Sistematização Teórica Gn 1-2, 1-4-a

A Sistematização Teórica (sistema total de teoria sócio-histórica) é uma da duas grandes partes (a outra grande parte é a Verificação Empírica) integrantes da Teoria da História. Ela sistematiza, com com ênfase no aspecto dialético da produção do conhecimento e respectivas transformações sócio-históricas (processo genético e estrutural), em tempo muito longo, as 7 correspondentes sucessivas etapas (não explicitadas) da Verificação Empírica. A qual tem como ênfase a Divisão Social do Trabalho, que é concebida como Instituição Estrutural Dominante e Unidade de Mudança, e respectivas “teorias de médio alcance”.

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (p.244-252) www.tribodossantos.com.br    Na teoria da genealogia de Adão, o signo “Noé” representa o longo, grave e irreversível período de depressão que afetou o grande mercado global pré-diluviano ou Pré-II Período Intermediário, por volta de 1788 a.C. e se estendeu até 1580 a.C. (tendo como parâmetro a ascensão e a queda do Médio Império Egípcio). Ou seja, a depressão Noé perdurou por mais de dois séculos. Pouco depois do período de depressão haver se iniciado, as Continue

menos de 1 minuto  Livro: Teoria da História (Art. 10, 1.2.4;1.2.5;1.2.6;1.2.7., p. 68-75) www.tribodossantos.com.br  1.2.4. Início, fim e o dilúvio no mercado regional hitita.    O mercado macro-regional hitita e o respectivo império começaram a apresentar seus respectivos apogeus por volta do ano 2000 a.C., conforme diz Burns:[1] “os hititas alcançaram o zênite de seu poder nos anos compreendidos entre 2000 a 1200 a.C.”. O “zênite” alcançado pelo mercado regional hitita em torno de 2000 a.C. foi o resultado deste mercado haver se integrado Continue

menos de 1 minuto  Livro: Os dois períodos intermediários do Antigo Egito no contexto da expansão do grande mercado em tempo longuíssimo(Art. 3, Cap II, 1.;2., p. 20-23) www.tribodossantos.com.br     O II Período Intermediário (a crise do Bronze Média) consistiu, também, numa etapa de transposição operada pelo Grande Mercado. Transposição do seu processo de expansão e complexidade, o qual transcorria nos limites da configuração espacial que englobava as civilizações pré-diluvianas ou Pré-II Período Intermediário, para alçá-lo à esfera das civilizações pós-diluvianas ou Pós-II Continue

menos de 1 minuto   Livro: Teoria da História  (Art. 37, 3.6., p. 252-255) www.tribodossantos.com.br Antes do “esfacelamento diluviano” desenvolvera-se, ainda, uma singular revolução cultural acompanhada da prática correspondente.[1] Revolução esta voltada para libertar os indivíduos do extremo estado de alienação, em que eram mantidos, sobretudo pelos sacerdotes e respectivas ideologias ou cadeias religiosas por estes operadas. Mas, mantidos alienados, também, através das cadeias ideologias de ordem política e econômica, operadas pelas respectivas elites. Os ideólogos das diversas nações de cada um dos mercados Continue

menos de 1 minuto   Livro: Teoria da História (Art. 39, 3.6.2., p. 259-265) www.tribodossantos.com.br      Voltemos nossa atenção para o singular modelo de revolução horizontal, igualitária, fraternal e pacifista, do qual falávamos anteriormente, cujo aspecto cultural (doutrina) está alicerçado e centrado na libertação do indivíduo.[1] Libertação do estado de alienação, em que o indivíduo era mantido pelos ideólogos das ideologias ou cadeias religiosas, das ideologias ou cadeias políticas e econômicas. Libertação, ainda, das múltiplas e multiformes instituições sociais (familiar, religiosa, profissional, Estado, etc.), as Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 44, 3.10., p.292-294) www.tribodossantos.com.br    Vejamos o significado da qualidade “inchada” atribuída às “águas” (Cf. Gn 7, 17), isto é, aos múltiplos e multiformes grupos sociais, respectivas relações sociais de ordem simbólica (línguas: culturas) e trocas materiais entre si.[1] Vimos que foram as pressões exercidas diretamente pelas “águas”, que romperam as “barreiras” (meios de controle social que mantinham a ordem social, contendo as “águas”, apesar das contradições sociais haverem chegado á sua fase mais aguda e Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 45, 3.11., p. 294-301) www.tribodossantos.com.br    Devemos ressaltar que a depressão Noé fora acompanhada da revolução cultural liderada pelo Escolhido, o qual libertara muitos indivíduos do estado de extrema alienação, tornando-os autoconscientes, autodiligentes e dotados de consciência social crítica e transformadora. Indivíduos estes que formavam comunidades fraterna, horizontais e pacíficas, em que imperava o igualitarismo. A manifestação desse modelo de indivíduo e respectiva forma estrutural de comunidade é que dera início ao rompimento das “barreiras” sociais. Continue

menos de 1 minuto Livro:  Teoria da História (Art. 3, Intr., p. 18-22) www.tribodossantos.com.br     O autor da Teoria da História subdividiu-a em duas grandes parte: Sistematização Teórica e Verificação Empírica . A Teoria da Genealogia de Adão está inserida na Verificação Empírica, e compreende tanto a segunda e conclusiva parte do “6° dia da criação” como todo o “7° dia da criação”. O tema do texto para teatro “Tribo dos Santos”[1] fundamenta-se em determinados pontos da Teoria da História, registrado no livro Gênese, sobretudo Continue

menos de 1 minuto Livro: Os dois períodos intermediários do Antigo Egito, no contexto da expansão do Grande Mercado em tempo muito longoArt. 8.  (Art. 8, Cap. III, 1.;2.;3.;4., p. 32-42) www.tribodossantos.com.br A gênese egípcia e a gênese mosaica        Neste capítulo, vamos apresentar uma abordagem nova acerca de um tema recorrente na arqueologia, pelo menos no âmbito da mídia. A imprensa divulga, eventualmente, notícias sensacionalistas de descobertas arqueológicas referentes à arca de Noé, no monte Ararat. Alguns religiosos propagam, de modo efusivo, tais Continue

menos de 1 minuto Livro: Os dois períodos intermediários do Antigo Egito (Art. 1, Intr., p. 9) www.tribodossantos.com.br     Os dois primeiros períodos chamados de intermediários, concernentes a sócio-história egípcia, à primeira vista, parecem desconexos ou ao menos fortuitos em relação à referida sócio-história. Eles desempenham, no entanto, funções relevantes, quando enfeixados pelo processo geral de expansão do grande mercado, e pelo prisma sócio-histórico em tempo muito longo.[1] De pronto, queremos ressaltar o fato do grande mercado (instituição social) desempenhar importante papel no curso sócio-histórico, Continue