março 2015

menos de 1 minuto Livro: O DILÚVIO – Na cronologia da realidade sócio-histórica pré e pós-diluviana interpretada pela cronologia da teoria da genealogia de Adão – LINHA DO TEMPO  (Art. 3, Intr., p. 19-22) www.tribodossantos.com.br          No artigo anterior (Art. 2), apresentamos alguns esclarecimentos e descrevemos os aspectos pertinentes à fase de expansão do Grande Mercado.[1] Agora, apresentaremos as tabelas atinentes à “Fase de depressão do grande mercado global pré-diluviano”. O modelo da tabela que empregaremos, na apresentação dessa fase depressiva, é assemelhado àquele Continue

menos de 1 minuto  Livro: O DILÚVIO – Na cronologia da realidade sócio-histórica pré e pós-diluviana interpretada pela cronologia da teoria da genealogia de Adão – LINHA DO TEMPO (Art. 10, Cap. I, 8.;9.;10.;11.; 12., p. 40-42) www.tribodossantos.com.br O momento da fragmentação tripartite na fase de regressão Noé do Grande Mercado Global. A teoria da genealogia de Adão sublinha o momento em que a fase Noé de depressão do Mercado Global Lamec (o segundo Lamec: Gn 5, 25) pré-diluviano iniciou o processo de fragmentação Continue

menos de 1 minuto   Livro: Os dois períodos intermediários do Antigo Egito no contexto da expansão do grande mercado em tempo longuíssimo (Art. 3, Cap II, 1.;2., p. 20-23) www.tribodossantos.com.br          O II Período Intermediário (a crise do Bronze Média) consistiu, também, numa etapa de transposição operada pelo Grande Mercado. Transposição do seu processo de expansão e complexidade, o qual transcorria nos limites da configuração espacial que englobava as civilizações pré-diluvianas ou Pré-II Período Intermediário, para alçá-lo à esfera das civilizações pós-diluvianas ou Continue

menos de 1 minuto Livro: O DILÚVIO (Art. 15, Cap. III, 1.;2.;3.;4.;5.;6.;7., p. 53-64) www.tribodossantos.com.br       É importante notar que o autor da teoria da genealogia de Adão trata, em número de dias (cf. Gn 7,11s; 8, 1-13), determinado período e respectivas datas [ano 600 da vida de Adão (= 1783 ou 1674) até ao ano 601 (1782 ou 1673)] da ordem cronológica. Este procedimento convém ser tratado à parte. Pois, ele consiste, parece-nos, num recurso metodológico (simbólico) empregado para codificar, hermeticamente, Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 35, 3.4, p. 239-244)  www.tribodossantos.com.br     Dissemos que o grande mercado global, Lamec, ocupa a oitava posição, na sequência cronológica dos sucessores de Adão, mas isto é relativo. Vamos esclarecer. Isto só pode ser concebido, caso considerarmos, por um aspecto, simplesmente, que o grande mercado global sucedeu imediatamente ao modelo feudal de formação social (sétimo sucessor de Adão: Matusalém), e que ele é um modelo de formação social independente. Mas, por outro aspecto, caso fizermos Continue

menos de 1 minuto Livro: O DILÚVIO (Art. 16, Cap. III, 8.;8.1.;8.2., p. 64-72) www.tribodossantos.com.br O “abismo” e as “águas” na “Estrutura do Sujeito Social”. O autor da Teoria da História (que inclui a teoria da genealogia de Adão) opera com determinado modelo teórico, o qual não explicita. Vamos esclarecer alguns aspectos pertinentes a esse modelo teórico, para um melhor entendimento acerca do tema. Tal modelo consiste na noção que denominamos de “Estrutura do Sujeito Social” (cf. Gn 1, 1-3):[1] O autor descreve esta Continue

menos de 1 minuto   Livro: Teoria da História (Art. 26, 2.7.1.;2.7.2.;2.7.3., p. 188-196) www.tribodossantos.com.br      É oportuno alguns esclarecimentos. O autor da Teoria da História subdividiu-a em duas grandes parte: Sistematização Teórica e Verificação Empírica. O presente artigo e os demais categorizados como pertinentes ao 6° dia da criação “VE” (na Verificação Empírica) na verdade, integram apenas a parte inicial do “6° dia da criação VE” (Gn 4, 19-24), que se encontra inserida na parte da Teoria da História, que chamamos de Continue

menos de 1 minuto  Livro: Teoria da História (Art. 27, 2.7.4.; 2.7.5., p. 196-206) www.tribodossantos.com.br 2.7.4. Lamec e Ada, e seu filho Jabel:    O símbolo “Jabel” representa, naquele contexto anteriormente apontado, um desses dois significativos segmentos sociais.[1] Ou seja, representa o segmento social que exerce o trabalho comercial, mais especificamente as corporações ou guildas de mercadores. Corporações estas constituídas de mercadores propriamente ditos (proprietários de mercadorias), e dos demais indivíduos submetidos a esses mercadores, para a execução dos serviços comerciais. O autor emprega Continue

menos de 1 minuto                                                  Livro Teoria da História  (Art. 28, 2.7.6.;2.7.7;2.7.8., p. 206-211) www.tribodossantos.com.br     A instituição social do Grande Mercado é autônoma e submete os seus criadores, ou seja, os indivíduos. E, percorre a sócio-história, de modo alheio às vontades dos seus criadores. Assim, a instituição do Grande Mercado em seu estágio macro-regional bipolarizado (segundo Lamec cf. Gn 4, 19-24) submete e explora, simultaneamente, através dos seus agentes diretores, dois distintos conjuntos de forças de trabalho, uma chamada Ada, em distinção à Continue

menos de 1 minuto Livro: Teoria da História (Art. 29, 2.7.9., p. 211-213) www.tribodossantos.com.br      É importante entendermos bem o sentido do termo “pai”, que relaciona, respectivamente, de um lado (pai), Jabel, Jubal e Tubal-Caim, e de outro lado (filhos), “os que vivem em tendas e têm rebanhos”, “todos os que tocam lira e charamela” e “todos os laminadores em cobre e em ferro”. Pois, nestes casos, o termo “pai” não expressa a noção contida na relação genealógica de “filiação” (vínculo que a geração Continue