março 2015

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 21, 2.2.10., p. 140-148) www.tribodossantos.com.br    Vimos anteriormente (Art. 16), que o símbolo árvore representa, por um aspecto, o papel social (planta) peculiar ao intelectual, e por outro aspecto, representa o campo subjetivo e motivador próprio desse tipo de papel social.[1] O “fruto” é produzido, ou seja, ele é motivado pela “árvore” (campo subjetivo do intelectual). Ele é produzido ou motivado “segundo a sua espécie”, e “contém a sua semente”. Assim, o fruto (que contém implícita Continue

menos de 1 minuto   Livro: Teoria da História (Art. 20, 2.2.8.; 2.2.9., p. 137-140) www.tribodossantos.com.br       Agora que estamos aparelhados com os conteúdos dos artigos precedentes, podemos tratar, especificamente, da teoria da ação social e da reprodução social da conduta, Teoria esta representada, metafórica e dedutivamente, por um lado, na noção de “árvores que produzem frutos segundo sua espécie, contendo o fruto a sua semente”, e por outro lado, na noção de “ervas que contêm semente segundo a sua espécie”. Alguns aspectos Continue

menos de 1 minuto Livro: Teria da História (Art. 19, 2.2.7., p. 127-137) www.tribodossantos.com.br     O autor da Teoria da História registrada no livro Gênese, subdividiu-a em Sistematização Teórica e Verificação Empírica. Na Verificação Empírica (cf. Gn 2, 8-9), a “árvore da vida” (conjunto complexo de conduta positivamente integrado) e a “árvore da ciência do bem e do mal” (singular conjunto complexo de conduta negativamente integrado) podem ser pensadas, como sendo dois tipos ideais, que são representados, respectivamente, no “4° dia da criação ST”, Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 16, 2.2.3., p. 109-111) www.tribodossantos.com.br      Vejamos o ponto do pensamento do Mestre, que trata da noção de conjunto complexo da conduta individual, e emprega as noções de “ervas que contêm sementes”, e, “árvore frutífera” como metáforas concernentes a esse conjunto. Jesus opera com a Teoria da História registrada no livro Gênese. Esta teoria concebe, na parte concernente ao “terceiro dia da criação” do sistema total de teoria sócio-histórica (Sistematização Teórica), que o Trabalho Natura-Social (Deus Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 15, 2.2.2., p. 100-109) www.tribodossantos.com.br    Para entendermos a teoria da “árvore frutífera” temos que considerar, previamente, que o elaborador da Teoria da História em apreço, primeiramente concebe o indivíduo como um sujeito estruturado, nos termos de um conjunto complexo de conduta. O qual é constituído de um campo subjetivo e motivador do campo objetivo. O campo subjetivo é constituído de diversos fatores, entre os quais o fator afetivo ou sentimental é determinante e condiciona, Continue

menos de 1 minuto Livro Teoria da História  (Art. 18, 2.2.6., p. 118-124) www.tribodossantos.com.br    O intelectual (árvore) do tipo ideólogo elabora e opera, basicamente, com ideologias dualistas (ciência do bem e do mal), mas apresenta outras características igualmente relevantes. Ele exerce, também, a função de liderança política, sobretudo através da indução ideológica (“oratória”: discurso falseado, mas poderosamente sedutor), com a qual, opera sobre os indivíduos de “senso” comum (erva) e respectivos segmentos sociais.     A forma material de existência do ideólogo-feiticeiro (“árvore-serpente”) apresenta, Continue

menos de 1 minuto  Livro: Teoria da História (Art. 21, 2.2.10., p. 140-148) www.tribodossantos.com.br     Vimos anteriormente (Art. 16), que o símbolo árvore representa, por um aspecto, o papel social (planta) peculiar ao intelectual, e por outro aspecto, representa o campo subjetivo e motivador próprio desse tipo de papel social.[1] O “fruto” é produzido, ou seja, ele é motivado pela “árvore” (campo subjetivo do intelectual). Ele é produzido ou motivado “segundo a sua espécie”, e “contém a sua semente”. Assim, o fruto (que contém Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 23, 2.4., p. 158-161) www.tribodossantos.com.br      Vimos que o elaborador da Teoria da História a subdividiu, no livro Gênese, em duas grandes partes, que chamamos de Sistematização Teórica e Verificação Empírica.  Ele escolheu a instituição da divisão social do trabalho como instituições estruturais dominante e “unidade de mudança”. Em outros termos, como fio condutor do processo genético sócio-histórico e respectivos desdobramentos transcorrido em tempo muito longo.[1] Ele desenvolveu e articulou diversas teorias de “médio alcance”, na Continue

menos de 1 minuto    O autor da Teoria da História inscrita no livro Gênese, subdividiu-a em duas grandes partes, que chamamos de Sistematização Teórica e Verificação Empírica. O Segundo Dia da Criação (Gn 1, 6-8) focaliza o nascimento da linguagem, na parte da Teoria da História que chamamos de Sistematização Teórica. O texto “Gn 1, 6-8”  referente ao Segundo Dia da Criação corresponde, na outra parte da Teoria da História, que nomeamos de Verificação Empírica, ao trecho Gn 2, 6-7.    No artigo Continue

menos de 1 minuto    É oportuno alguns esclarecimentos. O autor da Teoria da História subdividiu-a em duas grandes parte: Sistematização Teórica e Verificação Empírica. O trecho Gn 1-2, 1-4-a está inserido na Sistematização Teórica; o trecho Gn 2, 4-b-8,18 está inscrito na Verificação Empírica. O desenvolvimento da Estrutura do Sujeito Social é focalizado no “1° dia da criação ST” (Primeiro Dia da Criação (Gn 1, 1-5) exposto na grande parte chamada “Sistematização Teórica“) que integra a Teoria da História. O Trabalho Natura-Social (o Criador) Continue