Gladiadores do século XXI – violência show ao vivo: o novo coliseu

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Livro Maldição do Templo do Sacerdote

A violência show ao vivo operada pelas elites brasileiras portuga-descendentes e seus aliados eugenistas complementa os enlatados norte-americanos, na exaltação da violência, no contexto dos MPAVS (mecanismos de produção e administração da violência social). Os quais são empregados como meios de moldagem da conduta violenta, controle e mobilização social. A violência show ao vivo consiste, também, em uma forma de produção cultural. Ela atende, ainda, outras finalidades objetivadas por essas elites. As elites em tela utilizam as mídias (TV, rádio, jornal, cinema, literatura pertinente, etc.), que controlam, para produzir e reproduzir, sistematicamente, a violência show ao vivo. Na TV, além dos telejornais, tais elites utilizam diversos recursos. Por exemplo, temos os ditos comentarista ou repórteres policiais que pinçam eventos violentos ocorridos ou que estejam em curso na sociedade, e os apresentam, muitas vezes ao vivo, exaltando-os, efusiva e repetidamente, em programas de TV, mas também no rádio, no jornal, em revista e agora também na internet. Na TV, temos, por exemplo, os programas do tipo repórter policial, que  são chamados, popularmente, “Um montão de Wagner”, “Brasil nojento”, etc.

Os programas acima indicados consistem, resumidamente, na exaltação da tipologia dualista, que rotulamos “mocinho versus bandido”. A qual se adéqua, plenamente, à estrutura psíquica elementar do indivíduo, que pensa segundo pares de opostos. Os operadores dos MPAVS empregam, diligentemente, essa estratégia ideológica, com o objetivo de moldar condutas violentas entre indivíduos, no quadro da violência social (ou política). Tal estratégia ideológica é análoga a duas outras que já demonstramos. Aquela operada por Marx (trabalhador versus empresário ou luta de classes), no quadro dos mecanismos de produção e administração da violência política.[1] E, aquela outra operada por Paulo de Tarso o Anticristo e seus sacerdotes sucessores (católicos, protestantes, evangélicos, etc.), no quadro da conduta individual religiosa, com a tipologia dualista carpo versus alma.[2]

É oportuno notar, quanto ao quadro dos MPAVS, que a proibição formal do entorpecente químico visa criar amparo e justificativas legais, para a produção e administração da violência social, no que tange a atender diversos objetivos informais (não-explicitados em lei). Peter Berger cita Hans Gerth e Wright Mills, para nos propiciar alguns esclarecimentos, acerca dos mecanismos do processo de produção e administração (da violência social). Os quais são exercidos, consciente e diligentemente, pelo conjunto das elites dirigentes de uma sociedade, a exemplo das corruptas e perversa elites brasileiras portuga-descendentes e seus aliados eugenistas:[3]
Para relacionarmos (…) a teoria dos papéis com (…) os sistemas de controle, reportamo-nos àquilo que Hans Gerth e Wright Mills chamam de ‘seleção de pessoas’. Toda estrutura social seleciona as pessoas de que necessita para seu funcionamento e elimina aquela que de uma maneira ou de outra não servem. Se não houver pessoas a serem selecionadas, elas terão de ser inventadas – ou melhor, serão produzidas de acordo com as especificações necessárias. Dessa forma, através de seus mecanismos de socialização e ‘formação’, a sociedade manufatura o pessoal de que necessita para funcionar. O sociólogo vira de cabeça para baixo a idéia comum de que certas instituições surgem porque existem pessoas em disponibilidade. Pelo contrário, guerreiros ferozes surgem porque há exércitos a serem enviados a batalha, homens piedosos porque há igrejas a construir, eruditos porque há universidades onde lecionar e assassinos porque há crimes a cometer. Não é correto dizer que cada sociedade tem os homens que merece. Antes, cada sociedade produz os homens de que necessita. Podemos tirar algum consolo do fato de que este processo de produção às vezes enfrenta dificuldades técnicas. Veremos mais tarde que, além disso, ele pode ser sabotado”.

A tipologia dualista mocinho versus bandido atinge a instância imaginária do processo do pensamento de cada indivíduo, nas mais diferentes situações (refeitórios, restaurantes, salas de espera, etc.), mas atingem-no, sobretudo, na intimidade do lar. Onde cada indivíduo se comporta como se estivesse no Coliseu Romano assistindo um show de violência. Em foro íntimo, cada indivíduo se identifica com um ou com o outro dos litigantes, e torce a favor daquele com o qual se identifica. Conforme a biografia de vida do indivíduo, sua instância imaginária ou da fantasia pode o impelir a transformá-la em realidade.

O indivíduo moderno procede de modo semelhante ao indivíduo romano que assistia, no Coliseu, ao show de gladiadores. Cidadão romano este que erguia o braço, cerrava o punho e apontava o polegar para baixo. Para decidir, assim, contra a vida do litigante, contra o qual torce. O indivíduo contemporâneo procede, mentalmente, identificando-se ou com o “mocinho” ou com o “bandido”, e “julga” e “decide”, em fórum íntimo, contra a vida daquele contra o qual torce. Desse jeito, tais elites inculcam, induzem e estimulam a conduta violenta nos indivíduos.

Na época do Império Romano, as elites romanas utilizavam ambientes circunscritos, para estimular a conduta violenta nos indivíduos, seus concidadãos. Elas utilizavam o Coliseu e diversos outros circos espalhados pela península itálica e por diversas outras partes do império, para moldar o tipo violento de conduta nos indivíduos. A comunicação entre a “vítima”, isto é, o indivíduo do público, e, os personagens (gladiadores) do show acontecia de modo direto, in loco. Na atualidade, os recursos de mídia são mais sofisticados, permitindo a utilização de qualquer ambiente. O Coliseu foi substituído por todo o corpo social: as cidades e, sobretudo nas periferias, ou melhor, nos seus bairros de trabalhadores pobres, que são chamados de “morro”, “favela” ou “comunidade”; mas também o campo, entre os sem-terra; e as comunidades indígenas. A TV pode transmitir, simultaneamente, de qualquer lugar, as imagens e sons ao vivo ou imediatamente após a ocorrência do evento violento a ser exaltado e divulgado repetidamente.

As elites brasileiras recrutam, entre os segmentos trabalhadores pobres e os excedentes destes, elementos jovens e mais ativos para integrarem as suas forças de repressão (instrumentos físicos do poder). E, moldam e disciplinam, em suas instituições totais voltadas para isto, a conduta violenta de cada um desses seus seguranças. Conduta esta voltada para a manutenção da “boa ordem social”. Isto é, de um lado, a manutenção das condições e dos interesses tanto dessas elites abastadas e opressoras como das suas classes média odiosas, egoístas, discriminadoras e igualmente opressoras, e do outro lado, a grande massa constituída dos segmentos trabalhadores pobres e dos excedentes destes.

Através do título falso de “combater a violência e criminalidade”, as elites brasileiras portuga-descendentes e seus aliados eugenistas operam os mecanismos de produção e administração da violência social (MPAVS). Ou seja, operam, como num teatro de marionete, a vigilância e a punição, e o extermínio dos excedentes das classes trabalhadoras. Vigilância, punição e extermínio tanto do lado dos elementos jovens e mais ativos que elas recrutam para integrar suas forças de segurança como do lado dos elementos jovens e mais ativos da delinqüência que elas criam e aprimoram nos seus presídios.

Empregamos a noção de (jovem) “mais ativo”, no sentido que Nietzche atribui ao “homem ativo”. Nietzche distingue, de um lado, o “homem ativo”, e do outro, o “homem reativo”. Ele concebe o homem ativo como forte, agressivo, espontâneo; o qual:[4]
Está cem vezes mais próximo da justiça do que o homem reativo e não erra tanto o seu alvo (…) porque tem o olhar mais prevenido e a consciência mais limpa que o homem rancoroso”. O Homem reativo é aquele que atua no sentido de “santificar a vingança sob o nome de justiça, como se a justiça não fosse mais do que uma transformação do ressentimento, e também para honrar com a vingança o conjunto de todas as comoções reativas. (…) É notável que precisamente do espírito de ressentimento haja saído este novo motivo de equidade científica (em proveito do ódio, da inveja, do despeito, da desconfiança, do rancor, da vingança)”.
Do modo acima indicado, tais elites neutralizam, de ambos os lados, os elementos jovens e mais ativos oriundos dos segmentos trabalhadores pobres e, sobretudo dos excedentes destes. O objetivo desse meio perverso de moldagem de conduta, controle e mobilização social consiste em neutralizar qualquer possibilidade de revolução popular.

 

O conjunto das elites brasileiras no poder articula-se em teia e em agrupamento operatório. Assim, ele opera e agrega, aos mecanismos de produção e administração da violência, diversos outros dispositivos formais e informais. Berger cita o sociólogo americano Floyd Hunter, que estudou aquilo que nomeou de “estrutura informal de poder”:[5]
Constitui uma configuração de homens e poder que não se encontra descrita nos estatutos e que raramente aparece nos jornais (…) Poderosos interesses influenciam ou mesmo controlam as ações de autoridades eleitas segundo a lei. Esses interesses não serão encontrados no prefeitura, e sim nos escritórios de dirigentes de empresas que talvez nem mesmo se localizem nessa comunidade, nas mansões privadas de um punhado de homens poderosos, talvez nos escritórios de certos sindicatos trabalhistas ou até mesmo, em certos casos, nas sedes de organizações criminosas”.
No Brasil, a noção de “estrutura informal de poder” citada por Berger, parece ser o caso atual (aproximação das Olimpíadas e da Copa), que tem sido chamado de “ocupação militar das cidades por grupos de interesses poderosos”. Ou seja, grandes financeiras, empresas de construção, os homens mais ricos e poderosos da nação, etc., mancomunados com autoridades federais, de Estados regionais e de municípios. Eles formam grupos que atuam no sentido de desapropriar imóveis públicos, casas em bairros de trabalhadores pobres (favelas), etc., para se apoderar desses imóveis, e desenvolver construções faraônicas, etc.
5.5.4. Fatores estruturais criados e operados pelas elites na moldagem das condutas “mocinho” (versus) “bandido”
    

Articulados do modo acima indicado, o conjunto das elites brasileiras investe recursos, com os quais cria as condições estruturais necessárias para engendrar, no seio da massa da população trabalhadora e dos “excedentes destas” (desempregados, subempregados, emigrantes advindos do campo, etc.), delinqüentes, marginais, “pivetes” (menores abandonados), prostitutas, etc. Algumas das condições estruturais necessárias para tais elites produzirem, em grande número, delinquentes, etc., são: pobreza; sistema de ensino (Nova Catequese, de natureza positivista-cientificista) que produz, intencionalmente, baixo nível cultural e alienação; amparo legal para a produção e divulgação de diversas modalidades de “crack(entorpecente) ideológico (religiões, ideologias políticas, econômicas, etc.); aumento incessante do desemprego; bairros residenciais chamados, depreciativamente, de “morro”, “favela” ou “comunidade”, sem planejamento prévio; saúde mal assistida; insegurança e pânico nos respectivos bairros residenciais e nos empregos, etc.

O conjunto das elites brasileiras cria e mantém “instituições totais” ou coercitivas, para aprimorar, e, sobretudo arraigar o modelo de conduta individual, que pretende moldar. Cujo objetivo consiste em controlar e mobilizar os segmentos sociais de trabalhadores pobres e os excedentes destes. Ele cria instituições totais, a exemplo dos presídios, quartéis, escolas internas, etc.[6]

Por um lado, no sentido acima indicado, o conjunto das elites brasileiras portuga-descendentes e seus aliados eugênicos produzem e administram, perversamente, instituições totais tanto para menores como para adultos (reformatórios; presídios). As quais funcionam, entre outras coisas, e, sobretudo, respectivamente como “curso médio” e “superior” de delinquência e de bandidagem, conforme Foucault observa:[7]
Parei minha análise nos anos 1840, que, aliás, me parecem muito significativos. É nesta época que se inicia a longa concubinagem entre a polícia e a delinquência. Fez-se o primeiro balanço do fracasso da prisão: sabe-se que a prisão não reforma, mas fabrica a delinquência e os delinquentes. É este o momento que se percebe os benefícios que se pode tirar dessa fabricação. Estes delinquentes podem servir para alguma coisa, pelo menos para vigiar os delinquentes”.
Nietzche já havia alertado que os cárceres e pertinentes castigos não servem para “corrigir” o preso. Ao contrário disto, eles “endurecem: concentra e aguça os sentimentos de aversão; aumenta a força de resistência”. Nietzche mostrou, também, que o juiz e o castigador procedem de “modo análogo” ao do criminoso (“ações essencialmente criminosas”):[8]
A fé no castigo, quebrantada hoje por vários motivos, acha ainda nesta opinião o seu mais firme sustentáculo. Refiro-me aos que dizem que o castigo tem a propriedade de despertar no culpado o sentimento de falta, e que é o verdadeiro instrumento desta reação psíquica que se denomina ‘má consciência” ou “remorso’. No entanto é atentar contra a realidade e contra a psicologia, ainda pelo que diz respeito à nossa época: e quanto mais ainda se considerar a larga história do homem, toda a sua história primitiva! O verdadeiro remorso é excessivamente raro, em particular entre os malfeitores e criminosos. Os cárceres não são os lugares mais a propósito para o desenvolvimento deste bichinho roedor. Nisto são unânimes todos os observadores conscienciosos. Em tese geral, o castigo endurece: concentra e aguça os sentimentos de aversão; aumenta a força de resistência (…). Se nos transladarmos aos milhares de anos que precederam a história do homem, veremos que o castigo foi precisamente o que mais atrasou o desenvolvimento do sentimento da culpabilidade, pelo menos entre as vítimas das autoridades repressivas. E não esqueçamos que o aspecto mesmo dos processos judiciais e executivos impedem o criminoso de condenar em si o seu erro e a natureza da sua ação; porque vê cometer em serviço da justiça, cometer com tranquilidade de consciência, e, por último, aprovar a mesma espécie de ação, isto é: a espionagem, a doblez, a perfídia, toda a arte cheia de astúcia da polícia e do acusador, e logo aquelas ações essencialmente criminosas, que nem sequer têm por desculpa a paixão como o rapto, a violência, o ultraje, a prisão, o tormento e o homicida, tudo isto o juiz não o condena e reprova senão em certas circunstâncias (…). Efetivamente, durante largo tempo, o juiz e castigador não julgavam haver-se como criminoso” (os grifos em negrito são nossos).

Por outro lado, as mesmas elites brasileiras portuga-descendentes e seus aliados eugenistas recrutam, entre os mesmos segmentos sociais de trabalhadores pobres e os excedentes destes, os indivíduos que vão integrar as suas forças de repressão. E, adestra-os em suas instituições sociais pertinentes (quartéis, escolas internas, etc.), moldando-lhes o modelo violento e desinformado de conduta individual. Pois, tais elites precisam instrumentalizá-los com o objetivo de manter a “boa ordem social”. Ou seja, numa extremidade, uma minoria constituída de multimilionários antigos e emergentes, que desfruta do consumo faustoso, perdulário e conspícuo, e respectivas classes médias suas aliadas. E, na outra extremidade, a realidade das condições de vida da parcela da população que se encontra abaixo no nível de pobreza, em péssimas condições de alimentação, de saúde, de higiene, de habitação, de transporte e de segurança.

É óbvio que o conjunto das elites brasileiras precisa instrumentalizar indivíduos adestrados com o modelo de conduta altamente “disciplinados” (violentos e alienados), para manter a “boa ordem social”, que atende aos seus interesses egoísticos. Isto é, manter nos limites da miséria, a massa popular constituída de trabalhadores pobres e dos excedentes destes. Caso contrário, o indivíduo “disciplinado” no sentido da conduta correta, honesta, fraterna e dotado de consciência social crítica, certamente se sensibilizaria, diante de tamanhas contradições sociais. Ele se sensibilizaria com as injustiças sociais e com as condições de carências que as elites impõem aos trabalhadores pobres e aos excedentes destes. Assim, esse nosso indivíduo “disciplinado” tenderia a se transformar em revolucionário e passar para o lado dos desfavorecidos.

Sobre o conjunto da sociedade, as elites brasileiras portuga-descendentes agregam diversos outros meios de controle social. Os controladores da mídia operam com a produção cultural de diversas modalidades além dos enlatados americanos voltados para a exaltação da violência e a “violência show ao vivo”: show esportivo; show musical; carnaval; a transformação de todas as “manifestações culturais regionais” em produção cultural voltada para a alienação, dominação ideológica e objeto de mercantilização, etc.[9]

No que tange ao modelo de cultura acima apontado. Este é, originalmente, o modelo de cultura das elites portuguesas ladras e assassinas. As quais invadiram Pindorama, isto é, as terras dos índios, escravizaram e exterminaram-nos quase por completo. Modelo este herdado pelas elites brasileiras portuga-descendentes desde a independência (Império), que prosseguiu na república, e que vem sendo adaptado aos novos contextos históricos. Modelo de cultura ladra e assassina que foi adotado por seus aliados eugenistas, os quais foram cooptados às tais elites, durante o processo de europeização (roubo) das terras dos índios. Europeização (roubo) esta promovida pelas elites brasileiras portuga-descendentes. Enfim, modelo de cultura que foi assumido, também, pelas lideranças esquerdistas, que se deixaram cooptar pelas elites brasileiras portuga-descendentes, e que traíram, de modo desavergonhado, os segmentos de trabalhadores pobres.[10]

[1]. Ver mais MPAVS: Art. 38. Alternância no poder entre as elites leonina e raposina: a “anestesia democrática” e os MPAVS:

http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/08/alternancia-no-poder-entre-as-elites.html; Art. 40. Gladiadores do século XXI – violência show ao vivo: o novo coliseu http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/06/gladiadores-do-seculo-xxi-violencia.html

[2] . Cf. Art. 28. A malícia do Anticristo: elaborar tipologia dualista e inculcá-la no inconsciente psíquico do indivíduo:

http://tribodossantos.blogspot.com.br/2012/11/a-malicia-do-anticristo-elaborar.html

[3] Berger, Peter. Perspectivas Sociológicas. Círculo do Livro S.A. São Paulo, com autorização da Ed. Vozes, SP, 1976, 2ª edição, p.117-118.

[4]. Nietzche, F. A Genealogia da Moral. p. 70-72.

[5]. Berger, P. Perspectivas Sociológicas, p. 42-43.

[6]. Goffman, E. Manicômios, Prisões e Conventos, p. 16-32. Goffman expõe o resultado das suas pesquisas, mostrando as características das instituições totais, o mundo do internado e os meios utilizados pelos operadores, para moldar os modelos de condutas pretendidos.

[7]. Foucault, M. Microfísica do Poder, p. 136.

[8]. Nietzche, F. Genealogia da Moral, p.79-81.

[9]. Cf. Guimarães, S. P. Desafios Brasileiros na Era dos Gigantes, p. 16-17.

[10] . Cf. Art. 25. SOFONIAS no Brasil: Alternância leonina-raposina no poder; volúpia por impostos altos; políticos, juízes e poderosos corruptos (Art. 25, 3.6., p. 117-129): http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/06/alternancia-leonina-raposina-no-poder.html