Os internautoides, os blogueiroides e seus respectivos factóides

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Os internautoides profissionais e os blogueitoides (e os respectivos factoides) são controlados por grupos de interesses escusos, nacionais e alienígenas. Assim, eles replicam na internet a ditadura midiática modelo globo de vandalismo cultural. Esta estratégia internauta de controle da opinião publica têm sido muito eficaz, nas redes sociais. Os internautoides profissionais e os blogueitoides  produzem o estado de “morte” (alienação), através de “pronta, movimentada e repetida hiper-dose” de informações alienantes, que são introjetadas, assim que o internauta acessa a internet, no entendimento dessa vítima.[1] Informações alienantes dos tipos: bipolarização corja da esquerda versus corja da direita, por exemplo: Dilma versus Cunha; exaltação de esportes, sobretudo futebol; exaltação de shows musicais como o Rock in Rio; exaltação de casos de amor a exemplo da “separação da Joelma e do Chimbinha”, etc.

Impressionante! A gravíssima e catastrófica realidade nacional decorre dos exorbitantes valores pagos, em razão da volumosa dívida odiosa (pública e externa) voltada para saciar os abomináveis e desoladores banqueiros internacionais. Essa realidade catastrófica não desperta, porém, do estado de “morto” (alienado) – deixa que os mortos enterrem seus mortos – os indivíduos. Os quais integram a massa da população, a qual vem sendo oprimida pela referida catástrofe social, política e econômica.

Dívida odiosa consiste numa noção legal, que pode ser útil, para a nação, no sentido desta se eximir da parte corrupta da dívida. Para isto, cada indivíduo deveria se esforçar, em sair do estado de “morto” (alienado), e se mobilizar, no sentido de exigir a Auditoria Cidadã da Dívida:[2]

À luz da Lei internacional dívida odiosa é uma teoria legal que sustenta que a dívida nacional incorrida por um regime político, com propósitos que não servem os interesses de uma nação, não deve ser compulsória. Portanto, segundo esta doutrina tais dívidas são consideradas como dívidas pessoais de um regime que nelas incorreu e não dívidas do estado. Em alguns aspectos, este conceito é análogo à invalidez de um contrato assinado sob coerção”.

Alguns internautas estão libertos da bitola do bem e do mal. Desse modo, eles procuram alertar, aos demais integrantes das redes sociais, acerca da grave e aterradora realidade nacional decorrente da dívida odiosa. Eles alertam, também, quanto à origem corrupta dessa dívida, a sua inserção no Sistema da Dívida (Maria Lúcia Fattorelli), e o modo possível de atenuá-la.[3] Isto é, promover a Auditoria Cidadã da Dívida, mas de modo sério e honesto, o que é muito difícil, no país da corrupção, mas é uma tentativa válida. Todo esforço convém ser concentrado nessa direção.

Note, no entanto, quando internautas tipo “liberto da bitola do bem e do mal” divulgam os alertas acima indicados, a rede social é inundada, de pronto, de enxurradas de factoides, pelos internautoides profissionais (e mesmo pelos simplórios e inocentes replicadores do sprey bipolar) e os blogueiroides.  Inundação cujo objetivo consiste em desviar a atenções dos internautas em geral, com relação aos fatos denunciados pelos internautas libertos da referida bitola. Isto tem se mostrado bem evidente, nas redes sociais.

O estado de “morto” (alienado) pertinente aos indivíduos da massa popular e a consequente imobilização popular desses “cadáveres” era de se esperar. Em primeiro lugar, em razão do histórico modo sistemático de produção desse estado de “morte” (alienação), que a aristocracia ladra e assassina portuguesa e seus sacerdotes da Igreja (catequese religiosa) aplicaram sobre o povo, durante todo o período colonial. Desse modo, a identidade cultural da nação foi se formando, de modo lamentável. Em segundo lugar, o referido estado “cadavérico” e a respectiva imobilização social foram realimentados, pela casta portuga-descendente e seus aliados eugenistas. Os quais vêm incrementando o retardamento do desenvolvimento cultural da nação, sobretudo a partir da proclamação da república, com a “nova catequese positivista- cientificista” (Sistema de Ensino).

Mais recentemente, a proliferação de novas modalidades de cracks religiosos de diversas denominações (protestantes, evangélicos, budistas, maometanos, etc.) vem contribuindo para a alienação e imobilização popular. Imobilização exceto para eleger os respectivos picaretas sacerdotais (bancada sacerdotal). Diversas outras estratégias político-ideológicas de moldagem de conduta e de controle social também têm contribuído, para a alienação e imobilização social do povo, senão para mobilizá-lo, mas no sentido contrário aos seus interesses: o período da ditadura (centralização política) e o desenvolvimento da ditadura midiática padrão globo de vandalismo cultural; o subsequente período de anestesia democrática (abertura política) e a cooptação da corja de líderes esquerdistas feita pela casta e seus aliados eugenistas; e a atual fase da ditadura corruptocrática (novo período de fechamento político)

 

[1] Cf. Jesus vê os indivíduos como alienados e submissos aos ideólogos, e chama-os de “mortos”: ; Cf. Noção de “morte” (alienação) usada por Jesus:

http://www.tribodossantos.blogspot.com.br/#!http://tribodossantos.blogspot.com/2012/10/nocao-de-morte-alienacao-chave-para-o-nt.html

;  importante chave para entender diversos trechos do NT: http://www.tribodossantos.blogspot.com.br/#!http://tribodossantos.blogspot.com/2012/10/nocao-de-morte-alienacao-chave-para-o-nt.html

[2] Cf. Dívida odiosa: Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%ADvida_odiosa

[3] Palestra acerca do Sistema da Dívida no Brasil e seus Impactos Sociais – íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=yUpVQu9WHyQ