, pelo historiador Fernand Braudel, mas não o fizeram.

Os escribas e sacerdotes exerciam trabalhos intelectuais e eram notórios milenares bajuladores e aliados aos faraós (lideranças políticas), na exploração da massa trabalhadora pobre egípcia, que exercia trabalho material, e cujos membros são chamados de felá. Certamente, não seriam esses ideólogos interesseiros, que iriam se dedicar à perspectiva histórica, nos termos propostos por Braudel. Mas, sim, o tipo de profeta revolucionário, a exemplo de Moisés. O qual conhecia, com certeza, a noção de divisão e oposição social do trabalho material e intelectual, enquanto instituição estrutural dominante, que permeava o longo processo genético da sócio-história egípcia. Noção essa que está inserida na teoria da história registrada no livro Gênese.

Moisés foi instruído em todas as ciências dos egípcios e tornou-se forte em palavras e em obras“. Está frase está escrita em At 7, 22. Desse modo, Moisés TANTO conhecia a noção de divisão e oposição social do trabalho material e intelectual COMO se deparava, tragicamente, diante da realidade social relativa a essa noção. Desse modo trágico, Moisés se posicionava em defesa dos segmentos sociais egípcios, que exerciam trabalho material, os felás. Os quais estavam submetidos e explorados pelos segmentos sociais egípcios, que exerciam trabalhos intelectuais (escribas, sacerdotes, faraós, nomarcas, vizires, etc.). Diante dessa realidade social trágica, Moisés se viu obrigado a fugir do Egito, em razão de ter defendido um felá, que estava sendo ferido por um segurança das construções do faraó. E, em consequência desse ato de defesa, Moisés eliminou o referido segurança (cf Ex 2, 11-15).

Finalmente, Moisés foi inspirado pelo Espírito do Deus Criador, Iahweh, e voltou ao Egito, para libertar os trabalhadores pobres, sem terra e explorados impiedosamente. Moisés conhecia, sem dúvida, a noção de divisão e oposição social do trabalho material e intelectual, enquanto instituição estrutural dominante, que permeava a longa história egípcia. Reitero, por conseguinte, o parafraseado “a idéia de uma história estrutural e em tempo muito longo não tem nada que possa chocar os historiadores

Aos conhecimentos que Moisés trouxera do Egito, possivelmente juntaram-se outros, em colaboração com seu sogro, um sacerdote de Madiã, (cf. Ex 2, 16-22; e 18, 1+). Moisés registrou, por volta de 1250 a.C., a teoria da história, em escrita tipo hieroglífica, cujos sinais de anotação (ideogramas) consistiam nas formas e disposições tanto das mobílias como do próprio Tabernáculo (cf. Ex 25-27; 29, 38; 30, 1-10). Ele transmitia, oralmente, a teoria da historia, aos seus iniciados. Neste momento sócio-histórico, a teoria da história e todo conhecimento nela contido, já estava completado. Na verdade, essa teoria foi o resultado do estudo feito por muitos profetas anônimos antiguíssimos, de três diferentes épocas, e respectivos três Profetas Maiores, que sistematizaram os conhecimentos produzidos por esses profetas precursores. Veremos isto em outra palestra.

Após a morte ou possível assassinato de Moisés, os levitas e sacerdotes usurparam a direção do Tabernáculo, a fim de transformá-lo em templo. Assim, eles passaram a realizar cultos mirabolantes, que inventavam, com o objetivo de submeter, ideologicamente, e de explorar os fiéis, que guardavam na lembrança o forte carisma deixado pelo Moisés Histórico. Depois da morte de Moisés, Levitas e sacerdotes passaram a matar e a perseguir os iniciados por Moisés, no conhecimento da teoria da história.

A transmissão oral prosseguiu, entretanto, subterraneamente, e de tempos em tempos, emergia um grande profeta individual hebreu, que abraçava a cultura revolucionária de Moisés, e assim procurava transformar a realidade social injusta, corrupta e violenta, em que eles viviam. Esses grandes profetas pesquisavam e procuravam aplicar a teria da história, tanto para entender os respectivos contextos sócio-históricos em que viviam como acerca de contextos, então, futuros. E, faziam prognósticos ou profecias. Eles pesquisavam, notadamente, acerca dos contextos sócio-históricos em que o Ungido do Deus Criador emergiria. Conforme consta na teoria da historia, que ainda era transmitida, mas de modo oral e velado, pelos iniciados que sobreviveram.

Posteriormente, durante o “Cativeiro na Babilônia”, de 587 a 538 a.C., a podridão teológica (os escribas) e também sacerdotal hebraica estava trabalhando em cima dos textos, adulterando-os, e também selecionando e reunindo os livros, que iriam compor o Pentateuco.[5] Alguns grandes profetas individuais anônimos conseguiram, então, introduzir, como prólogo do Pentateuco, a teoria da história, na forma escrita, em hebraico. Forma cujo enunciado literal, apresentava-se como uma simplória gênese da humanidade. Mas, consistia, na verdade, na teoria da história enunciada através de uma alegoria hermética. Desse modo, os tais profetas conseguiram deixar registrado, na forma escrita, a teoria da história, sem que os “escribas”, i.é., teólogos e os sacerdotes pudessem entendê-la, nem adulterá-la. Pois, a adulteração tendenciosa de textos foi uma prática milenar, que era exercida pela podridão teológica e sacerdotal hebraica. Desse modo, a teoria da história chegou até a nós. Essa teoria chegou até nós, também através da descrição do Tabernáculo, do seu interior e de suas mobílias, conforme descrição no livro Exodo, de que já falamos.

[1] Diretrizes teóricas e modo de exposição da Teoria da História: http://tribodossantos.com.br/2015/03/diretrizes-teoricas-e-modo-de-exposicao-da-teoria-da-historia-divisao-social-do-trabalho-sexual-sistematizacao-teorica-e-verificacao-empirica-2/

[2] Braudel, F. História e Ciências Sociais – A longa Duração, p. 44, 49. Extraído de “Annales E. S. C., nº 4, out.-dez.1958, Débats et Combats, pp. 725-753”.

[3] Cf. Lévi-Strauss, C. respaldando Braudel: “A história dos historiadores não precisa de que a defendam, mas tão pouco é atacá-la dizer (como admite M. Braudel) que ao lado de um tempo curto, existe um tempo longo; que certos fatos pertencem a um tempo estatístico e irreversível, outros, a um tempo mecânico e reversível: e que a idéia de uma história estrutural não tem nada que possa chocar os historiadores”. Veja Lévi-straus, em Lésson inaugurale, proferida no Collège de France, publicada em seu Annuaire (1960), trad. de Maria Nazaré Lins Soares, citado por Guimarães, A. Z. (org.), em Desvendando Máscaras Sociais, p. 211.

[4] Lévêque, Pierre, As primeiras civilizações – Volume I – Os Impérios do Bronze, Edições 70, Lda., Lisboa/Portugal, 2001, p, 86,

[5] Cf. Fohrer, G. História da religião de Israel. 2ª edição, Edições Paulinas, São Paulo, 1993, p. 447-448.