Nietzsche versus Maomé – Parte 1: Jesus contra o poder do Estado e da religião

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Nietzsche afirmou, textualmente, em seu livro “O Anticristo- Maldição do Cristianismo” (parágrafo 42), que Paulo de Tarso era um falsário odioso, porque adulterou o sentido original tanto da vida pública revolucionária como da doutrina do Jesus Histórico. O objetivo de Paulo foi a criação da sua igreja pseudocristã, para “tiranizar as massas, transformando-as em rebanhos”. Assim, os sacerdotes retomaram o poder. Logo a seguir, Nietzsche afirma que Maomé plagiou esse modo de Paulo proceder, para criar a igreja maometana. No Presente vídeo, mostramos que tanto a igreja criada por Paulo, como as demais derivadas dela (católica, ortodoxa, protestante, evangélica, etc.), e também a igreja maometana seguem o mesmo modelo de instituição social religiosa hierarquizada e em rede autoritariamente centralizada. Modelo este criado por Paulo o Anticristo, como meio de combater e impedir ao desenvolvimento do modelo revolucionário de “igreja”, que o Jesus Histórico desencadeou, e que foi propagado pelos genuínos Apóstolos e seus fiéis seguidores. Cuja natureza era igualitária, fraternal e pacifista. Mas também, notadamente constituída por núcleos comunais intencionalmente anti-hierárquicos e em rede descentralizada, que Jesus projetara, precisamente, como forma de combater a hierarquização política e autoritária em rede centralizada, peculiar tanto ao Império Romano como às religiões, então, vigentes. Link de “Nietzsche versus Maomé”: http://tribodossantos.com.br/2016/03/nietzsche-versus-maome-o-estado-islamico-protestante-ortodoxo-e-catolico-jesus-contra-o-poder-do-estado-e-da-religiao-o-dia-da-expiacao/