Sistematização Teórica Gn 1-2, 1-4-a
menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 15, 2.2.2., p. 100-109) www.tribodossantos.com.br Para entendermos a teoria da “árvore frutífera” temos que considerar, previamente, que o elaborador da Teoria da História em apreço, primeiramente concebe o indivíduo como um sujeito estruturado, nos termos de um conjunto complexo de conduta. O qual é constituído de um campo subjetivo e motivador do campo objetivo. O campo subjetivo é constituído de diversos fatores, entre os quais o fator afetivo ou sentimental é determinante e condiciona, Continue→
menos de 1 minuto Livro Teoria da História (Art. 18, 2.2.6., p. 118-124) www.tribodossantos.com.br O intelectual (árvore) do tipo ideólogo elabora e opera, basicamente, com ideologias dualistas (ciência do bem e do mal), mas apresenta outras características igualmente relevantes. Ele exerce, também, a função de liderança política, sobretudo através da indução ideológica (“oratória”: discurso falseado, mas poderosamente sedutor), com a qual, opera sobre os indivíduos de “senso” comum (erva) e respectivos segmentos sociais. A forma material de existência do ideólogo-feiticeiro (“árvore-serpente”) apresenta, Continue→
menos de 1 minuto Livro: Teria da História (Art. 19, 2.2.7., p. 127-137) www.tribodossantos.com.br O autor da Teoria da História registrada no livro Gênese, subdividiu-a em Sistematização Teórica e Verificação Empírica. Na Verificação Empírica (cf. Gn 2, 8-9), a “árvore da vida” (conjunto complexo de conduta positivamente integrado) e a “árvore da ciência do bem e do mal” (singular conjunto complexo de conduta negativamente integrado) podem ser pensadas, como sendo dois tipos ideais, que são representados, respectivamente, no “4° dia da criação ST”, Continue→
menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 20, 2.2.8.; 2.2.9., p. 137-140) www.tribodossantos.com.br Agora que estamos aparelhados com os conteúdos dos artigos precedentes, podemos tratar, especificamente, da teoria da ação social e da reprodução social da conduta, Teoria esta representada, metafórica e dedutivamente, por um lado, na noção de “árvores que produzem frutos segundo sua espécie, contendo o fruto a sua semente”, e por outro lado, na noção de “ervas que contêm semente segundo a sua espécie”. Alguns aspectos dessa Continue→
menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 21, 2.2.10., p. 140-148) www.tribodossantos.com.br Vimos anteriormente (Art. 16), que o símbolo árvore representa, por um aspecto, o papel social (planta) peculiar ao intelectual, e por outro aspecto, representa o campo subjetivo e motivador próprio desse tipo de papel social.[1] O “fruto” é produzido, ou seja, ele é motivado pela “árvore” (campo subjetivo do intelectual). Ele é produzido ou motivado “segundo a sua espécie”, e “contém a sua semente”. Assim, o fruto (que contém Continue→
menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 23, 2.4., p. 158-161) www.tribodossantos.com.br Vimos que o elaborador da Teoria da História a subdividiu, no livro Gênese, em duas grandes partes, que chamamos de Sistematização Teórica e Verificação Empírica. Ele escolheu a instituição da divisão social do trabalho como instituições estruturais dominante e “unidade de mudança”. Em outros termos, como fio condutor do processo genético sócio-histórico e respectivos desdobramentos transcorrido em tempo muito longo.[1] Ele desenvolveu e articulou diversas teorias de “médio alcance”, Continue→
menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 42, 3.8., p.278-283) www.tribodossantos.com.br O elaborador da Teoria da História subdividiu-a em duas grandes perspectivas sócio-históricas, que chamamos de Sistematização Teórica (cf. Gn 1, 1-2, 4-a) e Verificação Empírica (cf. Gn 2, 4-b-8, 18). Ele concebe que no segundo dia da criação “ST” (Sistematização Teórica), o Trabalho Natura-Social desenvolveu a linguagem (firmamento dos céus) entre os grupos de indivíduos. Linguagem esta que gerou as elementares estruturas sociais permanentes, que consistem na diferenciação e na Continue→
menos de 1 minuto O autor da Teoria da História inscrita no livro Gênese, subdividiu-a em duas grandes partes, que chamamos de Sistematização Teórica e Verificação Empírica. O Segundo Dia da Criação (Gn 1, 6-8) focaliza o nascimento da linguagem, na parte da Teoria da História que chamamos de Sistematização Teórica. O texto “Gn 1, 6-8″ referente ao Segundo Dia da Criação corresponde, na outra parte da Teoria da História, que nomeamos de Verificação Empírica, ao trecho Gn 2, 6-7. No artigo Continue→
menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 40, 3.7; 3.7.1, p. 265-274) www.tribodossantos.com.br O autor da Teoria da História subdividiu-a em duas grandes perspectivas sócio-históricas, que denominamos de Sistematização Teórica (cf. Gn 1, 1-2, 4-a) e Verificação Empírica (cf. Gn 2, 4-b-8, 18). Cada uma dessas duas perspectivas sócio-históricas focaliza cada um dos sete dias da criação. No 1° dia da criação “ST” (Sistematização Teórica), o autor aborda o ponto de partida da gênese da sociedade humana, como totalidade e Continue→
menos de 1 minuto Livro Teoria da História (Art. 41, 3.7.2., p. 274-278) www.tribodossantos.com.br O autor da Teoria da História dividiu-a em duas grandes partes: Sistematização Teórica e Verificação Empírica. O 1° dia da criação “ST”, isto é, esse 1° dia inscrito na Sistematização Teórica engloba as duas fases do processo geral de formação da Estrutura do Sujeito Social. No artigo anterior (Primeira fase da Estrutura do Sujeito Social), esclarecemos o significado do signo “águas”, o qual foi empregado pelo autor da Teoria Continue→