O spray de “pimenta” bipolar, a Abominação da Desolação e a dívida pública brasileira

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   A casta portuga-descendente e seus aliados eugenistas desenvolveram uma poderosa e sofisticada arma contra a massa popular: o SPRAY DE “PIMENTA” BIPOLAR “DIREITA versus ESQUERDA”. A casta e seus aliados se dissimulam por detrás dessa poderosa arma, que projeta uma venenosa “nuvem” (discurso) nos “olhos” (entendimento) das pessoas do povo. Cujo objetivo consiste em não deixar que essas pessoas entendam, ALÉM DO BEM E DO MAL, o atual quadro nacional inserido no contexto internacional. Quadro que se desdobra em dois.

No primeiro quadro, não podemos perder de vista, que a corja de líderes esquerdistas do PT, oriundos da antiga classe média da casta e seus aliados eugenistas, outrora fora cooptada, precisamente, por esta maldita aliança, com dois objetivos. Por um lado, para esvaziar as demandas por justiça social, dos segmentos populares (trabalhadores, mestiços, negros, nordestinos, sem terra, sem teto, e brancos pobres, etc.) liderados pela corja de esquerda. E por outro lado, sabedores que os líderes petistas se tratavam de pessoas de ma fé e corruptas, a casta e seus aliados esperavam contar com eles, para dividir consigo, a espoliação sobre os cofres públicos e sobre os trabalhadores em geral. Mas, sem muita contestação popular, embora sem que as “bases populares” recebessem os benefícios prometidos por suas supostas lideranças. Pois esse foi o acordo estabelecido entre a corja da esquerda, e, a casta e eugenistas e mais a corja direitista destes.

A corja de esquerda vinha cumprindo fielmente a sua parte do acordo sujo. Os sem terra e os sem teto continuaram assim, sem que suas lideranças fizessem a reforma agrária e a habitacional. Continuou e até aumentou o genocídio de mestiços, negros, nordestinos retirantes e brancos pobres, nos bairros residências de trabalhadores pobres (morro, favela, comunidade). Nenhum líder nordestino, a exemplo de Lula, fez nada contra isto. As ditas lideranças de movimentos negros continuaram comendo nas mãos da casta e dos eugenistas (racistas), e simplesmente ignorando tal genocídio. As conquistas trabalhistas foram aniquiladas, sobretudo sob o governo dos líderes trabalhistas, a exemplo de Lula e Dilma. Os novos bandeirantes da desgraça dos índios, geralmente de origem eugenista, do Sul do país e de são Paulo, continuam roubando terras e exterminando índios. E assim vem seguindo a procissão macabra, liderada pela casta portuga-descendente e seus aliados eugenistas, as quais arrastam a nação brasileira, para o buraco, onde a Grécia já se encontra.[1]

 

O acordo sujo apontado acima, então, vinha andando muito bem, até que, inesperadamente, a casta, seus aliados eugenistas, a corja de direita e também a própria corja de esquerda ficaram estupefatas, diante das manifestações de 2013. Eles entenderam desde àquela ocasião, que a corja petista já não tinha grande penetração junto aos segmentos que inicialmente liderava. Assim, a casta e os eugenistas, e a sua corja de direita entenderam que a corja de esquerda (petista) podia ser descartada. E, a massa popular poderia, de novo, ser seduzida e atraída, para o “jogo roubado” (eleição corruptocrática), em razão da possibilidade do impeachment da Dilma. Desse modo, a massa popular respaldaria a corja da direita. Eis o segredo do frenesi da corja direitista da casta e dos eugenistas, pelo impeachment da Dilma.

 

No contexto desenhado acima, o melhor para o povo seria a não participação das eleições, que a já vigente ditadura “corruptocrática” promova. Mas, se alguém não resistir ao discurso sedutor do demagogo, ao menos não vote em racistas. Note, porém, que o racista não traz isto escrito na testa. Desconfie de todo tipo, que se arvora, supostamente, líder de segmento popular: líder de trabalhadores, líder de movimento negro, líder dos sem terra, etc. O melhor para cada um desses segmentos seria se livrar desse tipo de liderança, e se organizar em núcleos, mas articulados entre si, em redes descentralizadas ou horizontais.

 

No segundo quadro, o spray bipolar “corja direita versus corja esquerda”, enquanto meio de enganar e mobilizar as massas populares, também se insere no contexto da gravíssima crise mundial, que como um mega tsunami e não a mera marolinha do Lula já afeta gravemente o Brasil.

 

A casta portuga-descendente e seus aliados eugenistas vêm arrastando, sanguinária e egoisticamente, a nação para um profundo buraco, desde quando essa aliança se constituíra, por volta da criação da república. Mas, o aprofundamento da desgraça da nação teve uma pequena pausa no período do Getúlio Vargas, porém se agravou a partir do golpe de 64 (fechamento político). A desgraça da nação veio se agravando, mais e mais, pelo período da “abertura política”, ou melhor, período da anestesia democrática (Sarney, Collor, Fernando Henrique, Lula e Dilma). Período este já findo, mas que tornou a nação ainda mais fragilizada e devedora, diante de banqueiros vorazes e oriundos dos países membros do centro motor do sistema capitalista.
Agora, diante da grande dívida dita interna (quase R$ três trilhões), mais a externa (U$ 440 bilhões), que somam quase R$ cinco trilhões, a casta e seus aliados eugenistas não detêm mais controle sobre a nação. Senão para espoliá-la abominável e desoladora, e servir, vergonhosa e desumanamente, ao enriquecimento absurdo do operador do “Sistema da Dívida” (consultem Maria Lúcia Fattorelli). Isto é, a hegemônica Abominação da Desolação ou “sistema monetário e financeiro autônomo e unificado globalmente”. Pois, esta Abominação capturou, de modo pleno e definitivo, sobretudo o controle das nações mais servis e fragilizadas, ao exemplo do Brasil.

Agora, uma crise social, econômica e política gravíssima e semelhante a da Grécia, na verdade está nas nossas portas, conforme a professora Maria Lúcia Fattoreli vem advertindo. Mas, poucas pessoas estão prestando atenção, para essa advertência, e/ou não têm noção da dimensão da tragédia social, em que estamos adentrando. Neste sentido, o sistema monetário e financeiro autônomo e unificado globalmente deve ser nomeado, propriamente, de Abominação da Desolação, enquanto sujeito operador do “Sistema da Dívida”.[2]

 

A Dilma vem dando giros pelos países guardiões dos banqueiros credores do Brasil, e sinalizado que obedecerá, de modo servil, as ordens dadas por esses banqueiros. Ou seja, sacrificará o povo, com medidas (cortes do orçamento e aumento da arrecadação), que favoreçam o pagamento tanto da dívida externa como da pública, cuja maior parte é indevida. Pois, essa dívida se insere, na verdade, naquilo que Maria Lúcia Fattorelli chama de “Sistema da Dívida”. O qual é constituído de diversos fatores, os quais estão articulados entre si, como uma engrenagem, em que a corrupção consiste num dos principais fatores desta engrenagem. Assim, essa dívida não tem respaldo legal.[3]

 

A Dilma já anunciou e estão em andamento, para serem aprovados, os primeiros cortes do orçamento e meios de aumento de arrecadação, para engordar as tetas do Estado. Através das visitas aos países guardiões dos banqueiros credores, e, das declarações de cortes e de aumento de arrecadação, ela acena sugerindo aos banqueiros e seus guardiões, que caso o Lula se candidate e se for eleito, também oprimiria o povo, para servir aos banqueiros internacionais e se manter no poder. Assim, a Dilma procura acalmar os credores, e também preparar a reeleição do Lula da marolinha.

 

Por que o maior guardião (EUA) dos banqueiros converteu-se, milagrosamente? Os EUA são conhecidos, notoriamente, como corruptores planetários de políticos, altos funcionários, empresários da mídia, etc., sobretudo de países subdesenvolvidos, como ao Brasil. Corrupção cujo objetivo sempre consistiu em diversos modos de falcatruas: oferecer e fechar contratos de empréstimos fraudulentos, privatização de setores estratégicos e lucrativos (Vale do rio Doce, portos, aeroportos, etc.). Agora, pasmem! Os EUA arvoram-se paladinos contra a corrupção. Veja o caso do Departamento de Justiça dos EUA, que investigara e solicitara às autoridades suíças, a prisão de dirigentes corruptos da FIFA; o caso em tramitação na Suprema Corte de Nova York (EUA), contra o corrupto Paulo Maluf, que exerce o cargo de deputado federal do Brasil, etc.

 

Ora, os EUA estão mandando, obviamente, um recado, para os “corruptocratas”, no sentido de além da contenção de gastos com o orçamento, a exemplo do que a Dilma está fazendo, também conter o “roubo” (desvio do dinheiro público), para concentrar os recursos do país, no pagamento das dívidas, com os banqueiros internacionais.

[1] Cf. Maria Lúcia Fattorelli. “O Brasil está amarrado, pelo sistema monetário e financeiro autônomo (desregulamentado) e unificado globalmente (e por seus agentes e guardiões)”. O Brasil segue o mesmo caminho da Grécia: https://www.youtube.com/watch?v=byVptlhTZlA

[2] Cf. Maria Lúcia Fattorelli. A crise da Grécia nas nossas portas: https://www.youtube.com/watch?v=UNMGVLb1VSE

[3] Cf. Vídeo-aula explica o Sistema da Dívida no Brasil. A corrupção é intrínseca ao funcionamento desse sistema, que opera no Brasil e em diversos países, beneficiando principalmente ao setor financeiro nacional e internacional: https://www.youtube.com/watch?v=rRQHG5kd-Q0