março 2015

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menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 1: Intr. P. 10-14)  www.tribodossantos.com.br    É oportuno tecermos alguns comentários a respeito de determinados aspectos do contexto em que elaboramos a obra Teoria da História[1] e também o texto teatral Tribo dos Santos[2]. Aliás, as hipóteses que nortearam nossas pesquisas e as constatações que chegamos, as quais estão expostas aqui, servem para embasar teoricamente o referido texto para teatro.     De modo geral, os indivíduos vêm sendo assolados pela globalização, sobremodo àqueles que vivem nas Continue

menos de 1 minuto Livro: O Dilúvio – Na cronologia da realidade sócio-histórica pré e pós-diluviana interpretada pela cronologia da teoria da genealogia de Adão – LINHA DO TEMPO (Art. 24, Conc., p. 114-116) www.tribodossantos.com.br    A título de conclusão, quero enfatizar o fato da crise dos anos 70-80 do século passado, haver diferido das precedentes, por diversos aspectos. Em primeiro lugar, ela apresenta uma dimensão incomparavelmente maior que as anteriores. Em segundo lugar, ela só pode ser entendida, claramente, pela perspectiva que focaliza Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 47, 3.5.1; 3.5.2., p. 246-252) www.tribodossantos.com.br    Algum tempo após o início da depressão Noé e antes do esfacelamento diluviano, o grande mercado global pré-diluviano ou Pré-II Período Intermediário já mostrava apenas alguns indícios de sua gradual e ulterior fragmentação em três grandes mercados macro-regionais. Indícios estes representados no nascimento dos três filhos de Noé (Cf, Gn 5, 32): o mercado macro-regional constituído pelo mesopotâmico e adjacências representado no signo “Sem”; o mercado macro-regional constituído Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 45, 3.11., p. 294-301) www.tribodossantos.com.br    Devemos ressaltar que a depressão Noé fora acompanhada da revolução cultural liderada pelo Escolhido, o qual libertara muitos indivíduos do estado de extrema alienação, tornando-os autoconscientes, autodiligentes e dotados de consciência social crítica e transformadora. Indivíduos estes que formavam comunidades fraterna, horizontais e pacíficas, em que imperava o igualitarismo. A manifestação desse modelo de indivíduo e respectiva forma estrutural de comunidade é que dera início ao rompimento das “barreiras” sociais. Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 34, 3.3., p. 237-239) www.tribodossantos.com.br     Vimos que a Sexta Dinastia (Henoc) e com ela a Antigo Império houveram regredido ao modelo feudal de formação social. Assim, teve início a Idade Feudal Egípcia, que é chamada, também, de Primeiro Período Intermediário, e que o autor da Teoria da História representou no signo Matusalém. Vimos, ainda, que o modelo feudal de formação social engendrou, intrinsecamente, o Médio Império (2100 a 1788 a.C.). O qual atuou, por Continue

menos de 1 minuto  Livro: O DILÚVIO – Na cronologia da realidade sócio-histórica pré e pós-diluviana interpretada pela cronologia da teoria da genealogia de Adão – LINHA DO TEMPO: (Art. 7, Cap. I., 4.-b, p. 33-35) www.tribodossantos.com.br           No presente texto, aplicamos a teoria da genealogia de Adão como modelo teórico e método de interpretação, também da realidade sócio-histórica pós-diluviana. Assim, verificamos a seguinte hipótese: o processo de expansão seguido de regressão atinente ao Grande Mercado pós-diluviano (= Pós-II Período Intermediário) estaria apresentando padrão Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História  (Art. 32, 3.1., p. 220-221) www.tribodossantos.com.br A teoria da genealogia de Adão nos informa que o Escolhido, ou seja, “Deus Conosco” (Emanuel) “andou”, isto é, emergiu e foi eliminado no contexto Henoc pré-diluviano. Este signo, já sabemos, representa a Sexta Dinastia Egípcia ou sexta escala imperial de expansão do grande mercado, o que dá no mesmo, na fase pré-diluviana.[1] Neste sentido, vejamos (Gn 5, 24): “Henoc andou com Deus, e desapareceu, porque Deus o levou”. Isto Continue

menos de 1 minuto Livro: Os dois períodos intermediários do Antigo Egito no contexto da expansão do grande mercado em tempo longuíssimo: (Art. 3, Cap II, 1.;2., p. 20-23) www.tribodossantos.com.br    O II Período Intermediário (a crise do Bronze Média) consistiu, também, numa etapa de transposição operada pelo Grande Mercado. Transposição do seu processo de expansão e complexidade, o qual transcorria nos limites da configuração espacial que englobava as civilizações pré-diluvianas ou Pré-II Período Intermediário, para alçá-lo à esfera das civilizações pós-diluvianas ou Pós-II Continue

menos de 1 minuto Livro: O DILÚVIO – Na cronologia da realidade sócio-histórica pré e pós-diluviana interpretada pela cronologia da teoria da genealogia de Adão – LINHA DO TEMPO: (Art. 22, Cap. IV, p. 99-110) www.tribodossantos.com.br          No livro O DILÚVIO, apresentamos a teoria da genealogia de Adão aplicada em três distintos quadros, todos na forma de LINHA DO TEMPO.[1] Neste terceiro quadro, focalizamos a teoria da genealogia de Adão aplicada na ordem cronológica da era pós-diluviana, a qual ainda vigora. Era esta que Continue

menos de 1 minuto   Livro: O DILÚVIO – Na cronologia da realidade sócio-histórica pré e pós-diluviana interpretada pela cronologia da teoria da genealogia de Adão – LINHA DO TEMPO: (Art. 18, Cap. IV, p. 74-76) www.tribodossantos.com.br          No livro O DILÚVIO, apresentamos a teoria da genealogia de Adão aplicada em três distintos quadros, todos na forma de LINHA DO TEMPO.           No primeiro quadro, apresentamos a referida teoria aplicada na ordem cronológica da era pré-diluviana. Era esta que subdividimos em duas sucessivas fases Continue