menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art.7, 1.1.2;1.1.3;1.1.4. p. 49-57) www.tribodossantos.com.br    Em nosso estudo acerca da Teoria da História, mostramos a formação de uma grande rede global de mercados macro-regionais, na era pré-diluviana (= Pré-II Período Intermediário).[1] Rede esta que chamamos de Mercado Global pré-diluviano. Vamos focalizar cada um desses mercados macro-regionais. Neste artigo, Abordaremos os mercados macro-regionais mesopotâmico, egeu e o hitita.    Uma das mais antigas civilizações do mundo foi, provavelmente, a que começou no vale do rio Tigre e Continue

menos de 1 minuto            Livro: Teoria da História (Art. 8, 1.1.5;1.1.6;1.1.7. p. 57-63) www.tribodossantos.com.br 1.1.5. A Fenícia, Canaã e Síria no contexto do mercado global      Uma ampla faixa de terra produtiva se estende para o noroeste do Golfo Pérsico, daí descendo pela costa do Mediterrâneo até ao Egito. Ela forma um semicírculo a contornar a parte norte do deserto da Arábia, a chamamos de Crescente Fértil ou Meia-Lua Fértil. Os povos mesopotâmicos habitavam a parte leste. Ao oeste estavam os fenícios, cananeus Continue

menos de 1 minuto  Livro Teoria da História (Art. 31, Cap. 3, p. 217-221) www.tribodossantos.com.br      Agora, podemos retomar nossas considerações acerca do estágio em escala imperial do processo geral de expansão e complexidade do grande mercado pré-diluviano.[1]       É oportuno esclarecer, no entanto, que o autor da teoria da genealogia de Adão subdivide a sua noção de “História Antiga“, que é focalizada pela referida teoria, em duas sucessivas longas Eras. A Era antes e a Era depois do dilúvio (cf. Gn Continue

menos de 1 minuto       Livro: Teoria da História (Art. 5, Intr., p. 31-38) www.tribodossantos.com.br     No terceiro capítulo do livro “Teoria da História – Do grande mercado global pré-diluviano ao mercado global contemporâneo”, abordamos mais especificamente a teoria da genealogia da Adão, isto é, o segundo Adão (Cf. Gn 5, 1ss).[1] Mostramos que o autor da Teoria da História aplicou a noção de sucessão genealógica como metáfora de transformações sócio-históricas transcorridas em tempo longuíssimo. Desse modo, ele representou, em primeiro lugar, todas as Continue

menos de 1 minuto  Livro: Os dois períodos intermediários do Antigo Egito no contexto da expansão do grande mercado em tempo longuíssimo(Art. 1, Intr., p. 9) www.tribodossantos.com.br    Os dois primeiros períodos chamados de intermediários, concernentes a sócio-história egípcia, à primeira vista, parecem desconexos ou ao menos fortuitos em relação à referida sócio-história. Eles desempenham, no entanto, funções relevantes, quando enfeixados pelo processo geral de expansão do grande mercado, e pelo prisma sócio-histórico em tempo muito longo.[1] De pronto, queremos ressaltar o fato do Continue

menos de 1 minuto  Livro: Os dois períodos intermediários do Antigo Egito no contexto da expansão do grande mercado em tempo longuíssimo (Art. 2, 1.;2.;3., p. 11-18) www.tribodossantos.com.br O I Período Intermediário apresentou o aspecto estrutural pertinente ao modelo feudal de formação social. Esse período é chamado, também e por isso mesmo, de Idade Feudal egípcia.[1] Em relação à formação social imediatamente antecedente (VI Dinastia), a formação social feudal egípcia apresentou, sobremodo no Alto Egito, notável regressão do nível de complexidade da divisão social Continue

menos de 1 minuto   Livro: Teoria da História  (Art. 39, 3.6.2., p. 259-265) www.tribodossantos.com.br     Voltemos nossa atenção para o singular modelo de revolução horizontal, igualitária, fraternal e pacifista, do qual falávamos anteriormente, cujo aspecto cultural (doutrina) está alicerçado e centrado na libertação do indivíduo.[1] Libertação do estado de alienação, em que o indivíduo era mantido pelos ideólogos das ideologias ou cadeias religiosas, das ideologias ou cadeias políticas e econômicas. Libertação, ainda, das múltiplas e multiformes instituições sociais (familiar, religiosa, profissional, Estado, etc.), Continue

menos de 1 minuto    É oportuno alguns esclarecimentos. O autor da Teoria da História subdividiu-a em duas grandes parte: Sistematização Teórica e Verificação Empírica.[1] Os artigos que relacionamos e incluímos na categoria intitulada “6° dia da criação” VE  (O mercado macro-regional bipolar (Lamec e Ada versus Lamec e Sela, etc.), apenas focalizam a parte inicial (Gn 4, 19-24) do “6° dia da criação”. A qual se encontra inserida na parte da Teoria da História, que chamamos de Verificação Empírica. Porém, o “6° dia Continue

menos de 1 minuto Livro:  Teoria da História (Art. 3, Intr., p. 18-22) www.tribodossantos.com.br O autor da Teoria da História subdividiu-a em duas grandes parte: Sistematização Teórica e Verificação Empírica . A Teoria da Genealogia de Adão está inserida na Verificação Empírica, e compreende tanto a segunda e conclusiva parte do “6° dia da criação” como todo o “7° dia da criação”. O tema do texto para teatro “Tribo dos Santos”[1] fundamenta-se em determinados pontos da Teoria da História, registrado no livro Gênese, sobretudo no Continue

menos de 1 minuto       Livro: O DILÚVIO – Na cronologia da realidade sócio-histórica pré e pós-diluviana interpretada pela cronologia da teoria da genealogia de Adão – LINHA DO TEMPO (Art. 6, Cap. I, p. 30-32) www.tribodossantos.com.br    O modelo teórico indicado no artigo anterior (Art. 5) fornece-nos informações preciosas.[1] Esse modelo e as respectivas informações podem ser aplicados, para cada um dos sucessores de Adão, que integram o contexto do processo geral relativo à expansão e regressão do Grande Mercado pré e pós-diluviano.[2] Continue