Teoria da genealogia de Adão
menos de 1 minuto Livro: O DILÚVIO (Art. 9, Cap. I, 7.; 7.1.;7.2., p. 36-40) www.tribodossantos.com.br A emergência do Escolhido na genealogia de Adão: o autor focaliza, ainda, os dois distintos períodos e respectivos “membros” da genealogia de Adão, nos quais “Deus Conosco andou”, isto é, os dois distintos períodos nos quais o Mestre e Escolhido do Deus Criador emergiu (Gn 5, 21, 24): 1. A emergência do Escolhido na etapa Henoc, na era pré-diluviana: (Gn 5, 21-24) “Henoc viveu sessenta e cinco anos Continue→
menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 37, 3.6., p. 252-255) www.tribodossantos.com.br Antes do “esfacelamento diluviano” desenvolvera-se, ainda, uma singular revolução cultural acompanhada da prática correspondente.[1] Revolução esta voltada para libertar os indivíduos do extremo estado de alienação, em que eram mantidos, sobretudo pelos sacerdotes e respectivas ideologias ou cadeias religiosas por estes operadas. Mas, mantidos alienados, também, através das cadeias ideologias de ordem política e econômica, operadas pelas respectivas elites. Os ideólogos das diversas nações de cada um dos Continue→
menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 44, 3.10., p.292-294) www.tribodossantos.com.br Vejamos o significado da qualidade “inchada” atribuída às “águas” (Cf. Gn 7, 17), isto é, aos múltiplos e multiformes grupos sociais, respectivas relações sociais de ordem simbólica (línguas: culturas) e trocas materiais entre si.[1] Vimos que foram as pressões exercidas diretamente pelas “águas”, que romperam as “barreiras” (meios de controle social que mantinham a ordem social, contendo as “águas”, apesar das contradições sociais haverem chegado á sua fase mais aguda Continue→
menos de 1 minuto Livro Teoria da História (Art. 38, 3.6.1., p. 255-259) www.tribodossantos.com.br O autor da Teoria da História a expôs subdividida em duas grande partes: Sistematização Teórica e Verificação Empírica. Na Verificação Empírica, o simbolismo dos “casais de animais” denota, por um aspecto, a noção de “reprodução” (casais), e por outro aspecto, a noção da dimensão mínima possível e necessária para essa reprodução. Esse simbolismo foi aplicado pelo elaborador do texto em tela. O simbolismo do casal de animais Continue→
menos de 1 minuto Livro: O DILÚVIO (Art. 11, Cap. I, 13., p. 42-45) www.tribodossantos.com.br A salvação e o desembarque dos “passageiros da arca” no Alto Egito. Vejamos o momento que a “arca” contendo Noé, seus filhos e “os animais” (instituições coletivas, umas “domesticas” e outras “selvagens”) “parou sobre as montanhas do Ararat” (Gn 8, 4-b). A expressão “parar sobre” ou “aportar e desembarcar” atribuída à “arca” (e aos elementos nela embarcados) indica que esses elementos começaram a se desenvolver de modo claro, “sobre” Continue→
menos de 1 minuto Livro: O DILÚVIO (Art. 17, Cap. III, 8.3.;9.;10., p. 69-73) www.tribodossantos.com.br 3. As águas e o Espírito do Deus Pai Criador. Voltemos nossa atenção ao fenômeno social que pensadores antigos chamaram, simbolicamente, de dilúvio, ou seja, inundação universal. O significado do signo “águas” consiste numa importante chave para o entendimento da Teoria da História. O Mestre revelou, através do discípulo que ele amava, o significado do signo águas: (Ap 17, 15) “As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são Continue→
menos de 1 minuto É oportuno alguns esclarecimentos. O autor da Teoria da História subdividiu-a em duas grandes parte: Sistematização Teórica e Verificação Empírica.[1] Os artigos que relacionamos e incluímos na categoria intitulada “6° dia da criação” VE (O mercado macro-regional bipolar (Lamec e Ada versus Lamec e Sela, etc.), apenas focalizam a parte inicial (Gn 4, 19-24) do “6° dia da criação”. A qual se encontra inserida na parte da Teoria da História, que chamamos de Verificação Empírica. Porém, o “6° dia Continue→
menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 11, 1.3.; p. 75-78) www.tribodossantos.com.br A maior parte do período da realidade sócio-histórica que a teoria da genealogia de Adão se refere, transcorreu, por um aspecto – enquanto eixo diacrônico central de direção dinâmica do processo de expansão do grande mercado – no interior do Egito. Somente a parte final desse período, isto é, do segundo Lamec (Cf. Gn 5, 25, símbolo este que representa o grande mercado global pré-diluviano) em diante, todo o Continue→
menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (resumo dos caps. I e II): (Art. 4, Intr. p. 22-32) www.tribodossantos.com.br No primeiro capítulo do livro Teoria da História, focalizaremos o grande mercado global pré-diluviano.[1] Mostramos onde, quando e como ele se formou. Esse grande mercado se desenvolveu a partir do processo de expansão, complexidade e interligação de diversos mercados macro-regionais. Todos eles tinham como base a cidade-estado. Focalizamos a data aproximada do processo de formação de cada um dos mercados macro-regionais, e suas respectivas Continue→
menos de 1 minuto Livro Teoria da História (Art. 6, 1.1. e 1.1.1, p. 39-47) www.tribodossantos.com.br Na era pré-diluviana, a civilização surgiu no Egito e na Mesopotâmia, onde teve início o comércio, e já após o começo do quarto milênio desenvolveram-se, respectivamente, dois grandes mercados macro-regionais[1]. Na Msopotâmia, a evolução da civilização e a expansão do mercado sofriam frequentes interrupções, provocadas pelas invasões de hordas famintas de nômades das montanhas e desertos circundantes. Ao contrário disto, a civilização e o mercado macro-regional egípcio passaram Continue→