Dia das Expiações – Parte 2 de “Nietzsche versus Maomé”

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Segundo a perspectiva sócio-histórica em muito longa duração, o modelo do movimento revolucionário desencadeado pelo Jesus Histórico e prosseguido pelos Apóstolos e seus fiéis sucessores, era de natureza igualitária, fraternal e pacifista, e notadamente constituído por núcleos comunais, estrategicamente descentralizados. Modelo esse que atuou contra o modelo hierarquizado e autoritariamente centralizado, tanto próprio do Império Romano como das instituições sociais religiosas daquela época, e que atuou, em particular, contra o bloco hegemônico judeu (fariseus e saduceus). Desse modo, a referida revolução solapou, gradativamente, as bases valorativas desse conjunto de instituições sociais coletivas hierarquizadas e centralizadas, e provocou a posterior queda e fragmentação do Império. Conjunto esse que reagiu, entretanto, através de um grupo de ideólogos liderados por Paulo de Tarso e embebidos da cultura grego-judaica, através de um poderoso movimento religioso contra-revolucionário pseudocrístão, precisamente de natureza hierarquizada e autoritariamente centralizado. O qual se fragmentou nas religiões católica, ortodoxa, maometana, e nas religiões protestantes e evangélicas oriundas da católica. Empregamos o “ritual” (teoria) do “Dia das expiações”, para focalizar a referida realidade sócio-histórica em muito longa duração. Link de “Nietzsche versus Maomé”: http://tribodossantos.com.br/2016/03/nietzsche-versus-maome-o-estado-islamico-protestante-ortodoxo-e-catolico-jesus-contra-o-poder-do-estado-e-da-religiao-o-dia-da-expiacao/

1 comentário

  1. Francisco Machado

    Segundo a perspectiva sócio-histórica em muito longa duração, o modelo do movimento revolucionário desencadeado pelo Jesus Histórico e prosseguido pelos Apóstolos e seus fiéis sucessores, era de natureza igualitária, fraternal e pacifista, e notadamente constituído por núcleos comunais, estrategicamente descentralizados. Modelo esse que atuou contra o modelo hierarquizado e autoritariamente centralizado, tanto próprio do Império Romano como das instituições sociais religiosas daquela época, e que atuou, em particular, contra o bloco hegemônico judeu (fariseus e saduceus). Desse modo, a referida revolução solapou, gradativamente, as bases valorativas desse conjunto de instituições sociais coletivas hierarquizadas e centralizadas, e provocou a posterior queda e fragmentação do Império. Conjunto esse que reagiu, entretanto, através de um grupo de ideólogos liderados por Paulo de Tarso e embebidos da cultura grego-judaica, através de um poderoso movimento religioso contra-revolucionário pseudocrístão, precisamente de natureza hierarquizada e autoritariamente centralizado. O qual se fragmentou nas religiões católica, ortodoxa, maometana, e nas religiões protestantes e evangélicas oriundas da católica. Empregamos o “ritual” (teoria) do “Dia das expiações”, para focalizar a referida realidade sócio-histórica em muito longa duração. Link de “Nietzsche versus Maomé”: http://tribodossantos.com.br/2016/03/nietzsche-versus-maome-o-estado-islamico-protestante-ortodoxo-e-catolico-jesus-contra-o-poder-do-estado-e-da-religiao-o-dia-da-expiacao/

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