Emergência e crucificação do Escolhido, na fase do Henoc (o 2° Henoc) pré e pós-diluviano

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Livro: Teoria da História  (Art. 32, 3.1., p. 220-221) www.tribodossantos.com.br

A teoria da genealogia de Adão nos informa que o Escolhido, ou seja, “Deus Conosco” (Emanuel) “andou”, isto é, emergiu e foi eliminado no contexto Henoc pré-diluviano. Este signo, já sabemos, representa a Sexta Dinastia Egípcia ou sexta escala imperial de expansão do grande mercado, o que dá no mesmo, na fase pré-diluviana.[1] Neste sentido, vejamos (Gn 5, 24): “Henoc andou com Deus, e desapareceu, porque Deus o levou”. Isto foi confirmado pelo Mestre, Jesus, em revelação que ele fez a João, registrada no livro Apocalipse. Pois, o Mestre ensinou que o “Senhor” (Escolhido) também havia emergido e sido crucificado no Antigo Egito: (Ap 11, 8) “E jazerão seus corpos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito (o grifo é nosso), onde o seu Senhor também foi crucificado”. Isto deve ter acontecido um pouco antes da queda da Sexta Dinastia e do respectivo fim do Período Menfita, que ocorreu por volta do ano 2300 a.C. A cidade de nome Sodoma citada neste trecho, será focalizada mais adiante, quando tratarmos da emergência do Escolhido no estágio Noé de depressão do grande mercado global, e respectivo esfacelamento diluviano.

Sabemos que a Teoria da História concebe a sócio-história pela perspectiva estrutural, cíclica e genética. Portanto, a teoria da genealogia de Adão, que é parte integrante da Teoria da História, se aplica, também, à fase pós-diluviana. Mostramos que nesta fase o signo Henoc (o segundo Henoc: sexta escala imperial) se aplica ao Império Romano, que se insere na fase pós-diluviana. Sabemos, também, que o Escolhido, Jesus, emergiu e foi crucificado no contexto do Império Romano. Mais precisamente, ele emergiu em Jerusalém, na Palestina, província subordinada e explorada pela elite de Roma, cidade sede desse Império. Esta e outras situações pertinentes a este contexto sugerem, por exemplo, que a emergência e crucificação do Escolhido no contexto da Sexta Dinastia, cujo centro do poder se situava em Mênfis, ocorreram não nesta cidade, mas num “nomo” (cidade-estado) ou nação periférica subordinada e explorada pela referida dinastia.