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(Art. 23, Cap. IV, p. 110-112) www.tribodossantos.com.br
Livro: O DILÚVIO – Na cronologia da realidade sócio-histórica pré e pós-diluviana interpretada pela cronologia da teoria da genealogia de Adão – LINHA DO TEMPO: http://tribodossantos.com.br/pdf/O%20Dil%C3%BAvio%20-%20Introdu%C3%A7%C3%A3o.pdf
No livro O DILÚVIO, apresentamos a teoria da genealogia de Adão aplicada em três distintos quadros, ambos na forma de LINHA DO TEMPO.[1] Neste artigo, focalizaremos a primeira parte (FASE REGRESSIVA do Grande Mercado) do terceiro quadro. Isto é, focalizaremos a teoria da genealogia de Adão aplicada na ordem cronológica da era pós-diluviana, a qual ainda vigora. Era esta que subdividimos em duas sucessivas fases registradas em anos: 1. Fase expansiva do Grande Mercado; 2. Fase regressiva do Grande Mercado. No artigo anterior (Art. 22), mostramos a Grande “Besta” Mercado Global Lamec contemporâneo. O qual houvera chegado, nas décadas 70-80 do século passado, ao seu limite de expansão e complexidade.[2] Assim, essa Besta engendrou, naquelas décadas, o início da fase Noé de regressão do Grande Mercado. Grande Mercado este que já se encontrava no estágio Lamec Global, e que atingira o seu limite expansivo, nas referidas décadas. Mostraremos, também, o “sistema financeiro autônomo, único e global” (a Imagem da Besta). É oportuno observarmos, na teoria da genealogia da história, que a fase Noé de regressão do Grande Mercado Global prenuncia a emergência do Ungido de Deus, e desemboca no “dilúvio”. Ou seja, desemboca numa convulsão social grave, prolongada e generalizada globalmente, acompanhada de catástrofes ecológicas.
No segundo quadro, apresentamos a exposição cronologia da teoria da genealogia de Adão aplicada na ordem cronológica do processo do DILÚVIO. Processo este transcorrido na fase depressiva Noé do Grande Mercado Lamec da era pré-diluviana. Note que o autor da teoria da genealogia de Adão representou em dias os anos referentes ao período do processo diluviano. Desse modo, ele ressalvou esse período como passagem da era pré para a pós-diluviana.[3]
Interpretamos de dois modos a datação da realidade sócio-histórica e geográfica pertinente a ordem cronológica da fase regressiva do Grande Mercado da era pré-diluviana. Em primeiro lugar, selecionamos a data histórica 1788 a.C. E, aplicamo-la como ponto de referência e de partida, para as operações matemáticas simples sugeridas, implicitamente, pelo próprio modelo teórico da genealogia de Adão. Operações estas que efetuamos e cujos resultados apresentamos na forma de linha do tempo, na exposição do curso sócio-histórico e geográfico em tela. Ao selecionarmos o ano 1788 a.C., levamos em consideração que essa data é bem mais recente que outra data, 3200 a.C.[4] Esta data (3200 a.C.) foi empregada, em segundo lugar, como referência e ponto de partida.[5] Pois, a data 1788 por ser mais recente que àquela, estaria, possivelmente, mais próxima da realidade histórica pertinente.
Art. 23, TABELA 1. Nascimento da FASE NOÉ DE REGRESSÃO do estágio Global Lamec do Grande Mercado pós-diluviano
| REGRESSÃO DO GRANDE MERCADO PÓS-DILUVIANO | |
| Datas e per. | Data: décadas 70-80 do século XX |
| Fil. de Adão:
Etapas de regressão do grande mercado |
Nasce NOÉ: limite expansivo da 8ª etapa (globalização Lamec) e imediato início da 9ª etapa: REGRESSÃO IRREVERSÍVEL DO GRANDE MERCADO PÓS-DILUVIANO
Fim do período de hegemonia de Lamec (grande mercado global), quando este atingiu seu limite de expansão Período de “decadência” (gradativo aumento da intensidade do esgotamento das forças de trabalho até a ruptura abrupta e respectivo repouso Noé). Este período não pode ser avaliado, pois ele se encontra no início do seu curso Período total de existência: A regressão Noé teve início nas décadas 70-80 do século XX, e se encontra em andamento Morre Noé: (esmorecimento final da fase regressiva do grande mercado): obs: na fase pré-diluviana, a regressão Noé concluiu seu processo de esmorecimento 26 anos após os últimos resquícios do “dilúvio” desaparecerem (1433 ou 1324 a.C). |
| Esc. | Harvey, D. Condição pós-moderna – Uma pesquisa sobre a Origem da Mudança Cultural, p. 140-141 |
| Escr. sobre época | Mt 24, 37-41: “E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, – assim será também a vinda do Filho do homem …” |
Art. 23, TABELA 2. Nascimento da FASE NOÉ DE REGRESSÃO do estágio Global Lamec do Grande Mercado pós-diluviano (continuação)
| REGRESSÃO DO GRANDE MERCADO PÓS-DILUVIANO |
| Data: décadas 70-80 do século XX |
| Nasce NOÉ: limite expansivo da 8ª etapa (globalização Lamec) e imediato início da 9ª etapa: REGRESSÃO IRREVERSÍVEL DO GRANDE MERCADO PÓS-DILUVIANO
(CONTINUAÇÃO: contexto histórico) |
| “A profunda recessão de 1973 (…) retirou o mundo capitalista (…) da estagnação da produção de bens e alta inflação de preços e pôs em movimento um conjunto de processos que solaparam o compromisso fordista. Em conseqüência, as décadas 70 e 80 foram um conturbado período de reestruturação econômica e de reajuste social e político… No espaço social criado por todas as oscilações e incertezas, uma série de novas experiências nos domínios da organização social e da vida social começou a tomar forma. Essas experiências podem representar os primeiros ímpetos da passagem para um regime de acumulação inteiramente novo, associado a um sistema de regulamentação política e social bem distinta, a acumulação flexível, como vou chamá-la é marcada por um confronto direto com a rigidez do fordismo. Ela se apóia na flexibilidade dos processos de trabalho, dos mercados de trabalho, dos produtos e padrões de consumo. Caracteriza-se pelo surgimento de setores de produção inteiramente novos, novas maneiras de fornecimento de serviços financeiros, novos mercados e, sobretudo, taxas altamente intensificadas de inovação comercial, tecnológica e organizacional. A acumulação flexível envolve rápidas mudanças dos padrões do desenvolvimento desigual, tanto entre setores como entre regiões geográficas, criando, por exemplo, um vasto movimento no setor de empregos no chamado “setor de serviços”, bem como conjuntos industriais completamente novos em regiões até então subdesenvolvidas… Ela envolve um novo movimento que chamarei de ‘compressão do espaço-tempo’ (…) no mundo capitalista – os horizontes temporais da tomada de decisões privada e pública se estreitam, enquanto a comunicação via satélite e a queda dos custos dos transportes possibilitam cada vez mais a difusão imediata dessas decisões num espaço cada vez mais amplo e variado. Esses poderes aumentados de flexibilidade e mobilidade permitem que os empregadores exerçam pressões mais fortes de controle do trabalho sobre uma força de trabalho (…), força que viu o desemprego aumentar nos países avançados (…) para níveis sem precedentes no pós-guerra. O trabalho organizado foi solapado pela reconstrução de focos de acumulação flexível em regiões que careciam de tradições industrial” (89)[6] |
Art. 23, TABELA 3. Os quatro monstros e indícios do início da fragmentação tripartite na FASE NOÉ DE REGRESSÃO do estágio Global Lamec do Grande Mercado pós-diluviano
| REGRESSÃO DO GRANDE MERCADO PÓS-DILUVIANO | |
| Datas e períodos | Anos 70-80 e seu curso |
| Os sucessores de Adão:
Etapas de regressão do grande mercado |
NOÉ: “início do período de vida”: Início do curso da regressão
Meados de 2008: crise econômica global e indícios do início do processo de fragmentação tripartite do estágio Global do Grande mercado 2013: Crise na esfera européia do centro motor do sistema capitalista |
| Contexto histórico | Guerra fria: bipolarização global entre o bloco capitalista e o comunista
Esfacelamento do bloco soviético, e hegemonia dos Estados Unidos Ápice do poder em agrupamento operatório entre os quatro “gigantes” (instituições coletivas autônomas) sobre os indivíduos: 1. Mercado Global; 2. Sistema de produção capitalista global; 3. Sistema financeiro único global; 4. Instituições culturais hierarquizadas (Igreja, protestante, Educação cientificista, maometana, budista, Estado, partido político, etc. |
| Escritos da época | Guimarães, S. P., Desafios Brasileiros Na Era dos Gigantes (90) |
| Escrito sobre a época | Livro de Henoc, p 206-210 (91) |
Citações referentes às tabelas do Art. 23 – LINHA DO TEMPO (Cap. IV)
- Harvey, D. Condição Pós-moderna – Uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural p. 140-141.
- Guimarães, S. P. Desafios Brasileiros na Era dos Gigantes: o livro todo expõe uma análise lúcida acerca da realidade nacional brasileira no cenário mundial. Por outro aspecto, ele expõe, também, as perspectivas e aspirações de determinado setor progressista e nacionalista das elites brasileiras. À primeira vista, as aludidas aspirações aparentam um singelo otimismo nacionalista. Nacionalismo acrescido de determinadas aspirações “estratégicas” relativamente recentes, por exemplo: “O centro dessas estratégias deve ser a construção paciente, persistente e gradual da união da América do Sul e uma recusa firme e serena de políticas que submetam a região aos interesses estratégicos dos Estados unidos. O mercosul é um instrumento essencial para atingir esse objetivo …” (cf. p. 406). As recentes aspirações “estratégicas” de um mercado sul-americano bem integrado e também soberano em relação à hegemonia em escala global exercida pelos Estados Unidos expressam, na realidade, alguns dos primeiros indícios da tendência para a fragmentação tripartite do Grande Mercado Global Lamec. Pois, a regressão Noé do Grande Mercado Global Lamec teve início nas décadas 70-80, e já se faz manifestar desse modo.
- O Livro de Enoch – O livro das origens da Cabala, p. 206-210.
[1] . Cf. Art. 6. Genealogia como metáfora de sucessivas etapas de expansão e regressão do Grande Mercado pré-diluviano: chave da decifração do Livro da família de Adão – Dificuldades – 777, 666: http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/09/genealogia-como-metafora-de-sucessivas.html
Cf. a respeito dos três distintos quadros: Art. 18. LINHA DO TEMPO: exposição da cronologia da teoria da genealogia de Adão aplicada nas eras pré e pós-diluviana: http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/10/linha-do-tempo-cronologia-da-teoria-da.html
[2]. Cf. Art. 22. LINHA DO TEMPO: exposição da cronologia da teoria da genealogia de Adão aplicada na ordem cronológica da fase expansiva do Grande Mercado da era pós-diluviana: http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/10/linha-do-tempo-cronologia-da-teoria-da_23.html
[3]. Cf. Art. 15. Dias representando anos no processo diluviano: passagem da era pré para a pós-diluviana: http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/10/dias-representando-anos-no-processo.html
[4]. Cf. Art. 13. Dois pontos de partida arbitrados por nós, para a aplicação da teoria da genealogia de Adão na era pré-diluviana: Primeiro ponto: 1788 a.C.: http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/09/dois-pontos-de-partida-arbitrados-por.html
[5] Cf. Art. 14. Segundo ponto de partida (3200 a.C.) arbitrado por nós, para a aplicação da teoria da genealogia de Adão na era pré-diluviana.
[6] . Cf. na página “6 de 6” deste artigo a relação de citações nº 89, 90 e 91 referentes aos respectivos índices apresentados nas tabelas do Art. 23 – LINHA DO TEMPO (Cap. IV)