O mais importante para a “aliança” que dirige a nação, diante da atual crise econômica gravíssima, é esconder de cada brasileiro pobre, que este vem pagando, injustamente, as dívidas odiosas e astronômicas feitas por políticos corruptos

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Esconder de cada brasileiro pobre e sofredor, o fato dele vir pagando uma astronômica (cerca de R$ cinco trilhões) dívida, hoje consiste na coisa mais importante, para a aliança maldita entre a casta portuga-descendente e os eugenistas, que efetivamente detém o poder militar e dirige a nação.[1]

Na verdade, o desemprego, a fome, a violência, a saúde, a educação e coisas do gênero não são prioridades para a referida aliança e seus políticos corruptos, tanto os da corja de direita como os da corja de esquerda. Muitos destes comprometidos com a tal dívida odiosa:[2]

À luz da Lei internacional dívida odiosa é uma teoria legal que sustenta que a dívida nacional incorrida por um regime político, com propósitos que não servem os interesses de uma nação, não deve ser compulsória. Portanto, segundo esta doutrina tais dívidas são consideradas como dívidas pessoais de um regime que nelas incorreu e não dívidas do estado. Em alguns aspectos, este conceito é análogo à invalidez de um contrato assinado sob coerção”.

A astronômica dívida em tela foi contraída por políticos corruptos, em favor deles próprios e da referida aliança, que controla os Bancos nacionais. Esconder tal coisa de cada pessoa do povo, hoje consiste na coisa mais importante, no entendimento dos membros da referida aliança e dos seus políticos, tanto os da corja de direita como os da corja de esquerda, muitos deles comprometidos com a tal dívida odiosa. Pois, esta aliança receia que o pagador da dívida se revolte, em razão do aumento tanto do preço como do sofrimento, e exija justiça, auditoria rigorosa e transparente da dívida odiosa (tanto interna como externa). Assim, a referida aliança teme, também, a punição rigorosa, que caberia, para aqueles políticos corruptos e os favorecidos com a dívida odiosa. Pois, esta transgressão odiosa consiste num crime mais que odioso. Haja vista a abominável e desoladora condição de miséria que ela e o sistema da dívida vem causando, segundo uma perspectiva mais ampla, não só nos trabalhadores brasileiro, mas na humanidade em geral.[3]

Segundo a perspectiva mais ampla aventada acima, a abominável e desoladora condição de miséria incide tanto sobre o trabalhador brasileiro como sobre os trabalhadores em geral, sobremodo os dos países periféricos ao centro motor do sistema capitalista. Assim, a tal abominável e desoladora miséria deve ser posta na conta do “Sistema da dívida” (Maria Lúcia Fattorelli), que é operado pelo sistema monetário e Financeiro autônomo (desregulamentado) e unificado em rede global. Rede esta que envolve e submete, através da internet, satélite, telefonia, transportes, aparelhos do Estado, etc., o indivíduo trabalhador, na sua mais recôndita situação (aposentados, pensionistas, trabalhadores em lugares mais remotos, etc.).

Do modo apontado acima, o sistema monetário e financeiro em rede global merece o codinome de Abominação da Desolação. Pois, ele vem se impondo como um deus onisciente e onipresente, de forma que ele dita os rumos da humanidade, e “mata” (aliena) do mercado, todos que não se prostram diante dele, para o adorar. E, para que ninguém possa comprar ou vender, se não for marcado na “mão direita” (exercendo trabalho material, na atividade em que seja destro) ou na “testa” (exercendo trabalho intelectual), como mercadoria inserida na Grande Besta Mercado Global.  Na abordagem microeconômica, o dinheiro é a “imagem” (o equivalente) em valor da mercadoria; na abordagem microeconômica, o sistema monetário e financeiro autônomo e unificado globalmente é como a “imagem” (o equivalente) em valor da Grande Besta Mercado Global.

Cada brasileiro pobre continuará pagando, com desumano e injusto aumento, a tal dívida, diante da aceleração do agravamento da depressão econômica nacional e internacional, e do consequente agravamento da crise social, econômica e política, e das respectivas contradições.

Diante do calamitoso quadro acima desenhado, e com o objetivo de dissimular tal assombro face ao pagador da dívida odiosa.  Desse modo, a maldita aliança vem promovendo, sistemática e maciçamente, futebol, show, etc., como meio de alienar o povo, através da sua mídia ditatorial, modelo globo de vandalismo cultural. E mais, a aliança maldita antecipou o “carnaval”. Ou seja, ela vem exaltando e promovendo, em todo Brasil, diante da atordoada e sofrida opinião pública, o magnífico desfile corrupto e macabro de diferentes modalidades de “escolas de corrupção”: da corja da direita; da corja da esquerda; do centro; do alto, do baixo e até do “exterior” (empresa norueguesa Sevan Marine).

Note, Porém, que o desfile corrupto e macabro vem ocorrendo, especificamente, com a exceção da insigne “escola dos políticos e altos funcionários corruptos da dívida odiosa”, e da “escola dos demais beneficiários (Bancos, financeiras, etc.) desta dívida”. O desfile destas “escolas” seria magnífico, com “carros alegóricos” deslumbrantes, etc., dado ao grande volume da riqueza que concentram e acumulam. Mas, os espectadores se sentem frustrados, com a ausência delas. Elas poderiam desfilar, ao menos, como hors concours. Mas, essas duas escolas estão impedidas de desfilar e protegidas tanto pela maldita aliança como pelos grandes banqueiros internacionais e seus guardiões. O carnaval da corrupção e a respectiva exaltação das demais escolas de corrupção que vêm desfilando, na realidade “levantam a poeira do chão”, isto é, formam uma “nuvem de fumaça”. Com a qual a maldita aliança vem encobrindo, diante das pessoas do povo, tanto a enorme e injusta dívida que estas pessoas vêm pagando como a ausência, no desfile, da “escola dos políticos e altos funcionários corruptos da dívida odiosa”, e da “escola dos demais beneficiários (Bancos, financeiras, etc.) desta dívida”.[4]

Através da mídia modelo globo de vandalismo cultural, a aliança maldita transformou o Brasil todo num imenso corruptódromo virtual, em que desfilam, através da mídia modelo globo de vandalismo cultural, diante do público brasileiro, escolas de diferentes modalidades de corruptos: “dos políticos da corja de direita”; “da corja de esquerda”; “dos laranjas”; “dos lobistas”; “dos altos funcionários; “dos empresário das grandes empreiteiras”, etc. Escolas essas que concorrem entre si, para distrair o público, e também para saquear os cofres públicos. Saque este que recai, enfim, sobre esse mesmo público.

Qual o segredo do “carnaval da corrupção ora apresentado no “país da corrupção”? Ora, sabemos o motivo que levou o maior guardião (EUA) dos banqueiros, a converter-se, milagrosamente. Os EUA são conhecidos, notoriamente, como corruptores planetários de políticos, altos funcionários, empresários da mídia, etc., sobretudo de países subdesenvolvidos, como ao Brasil. Corrupção cujo objetivo sempre consistiu em diversos modos de falcatruas: oferecer e fechar contratos de empréstimos fraudulentos, privatização de setores estratégicos e lucrativos (Vale do rio Doce, portos, aeroportos, etc.). Agora, pasmem! Os EUA arvoram-se paladinos contra a corrupção. Veja o caso do Departamento de Justiça dos EUA, que investigara e solicitara às autoridades suíças, a prisão de dirigentes corruptos da FIFA; o caso em tramitação na Suprema Corte de Nova York (EUA), contra o corrupto Paulo Maluf, que exerce o cargo de deputado federal do Brasil, etc.
Com essa conversão milagrosa, os EUA estão mandando, obviamente, um recado, para os “corruptocratas”, no sentido de além da contenção de gastos com o orçamento, a exemplo do que a Dilma está fazendo, também conter o “roubo” (desvio do dinheiro público), cujo objetivo principal consiste em concentrar os recursos do país, no pagamento das dívidas odiosas (pública e externa), em favor dos banqueiros internacionais.
[1] Cf. Entrevista com Maria Lucia Fattorelli – Coordenadora Nacional da Auditoria Cidadã da Dívida Externa. O Brasil seria a “bola da vez”?

[2] Cf. Dívida odiosa: Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%ADvida_odiosa

[3] Cf.: Maria Lúcia Fattorelli. Sistema da Dívida no Brasil e seus Impactos Sociais – íntegra:  https://www.youtube.com/watch?v=yUpVQu9WHyQ

[4] Cf. O maior esquema de corrupção no Brasil: fraudes da dívida pública:

 http://anonfuel.com/o-maior-esquema-de-corrupcao-no-brasil-fraudes-da-divida-publica/