Tempo de leitura: menos de 1 minuto
Livro: O DILÚVIO (Art. 15, Cap. III, 1.;2.;3.;4.;5.;6.;7., p. 53-64)
www.tribodossantos.com.br
É importante notar que o autor da teoria da genealogia de Adão trata, em número de dias (cf. Gn 7,11s; 8, 1-13), determinado período e respectivas datas [ano 600 da vida de Adão (= 1783 ou 1674) até ao ano 601 (1782 ou 1673)] da ordem cronológica. Este procedimento convém ser tratado à parte. Pois, ele consiste, parece-nos, num recurso metodológico (simbólico) empregado para codificar, hermeticamente, determinados períodos e respectivas “datas” (momentos) e a concernente realidade sócio-histórica. Períodos e datas essas que o autor quis, desse modo hermético, focalizar com destaque: o “dilúvio” entendido como fase de passagem ou transposição da era pré-diluviana (= Pré-II Período Intermediário) para a era pós-diluviana (= Pós-II Período Intermediário). Apresentaremos, à parte, na forma de linha do tempo, o trecho da genealogia de Adão, que emprega a noção de dia no lugar de ano, para codificar a mensagem. O período conturbado rotulado “dilúvio” na teoria da genealogia de Adão corresponde, entre os egiptólogos, ao II Período Intermediário do Antigo Egito.
Com o objetivo acima indicado, o autor emprega diversos recursos, por exemplo:
- a) Emprega a noção de “dia” no lugar de “ano” (cf. Gn 7, 11+; 8, 1+);
- b) Outro recurso consiste em empregar, em determinado caso (cf. Gn 8, 3: “décimo sétimo dia”), o numeral ordinal no lugar do número de determinada dinastia egípcia (Décima Sétima Dinastia (tebana): a última dinastia sob o domínio dos hicsos);
- c) Em alguns casos o autor emprega a noção de “número de mês” no lugar de “número de dinastias egípcias”;
- d) “Montanha” (cf. Gn 8, 4-b, 5-b) no lugar de formação social hierarquizada ou na forma piramidal;
- e) “Cume” (cf. Gn 8, 5-b) no lugar de dinastia ou “alto estrato social ou elite dominante”.
Os procedimentos acima apontados mostram que o autor continua focalizando a teoria da genealogia de Adão, tendo o contexto sócio-histórico do Antigo Egito, como referência e como exemplo (amostra) da ocorrência do fenômeno sócio-histórico que representou na noção de “dilúvio”.[1] O qual ocorrera por toda a rede global de mercados macro-regionais.[2] Assim, o dilúvio é mostrado tanto no sentido de fim da era pré-diluviana como a passagem ou transposição desta era para a era pós-diluviana. Desse modo, na sequência dessa passagem, o autor focalizará, também, o início do período pós-diluviano ou Pós-II Período Intermediário. O qual é marcado com o início da XVIII Dinastia, inaugurada por Amósis I, ou seja, o início do Novo Império Egípcio, que corresponde ao Set (primeira escala imperial pós-diluviana ou Pós-II Período Intermediário) da segunda sequência da teoria da genealogia dos sucessores de Adão.[3]
- O ordinal “17º” representando e marcando o contexto da XVII Dinastia: início do fim do processo diluviano. O autor empregou (cf. Gn 8, 4) o numeral ordinal “17º” (referente ao dia do sétimo mês), como o último “dia” (= ano) dos 150 “dias” (= anos) (do dia 17 do segundo mês ao dia 17 do sétimo mês), que as “águas cobriram a terra pelo espaço de cento e cinquenta dias” (cf. Gn 7, 24). O “17º dia” foi, também, o último dia da fase mais intensa, e foi após este dia que “as águas foram se retirando progressivamente da terra; e começaram a baixar depois de (o grifo é nosso) cento e cinquenta dias” (cf. Gn 8, 3). O “17º dia” foi, ainda, quando “a arca parou sobre a montanha do Ararat” (cf. Gn 8, 4).
O 150º “dia” (ano) corresponde, portanto, ao 17º dia do sétimo mês, e representa a XVII Dinastia. Esta dinastia foi à última, por um aspecto, ainda sob o domínio dos hicsos, e por outro, a primeira sob o comando dos nobres tebanos que iniciaram a revolta contra os hicsos, a partir do Vale ou Alto Egito.
- O ordinal “17º” indicando o ano – 600 da vida de Noé = 1783 ou 1674 – que o autor passou a representar em dias. Na nossa tentativa de aplicar a teoria da genealogia de Adão à realidade sócio-histórica respectiva, arbitramos dois pontos de partida. Em primeiro lugar, propomos o ano 1788 (digitado em negrito: data da morte de Lamec, isto é, o fim do grande mercado global pré-diluviano). Em segundo lugar, propomos o ano 3200 (digitado em itálico: data do nascimento de Set, ou seja, o início da primeira escala imperial de expansão do grande mercado). Neste contexto, O autor marcou o início do dilúvio, no ano 600 da vida de Noé, que corresponde ao ano 1783 ou 1674. O referido autor marcou, especificamente, o início do dilúvio, no 17º dia (ano) do 2º “mês” do “ano” 600 da vida de Noé. Ou seja, o dilúvio teve início no 47º dia (ano) do ano 600. Ora, se for correta a hipótese de que o autor aplica dia no lugar de ano, então, o ano 600 – isto é 1783 ou 1674 – deve ser concebido como ponto de partida para a aplicação dessa hipótese. Assim, devemos conceber em anos, todo o período que se inicia no 1º dia do 1º mês do ano 1783 ou 1674. Período esse que passa pelo 17º dia do segundo mês do ano 600 (Gn 7, 11-12: “No ano seiscentos da vida de Noé, no segundo mês, no décimo sétimo dia do mês, romperam-se naquele dia todas as fontes do grande abismo, e abriram-se as barreiras dos céus. A chuva caiu sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites”). Período esse que se estende até o 27º dia do segundo mês do ano 601 (Gn 8, 13-14: “No ano seiscentos e um, no primeiro dia do mês, as águas tinham secado … No segundo mês, no vigésimo sétimo dia do mês, a terra estava seca”).
O ano 601 da vida de Adão deve ser concebido, apenas, como marco simbólico. Marco que enfoca momentos e períodos referentes aos fins dos últimos e fracos resquícios deixados pelo “dilúvio” (grave e prolongada crise econômica e cultural e respectiva convulsão social que havia se alastrado por todos os mercados macro-regionais que integraram o já extinto Grande Mercado Global). O ano 601 (Gn 8, 13-a) não corresponde, por conseguinte, ao ano imediatamente subsequente ao ano 600 da vida de Noé.
- Distinção marcando 40 dias (caos interno) e 110 (Egito ocupado pelos hicsos) dos 150 de dilúvio grave. O espaço de 150 “dias” (anos) nos quais “as águas cobriram a terra” (Gn 7, 24), compreende 40 “dias” (anos) de caos total, iniciado no 17º dia do 2º mês, do ano 600 da vida de Noé. Ou seja, iniciado no 47º “dia” (ano) do “ano 600” (1736 ou 1627), e tendo perdurado 40 “dias” (anos), isto é, tendo iniciado no 47º “dia” (ano) e se estendido até ao 87º “dia” (ano) do “ano 600”. Esse 87º “dia” (ano) corresponde ao ano 1696 ou 1587. O espaço de 150 “dias” (anos) do dilúvio compreende, ainda, o período de 110 “dias” (anos) restantes. Período este cujo 150º “dia” (ano) corresponde ao 17º “dia do 7º mês”, isto é, corresponde ao ano 1586 ou 1477. Compreende, enfim, os 110 “dias” (anos) do domínio absoluto exercido pelos invasores hicsos, iniciado em 1696 e estendido até 1586 ou iniciado em 1587 e estendido até 1477. O numeral ordinal 17º (dia do sétimo mês) indicado como o último dos 150 dias de dilúvio, simboliza, ainda, como vimos, por um aspecto, a última dinastia sob o domínio dos hicsos, e por outro, àquela que sinaliza o início da revolta liderada por nomarcas tebanos, do Vale, contra os hicsos.
- O “número de meses” [150 “dias” (anos) = 5 meses] representando o número de dinastias sob o domínio dos hicsos: XIII; XIV; XV; XVI; XVII. O simbolismo do dia no lugar do ano serviu, também, para representar, em número de meses – 150 dias equivalem a 5 meses de 30 dias cada – , o número de dinastias egípcias que existiram durante o período total (150 “dias” (anos) do dilúvio. O período total de 150 “dias” (anos) do dilúvio corresponde, conforme vimos, aos 40 anos de caos interno total mais 110 anos sob o domínio dos hicsos. O 150º “dia” (ano) é, também, o “dia” (ano) que representa a XVII e última dinastia sob o domínio dos hicsos. É, também, o “dia’ (ano) do início do sucesso da revolta empreendida por nomarcas do Alto Egito contra o domínio dos hicsos.[4]
Os 150 “dias” (anos) ou o seu equivalente em 5 meses (de 30 dias cada) correspondem às cinco dinastias que existiram sob o domínio dos hicsos. Cinco dinastias estas que podem ser contadas, retrospectivamente, a partir da XVIII (Amósis I e a inauguração do Novo Império) e primeira dinastia sem o domínio estrangeiro: XVII; XVI; XV; XIV; e XIII Dinastias. A XII Dinastia se encontrava, ainda, sob o controle dos egípcios, mas o caos total do dilúvio a arrasou. Neste sentido, Burns esclarece:[5]
“Com o fim da XII Dinastia o Egito entrou em outra era de caos interno e de invasões estrangeiras, que durou mais de dois séculos – de 1788 a 1580 a.C. Os documentos do tempo são escassos, mas parecem indicar que a desordem interna (o grifo é nosso) resultou de uma contra-revolução dos nobres. Os faraós foram novamente reduzidos à impotência e grande parte do progresso social da época precedente ruiu por terra. Aproximadamente em 1750, o país sofreu uma invasão dos hicsos ou Reis Pastores, um povo de língua semita, da Ásia Ocidental. Estenderam um governo nominal a todo o reino, embora sua soberania real se limitasse, provavelmente, ao Delta”.
É notável a coincidente proximidade entre, de um lado, o período de 38 anos (1788-1750) de “desordem interna” apontado por Burns, e do outro lado, os 40 “dias” (anos) de “dilúvio” (caos total) indicados na teoria da genealogia de Adão (cf. Gn 7, 12, 17)
O período mais grave do dilúvio abarcou, portanto, segundo a teoria da genealogia de Adão, o período de 40 anos de convulsão social total, iniciada com o fim da XII Dinastia, e mais o subsequente período de 110 anos de submissão aos hicsos, que se iniciou com a XIII e se estendeu até à XVII Dinastia.
A revolta liderada por governantes do Alto Egito, contra os hicsos, teve início nos fins do século XVII, segundo Burns. Ela é apresentada, na cronologia pertinente à teoria da genealogia de Adão, como tendo iniciado em fins dos 150 anos do dilúvio. Antes dos nomarcas (antigos e/ou novos) do Alto Egito empreenderem a expulsão dos hicsos, eles precisaram tomar, primeiramente, diversas providências: reorganizarem-se como grupos de elites dominantes e restabelecerem o modelo piramidal de formação social. Para isto, eles precisaram submeter, controlar, mobilizar e explorar as massas populares. Estas providências e o início da revolta contra os hicsos foram representados no “vento” (forte), que “Deus fez soprar sobre a terra” (cf. Gn 8,1). Desse modo, os nomarcas do Vale impuseram ordem nas “águas revoltas” (massas populares em grave e prolongada convulsão social), ou seja, fizeram com que elas “baixassem”, isto é, fossem dominadas, controladas, para serem mobilizadas e exploradas. Eles impuseram ordem e reorganizaram, também, de modo “fechado” (estanque e hierarquizado), às “fontes do abismo” (relações sociais de produção). Cuja produção é distribuída de modo discriminado, ou seja, privilegiando os estratos superiores, enfim, àqueles seguimentos sociais que exercem trabalhos intelectuais. Conclusão: novos e/ou velhos nomarcas do Alto Egito restauraram o poder do “Estado” (estratos sociais dominantes) e o respectivo modelo piramidal de formação social, empregando o “vento” (forte): coercitivos meios físicos e ideológicos de controle social.
- As “montanhas do Ararat” simbolizando as “nomarquias do Alto Egito”. O modelo hierarquizado de formação social e respectivos estratos sociais dominantes foram restaurados no Alto Egito. Eles foram representados, simbolicamente, na teoria da genealogia de Adão, nas “montanhas do Ararat” (cf. Gn 8, 4).[6] Onde aportara a arca, transportando Noé e seus filhos, e respectivas mulheres, mais os “animais” (instituições coletivas tanto as “domesticáveis” como as “indomesticaveis”).
- Os “cumes” representando as elites da XVIII Dinastia, e as “montanhas” a formação social piramidal egípcia. As elites dominantes que seguiram a liderança de Amósis e obtiveram a subsequente vitória final contra os hicsos, foram representadas nos “cumes” (das montanhas). E, o respectivo modelo piramidal de formação social instalado em cada nomo, e no Egito como um todo, fora representado nas “montanhas” (cf. Gn 8, 5-b). Enfim, a XVIII Dinastia fundada por Amósis e a respectiva subsequente fase egípcia chamada de Novo Império, podem ser concebidas como representadas nos “cumes das Montanhas”. A realidade sócio-histórica assim representada foi descrita por Burns:[7]
“Próximo ao fim do século XVII os governantes do Alto Egito promoveram uma revolta contra os hicsos, movimento que acabou tendo a colaboração dos nativos do vale. Cerca de 1580 a.C., todos os conquistadores que não tinham sido mortos ou escravizados foram expulsos da região. O herói dessa vitória foi Amósis I, fundador da XVIII Dinastia, tornou-se déspota do Egito. O regime que estabeleceu era mais fortemente consolidado do que qualquer outro até então (…). O período que se segue à ascensão de Amósis tem o nome de Novo Império, ou império propriamente dito. Estendeu-se de 1580 a 1090 a.C., sendo a região governada, nessa época, por três sucessivas dinastias faraônicas: a XVIII, a XIX, e a XX”.
- O significado do “rompimento das fontes do abismo”. Vale esclarecer os sentidos de algumas noções que aparecem representadas, simbolicamente, no trecho (Gn 7, 11-12-a): “Rompera-se naquele dia todas as fontes do grande abismo, e abriram-se as barreiras dos céus. A chuva caiu …” Os esclarecimentos aludidos se aplicam, também, no esclarecimento dos sentidos inversos das noções em questão. Sentidos inversos esses apresentados no trecho (Gn 8, 1-2): “Ora, Deus (…) fez soprar um vento sobre a terra, e as águas baixaram. As fontes do abismo fecharam-se assim como as barreiras dos céus e foram retidas as chuvas. As águas foram-se retirando progressivamente …”
Em 1736 ou 1627 (17º dia do 2º mês do ano 600 de Noé), a crise econômica e respectivas convulsões sociais se agravaram por dois motivos. Em primeiro lugar, porque “romperam-se naquele dia todas as fontes do abismo”. O signo “abismo” representa as “relações sociais de produção”, isto é, a base real da sócio-história. O signo “fontes” (do abismo) representa tanto as atividades produtivas e respectivos produtos (mercadorias) voltados para o mercado global como a diferenciação social, para a qual as mercadorias são destinadas. As relações sociais diferenciam-se horizontal e verticalmente. No modo vertical ocorre que, de um lado, uma ínfima minoria acumula e concentra grande parcela dos bens materiais e culturais gerados pelo conjunto da coletividade, e do outro lado, a grande massa social carece, quantitativa e qualitativamente, desses bens. Essas contradições sociais geram tensões e eventuais conflitos localizados. O rompimento ou mesmo a redução drástica das “fontes” consiste no rompimento das atividades produtivas, e obviamente dos produtos (mercadorias), da sua distribuição (circulação comercial, abastecimento), da circulação monetária. Tudo isso provoca fome, desemprego em massa, e mesmo dificuldades para a manutenção de escravos, servos, jornaleiros, etc. Consiste, ainda, no rompimento do quadro estanque e hierarquizado, no qual estava ordenada a tensa diferenciação social. Pois, o rompimento das atividades produtivas, etc. implicam em tornarem frágeis os meios de controle social, os quais mantêm a diferenciação social estanque e hierarquizada, isto é, ordenada em termos de domínio e exploração.
O quadro social acima indicado mostra que o “dilúvio” consistiu, simultaneamente, em diversos fatores: fome generalizada; conflitos sociais ocorridos no interior de cada macro-região integrante da grande rede global de mercado; em guerras entre reinos que se desmoronavam; e em invasões feitas por tribos nômades, sobre as cidades situadas nas configurações espaciais desses mercados macro-regionais; etc. Os contemporâneos do dilúvio ficaram, certamente, impressionados com as intensas e abruptas “chuvas” e “torrentes” desordenadas de “águas” (massas humanas), as quais “inundavam” e arrasavam tudo em todo o mundo civilizado. Por um lado, o Grande Mercado Global havia propiciado grandes aglomerados populacionais no interior e nos arredores das grandes cidades. Com o dilúvio, este quadro se inverteu: migrações sociais intensas, desordenadas e repentinas de turbas famintas, sem destino certo. Por outro lado, diversas tribos nômades e bárbaras migravam de suas regiões de origem, cujas características ecológicas também já não propiciavam suficientes meios de subsistência, nem mais comportavam suas superpopulações. Elas se aproveitavam da desorganização e do caos que imperava nas regiões civilizadas, e passaram a invadi-las. Os do “dilúvio” (inundação universal) empregaram, portanto, a metáfora apropriada.
Bibliografia
BURNS, Edward Mcnall. História da Civilização Ocidental – Do homem das cavernas até a bomba atômica – O drama da raça humana. Volume I, 4ª Edição, Editora Globo, Porto Alegre, 1975.
MACHADO, Francisco Alves. Teoria da História – Do grande mercado global pré-diluviano ao grande mercado global contemporâneo – Explicações acerca do texto para teatro Tribo dos Santos. 1ª Edição, Edição do Autor, Rio de Janeiro, 2010.
MACHADO, Francisco Alves. O DILÚVIO – Na cronologia da realidade sócio-histórica pré e pós-diluviana interpretada pela cronologia da genealogia de Adão. Edição do autor, 1ª edição, Rio de Janeiro, 2010.
[1] Cf. ART. 3: HISTÓRIA EM TEMPO MUITO LONGO e a “Tribo dos Santos – O nascimento de Noé e a parousia na genealogia de Adão” (Art. 3, Intr., p. 18-22):
http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/01/historia-em-tempo-muito-longo-e-tribo.html
[2]Cf. ART. 9: INÍCIO E TÉRMINO DA QUEDA DO MERCADO GLOBAL PRÉ-DILUVIANO: no Egito, na mesopotâmia e na civilização egéia (Art. 9, 1.2;1.2.1;1.2.2;1.2;3. P. 62-66):
http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/02/inicio-e-termino-da-queda-do-mercado.html
Cf. ART. 10: Peregrinação de Abraão pela Crescente Fértil no meio do dilúvio que abateu o mercado global pré-diluviano (Art. 10, 1.2.4;1.2.5;1.2.6;1.2.7. p.66-75):
http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/02/peregrinacao-de-abraao-pela-crescente.html
[3] O signo “Set” representa a primeira escala imperial tanto na era pré como na pós-diluviana, cf. ART. 5: Resumo do cap. III do livro Teoria da História: teoria da genealogia de Adão (Art. 5, Intr., p. 31-38):
http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/02/resumo-do-cap-iii-do-livro-teoria-da.html
[4] Burns, E. M. História da Civilização Ocidental, p. 48-49.
[5] Idem, p. 48.
[6] Cf. Machado, F. A. Os dois períodos intermediários do Antigo Egito no contexto da expansão do Grande Mercado, p. 31-40. Cf. Art. Montanhas do Ararat: alegoria que representa o Alto Egito: http://tribodossantos.blogspot.com.br/2012/09/montanhas-do-ararat-alegoria-que.html
[7] Burns, E. M. História da Civilização Ocidental, p. 48-49.