Francisco Machado

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 16, 2.2.3., p. 109-111) www.tribodossantos.com.br      Vejamos o ponto do pensamento do Mestre, que trata da noção de conjunto complexo da conduta individual, e emprega as noções de “ervas que contêm sementes”, e, “árvore frutífera” como metáforas concernentes a esse conjunto. Jesus opera com a Teoria da História registrada no livro Gênese. Esta teoria concebe, na parte concernente ao “terceiro dia da criação” do sistema total de teoria sócio-histórica (Sistematização Teórica), que o Trabalho Natura-Social (Deus Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 15, 2.2.2., p. 100-109) www.tribodossantos.com.br    Para entendermos a teoria da “árvore frutífera” temos que considerar, previamente, que o elaborador da Teoria da História em apreço, primeiramente concebe o indivíduo como um sujeito estruturado, nos termos de um conjunto complexo de conduta. O qual é constituído de um campo subjetivo e motivador do campo objetivo. O campo subjetivo é constituído de diversos fatores, entre os quais o fator afetivo ou sentimental é determinante e condiciona, Continue

menos de 1 minuto Livro Teoria da História  (Art. 18, 2.2.6., p. 118-124) www.tribodossantos.com.br    O intelectual (árvore) do tipo ideólogo elabora e opera, basicamente, com ideologias dualistas (ciência do bem e do mal), mas apresenta outras características igualmente relevantes. Ele exerce, também, a função de liderança política, sobretudo através da indução ideológica (“oratória”: discurso falseado, mas poderosamente sedutor), com a qual, opera sobre os indivíduos de “senso” comum (erva) e respectivos segmentos sociais.     A forma material de existência do ideólogo-feiticeiro (“árvore-serpente”) apresenta, Continue

menos de 1 minuto  Livro: Teoria da História (Art. 21, 2.2.10., p. 140-148) www.tribodossantos.com.br     Vimos anteriormente (Art. 16), que o símbolo árvore representa, por um aspecto, o papel social (planta) peculiar ao intelectual, e por outro aspecto, representa o campo subjetivo e motivador próprio desse tipo de papel social.[1] O “fruto” é produzido, ou seja, ele é motivado pela “árvore” (campo subjetivo do intelectual). Ele é produzido ou motivado “segundo a sua espécie”, e “contém a sua semente”. Assim, o fruto (que contém Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 23, 2.4., p. 158-161) www.tribodossantos.com.br      Vimos que o elaborador da Teoria da História a subdividiu, no livro Gênese, em duas grandes partes, que chamamos de Sistematização Teórica e Verificação Empírica.  Ele escolheu a instituição da divisão social do trabalho como instituições estruturais dominante e “unidade de mudança”. Em outros termos, como fio condutor do processo genético sócio-histórico e respectivos desdobramentos transcorrido em tempo muito longo.[1] Ele desenvolveu e articulou diversas teorias de “médio alcance”, na Continue

menos de 1 minuto    O autor da Teoria da História inscrita no livro Gênese, subdividiu-a em duas grandes partes, que chamamos de Sistematização Teórica e Verificação Empírica. O Segundo Dia da Criação (Gn 1, 6-8) focaliza o nascimento da linguagem, na parte da Teoria da História que chamamos de Sistematização Teórica. O texto “Gn 1, 6-8”  referente ao Segundo Dia da Criação corresponde, na outra parte da Teoria da História, que nomeamos de Verificação Empírica, ao trecho Gn 2, 6-7.    No artigo Continue

menos de 1 minuto    É oportuno alguns esclarecimentos. O autor da Teoria da História subdividiu-a em duas grandes parte: Sistematização Teórica e Verificação Empírica. O trecho Gn 1-2, 1-4-a está inserido na Sistematização Teórica; o trecho Gn 2, 4-b-8,18 está inscrito na Verificação Empírica. O desenvolvimento da Estrutura do Sujeito Social é focalizado no “1° dia da criação ST” (Primeiro Dia da Criação (Gn 1, 1-5) exposto na grande parte chamada “Sistematização Teórica“) que integra a Teoria da História. O Trabalho Natura-Social (o Criador) Continue

menos de 1 minuto  Livro Teoria da História (Art. 13, 2.1.2; 2.1.3., p. 91-96) www.tribodossantos.com.br      O autor pré-diluviano da Teoria da História concebe o Criador como Deus, isto é fator determinante básico da criação, transformação e manutenção do mundo e dos homens. Para ele, o criador de todas as coisas consiste, portanto, no Trabalho Natura-Social. Este é o fator determinante básico e subjacente de todo processo genético sócio-histórico. Esse processo pode ser pensado, segundo terminologias modernas, como processo genético-dialético de produção do conhecimento, Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 4, Intr. p. 22-32) www.tribodossantos.com.br     No primeiro capítulo do livro Teoria da História, focalizaremos o grande mercado global pré-diluviano.[1] Mostramos onde, quando e como ele se formou. Esse grande mercado se desenvolveu a partir do processo de expansão, complexidade e interligação de diversos mercados macro-regionais. Todos eles tinham como base a cidade-estado. Focalizamos a data aproximada do processo de formação de cada um dos mercados macro-regionais, e suas respectivas conexões com outros mercados macro-regionais. Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (p.244-252) www.tribodossantos.com.br    Na teoria da genealogia de Adão, o signo “Noé” representa o longo, grave e irreversível período de depressão que afetou o grande mercado global pré-diluviano ou Pré-II Período Intermediário, por volta de 1788 a.C. e se estendeu até 1580 a.C. (tendo como parâmetro a ascensão e a queda do Médio Império Egípcio). Ou seja, a depressão Noé perdurou por mais de dois séculos. Pouco depois do período de depressão haver se iniciado, as Continue