Nietzsche versus Maomé – Parte 1: Jesus contra o poder do Estado e da religião
menos de 1 minuto Nietzsche afirmou, textualmente, em seu livro “O Anticristo- Maldição do Cristianismo” (parágrafo 42), que Paulo de Tarso era um falsário odioso, porque adulterou o sentido original tanto da vida pública revolucionária como da doutrina do Jesus Histórico. O objetivo de Paulo foi a criação da sua igreja pseudocristã, para “tiranizar as massas, transformando-as em rebanhos”. Assim, os sacerdotes retomaram o poder. Logo a seguir, Nietzsche afirma que Maomé plagiou esse modo de Paulo proceder, para criar a igreja maometana. No Continue→