Pacto social, a Justiça de Deus e o DIA DO SENHOR

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Quando o conjunto das elites (política, econômica, ideológica, jurídica, etc.) de uma nação apodrece ao ponto que ocorre, notoriamente, no Brasil, somente é legítima a Justiça do Senhor. Nosso Deus da justiça social e defensor dos “órfãos e viúvas” (segmentos sociais constituídos de trabalhadores pobres jovens e maduros). Ou seja, o Espírito Santo de Deus, Pai de Jesus e de todos nós. Mas, é legal a justiça instituída pelo conjunto das elites corruptas, vândalas e perversas, que detêm o poder do Estado brasileiro. Esta justiça é legal, mas não é legítima, no sentido da legitimidade evocada pelo Deus de Jesus e de todos nós, que amamos o Pai e o Filho. A justiça legal instituída pelas elites brasileiras corruptas e vândalas deve ser acatada (para evitar mais sacrifícios de jovens pacíficos vestidos de branco), mas mantendo-se as manifestações pacíficas nas ruas.

Na busca de consenso social urgente, deveríamos substituir a legalidade formal perversa (e também os dispositivos informais articulados a essa legalidade) instituída pelas elites brasileiras corruptas, violentas e vândalas. Deveríamos substituí-la pela legitimidade invocada por Deus, através das manifestações ordeiras da juventude trabalhadora e estudantil brasileira. Juventude esta oprimida e indignada, e assim revoltada contra tamanha corrupção, violência e exploração exercida por tais elites.

É difícil a busca sincera e honesta de um acordo social entre, de um lado, os jovens trabalhadores e estudantes pobres, honestos e pacíficos, e do outro, as elites brasileiras de natureza corrupta, vândala e perversa. Essa dificuldade se deve à natureza corrupta própria dessas elites. Não é recomendável, entretanto, que essas elites se apoiem em seus aparatos militares, e enganem os jovens e o povo em geral, forjando um “pacto social” que preserve seus interesses escusos, e que não atenue as aviltantes contradições sociais. Precisamos, contudo, empenharmo-nos com esforço, na busca sincera e honesta de um pacto social. Caso contrário, as corruptas e violentas elites brasileiras portuga-descendentes, seus aliados eugenistas e as lideranças esquerdistas traidoras dos trabalhadores pobres exacerbarão, ainda mais, as contradições sociais já aviltadas, e forçarão a antecipação e emergência do DIA DO SENHOR:

    
“Vi ainda o céu aberto: eis que aparece um cavalo branco. Seu cavaleiro chama-se Fiel e Verdadeiro, e é com justiça que ele julga e guerreia (…) Está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome é o Verbo de Deus. Seguiam-no em cavalos brancos os exércitos celestes, vestidos de linho fino e de uma brancura imaculada. De sua boca sai uma espada afiada, para com ela ferir as nações pagãs, porque ele deve governá-las com cedro de ferro, e pisar o lagar do vinho da ardente ira de Deus Dominador. Ele traz escrito no manto e na coxa: Rei dos reis e Senhor dos senhores! Vi, então, um anjo de pé sobre o sol, e a clamar em alta voz a todas as aves que voam pelo meio dos céus: ‘Vinde, reuni-vos para a grande ceia de Deus, para comerdes carnes de reis, carnes de generais e carnes de poderosos; carnes de cavalos e cavaleiros; carne de homens, livres e escravos, pequenos e grandes (os grifos em negrito são nossos). (Ap 19, 11, 13-18).
As elites brasileiras portuga-descendentes, seus aliados eugenistas e as lideranças esquerdistas traidoras dos trabalhadores pobres são, renitentemente, corruptas e insaciáveis. Elas estão forjando providências (plebiscito e reforma política), que consistem em aberrações, e que não correspondem ao acordo social, que o atual contexto nacional exige. Tais providências visam preservar, exclusivamente, seus interesses escusos, e não atendem os reclamos justos e notórios apresentados, nas manifestações de rua, pela juventude trabalhadora e estudantil oprimidas. As referidas elites corruptas se negam escutar todos os avisos, que apontam para a conveniência da elaboração e da busca sincera de um pacto social justo e que atenda aos reclamos do povo. Qual o motivo dessa recusa renitente, em escutar todos os avisos imbuídos de bom senso, os quais visam evitar a catástrofe, que tais elites estão tecendo para o futuro da nação? É que as elites brasileiras corruptas (e também as elites espanhol-descendentes e demais elites congêneres) estão embriagadas pelo poder, e pelos valores que estão acumulando e arrancados dos trabalhadores pobres. Neste contexto, é oportuno perguntar, recordando o poeta que diz: “o quê será, que será? Que todos os avisos não vão evitar”?

Já respondemos à pergunta acima indicada. Mas, em razão da gravidade da situação, é bom acrescentar e esclarecer, que tal conjunto de elites corruptas, insaciáveis e renitentes está amaldiçoado pela ira do Espírito Santo de Deus, Pai de Jesus e de todos nós. E mais, O Espírito de Deus reservou, para esse conjunto de elites e seus seguidores, a emergência do DIA DO SENHOR. O qual virá e poderá ser antecipado, na proporção que tais elites exacerbem, ainda mais, as contradições sociais já aviltadas. Neste sentido, é oportuno reiterar:

   “Vi, então, um anjo de pé sobre o sol, e a clamar em alta voz a todas as aves que voam pelo meio dos céus: ‘Vinde, reuni-vos para a grande ceia de Deus, para comerdes carnes de reis, carnes de generais e carnes de poderosos; carnes de cavalos e cavaleiros; carne de homens, livres e escravos, pequenos e grandes (os grifos em negrito são nossos). (Ap 19, 17-18).