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Livro: O DILÚVIO – Na cronologia da realidade sócio-histórica pré e pós-diluviana interpretada pela cronologia da teoria da genealogia de Adão – LINHA DO TEMPO: (Art. 21, Cap. IV, p. 88-98) www.tribodossantos.com.br
No livro O DILÚVIO, apresentamos a teoria da genealogia de Adão aplicada em três distintos quadros, ambos na forma de LINHA DO TEMPO.[1] Neste segundo quadro, apresentamos a exposição cronologia da teoria da genealogia de Adão aplicada na ordem cronológica do processo do DILÚVIO (= II Período Intermediário). Processo est que os egiptólogos chamam de II Perído Intermediário, e que se insere na fase depressiva Noé do Grande Mercado Lamec da era pré-diluviana, Note que o autor da teoria da genealogia de Adão representou em dias os anos referentes ao período do processo diluviano. Desse modo, ele ressalvou esse período como passagem da era pré para a pós-diluviana.[2]
Interpretamos de dois modos a realidade sócio-histórica e geográfica pertinente a ordem cronológica da fase regressiva do Grande Mercado da era pré-diluviana. Em primeiro lugar, selecionamos a data histórica 1788 a.C. E, aplicamo-la como ponto de referência e de partida, para as operações matemáticas simples sugeridas, implicitamente, pelo próprio modelo teórico da genealogia de Adão. Operações estas que efetuamos e cujos resultados apresentamos na forma de linha do tempo, na presente exposição do curso sócio-histórico e geográfico em tela. Ao selecionarmos o ano 1788 a.C., levamos em consideração que essa data é bem mais recente que outra data, 3200 a.C.[3] Esta data (3200 a.C.) será, também, empregada, em segundo lugar, como referência e ponto de partida, conforme veremos mais adiante.[4] Pois, a data 1788 por ser mais recente que àquela, estaria, possivelmente, mais próxima da realidade histórica pertinente.
Art. 21, TABELA 1: Dias no lugar de anos – Início do dilúvio (II Período Intermediário) na fase Noé de regressão da escala global do Grande Mercado Lamec
| REGRESSÃO DO GRANDE MERCADO PRÉ-DILUVIANO | ||
| Datas e per. | Data: 1783 (=2383-600); 1674 (=2274-600) | “1” ano: (1783 a 1782); (1674 a 1673) |
| Fil. de Adão: sucessivas etapas de expansão do grande mercado | Início do DILÚVIO: a mais grave, generalizada e longa convulsão social ocorrida, no auge do processo depressivo Noé, em toda a configuração espacial da grande rede de mercados macro-regionais (grande mercado global Lamec). Convulsão acompanhada de catástrofes ecológicas, decorrentes do modo perverso de “exploração” dos recursos naturais
O mercado global e os modos de produção voltados para ele propiciaram grande aumento populacional, dentro e nas imediações das cidades. Em contrapartida, a vertiginosa queda da produção e da circulação provocou fome e êxodos abruptos e desordenados dessas populações, que guerreavam entre si e devoravam o que achavam no campo. No sentido inverso, tribos nômades invadiam e ocupavam cidades |
DILÚVIO: período inicial de 40 “dias” (o autor simboliza os anos em dias): rompimento das “fontes do abismo”, isto é, da produção e respectivas relações sociais, e do comércio; “abertura das barreiras dos céus” (dos meios ideológicos de moldagem de conduta e controle social)
Mais 110 “dias” de convulsões sociais acompanhadas de invasões de povos nômades (hicsos no Egito), completando, assim, 150 anos de “dilúvio” A partir do 150º “dia”: os nomarcas do Alto Egito (Tebas) iniciam revolta contra os hicsos; Amósis I assume o comando, expulsa os hicsos, inaugura a XVIII Dinastia (Novo Império) A regressão Noé e o dilúvio esmoreceram, gradativamente, enquanto o grande mercado se restabelecia |
Art. 21, TABELA 2: Dias no lugar de anos. Início do dilúvio (II Período Intermediário) na fase Noé de regressão da escala global do Grande Mercado Lamec (continuação)
| REGRESSÃO DO GRANDE MERCADO PRÉ-DILUVIANO | ||
| Datas e per. | Data: 1783 (=2383-600); 1674 (=2274-600) | “1” ano: (1783 a 1782);
(1674 a 1673) |
| Fil. de Adão: sucessivas etapas de expansão | Início do DILÚVIO (CONTINUAÇÃO) | DILÚVIO: período inicial de 40 “dias”, Mais 110 “dias” de convulsões sociais acompanhadas de invasões de povos nômades (hicsos no Egito), completando, assim, 150 anos de “dilúvio”… |
| Cont. hist. | O êxodo mesopotâmico de tribos famintas lideradas por Abraão, vagando pela Crescente Fértil é indício de que já vinha de longo tempo a crise do mercado global pré-diluviano. A qual se mostrou no caos interno e na queda do Médio Império | Cerca de 1750: bárbaros Cassitas destroçam o império babilônico, e ocupam o mercado Mesopotâmico; hicsos ocupam o mercado egípcio; cidades do mercado egeu são destruídas (27)[5]; destruição de Mohenjo-daro e Harapa, mercado da bacia do Indo, e extermínio e/ou população levada cativa pelos árias (28); após 1700, Jacó (Israel) no Baixo Egito para escapar da fome (29) |
| Escrito sobre a época | Gn 7, 11: “No ano 600 da vida de Noé, no 2º mês, no 17º dia do mês, romperam-se todas as fontes do grande abismo, e abriram-se as barreiras dos céus. A chuva caiu sobre a terra durante 40 dias e 40 noites” | Gn 7: (v. 17-a) “O dilúvio caiu sobre a terra durante 40 dias”; (v. 24) “As águas cobriram a terra pelo espaço de 150 dias”; Gn 8, 3: “As águas foram-se retirando da terra; e começaram a baixar depois do 150º dia” |
Art. 21, TABELA 3. Dias simbolizando anos – “Término” do dilúvio – Ponto de partida para a aplicação da hipótese de
| REGRESSÃO DO MERCADO MOSTRADO EM DIAS NO LUGAR DE ANOS | ||
| Datas e per. | Data: 1782 (=2383-601); 1673 (=2274-601) | Data: 1783 (=2383-600); 1674 (=2274-600)
1783 ou 1674 = ano 600 da vida de Noé |
| Fil. de Adão: sucessivas etapas de expansão do grande mercado | DILÚVIO: Término (Gn 8, 13-14): “No ano 601 (da vida de Noé), no 1º mês, no 1º dia do mês, as águas tinham secado sobre a terra. Noé descobriu o teto da arca, olhou e viu que a superfície do solo estava seca. No 2º mês, no 27º mês, a terra estava seca”
O autor esclarece que após o início do dilúvio (ocorrido em 1783 ou 1674), Noé viveu mais 350 anos (cf. Gn 9, 28). Assim, ele indica que o 1 ano de duração seguido do esmorecimento do dilúvio simboliza esses 350 anos |
Ponto de partida para a aplicação da hipótese de dias simbolizando anos
O ano 1783 ou 1674 corresponde ao 600º ano de vida de Noé, a partir do qual o autor da teoria passou a representar dias no lugar de anos. Pois, Noé nascera em 2383 ou 2274, e o 600º ano de sua vida datava 1783 ou 1674 |
| Cont. hist. | Fim da XII Dinastia ocorrido cerca de 1788, e subseqüente caos social seguido de invasões estrangeiras e dominação exercida pelos hicsos: início do “2º Período Intermediário” | |
| Escrito sobre a época | Cf. Gn 8, 13-14 | Gn 7, 6: “Noé tinha 600 anos quando veio o dilúvio sobre a terra” |
Art. 21, TABELA 4 – Dias representando anos. Interstício (agravamento da crise) no Médio Império e demais mercados macro-regionais integrantes do Grande Mercado global Lamec em fase Noé de regressão
| REGRESSÃO DO MERCADO MOSTRADO EM DIAS NO LUGAR DE ANOS | ||
| Datas e per. | 47 “dias” (= anos): (1783-1736); (1674-1627) | Data: 1736 (=1783-47); 1627 (=1674-47) |
| Fil. de Adão: sucessivas etapas de expansão do grande mercado | Interstício entre o zero dia do 1º mês de 1783 ou 1674 até ao 17º “dia” (ano) do 2º “mês”, quando teve início o dilúvio no Egito
Durante esse período (interstício) ocorrera, certamente, agravamento da crise econômica tanto no interior de cada mercado regional como no global. O dilúvio já teria se iniciado em algumas regiões fora do Egito |
DILÚVIO: início no 17º “dia” (ano) do 2º “mês” (ano 1736 ou 1627). Rompimento vertiginoso da produção, da circulação, e dos meios físicos e ideológicos de controle social. Resultado: convulsão social grave e longa no Egito, e generalizada em cada membro da rede global de mercados macro-regionais |
| Cont. hist. | Caos social no Egito e demais macro-regiões que integravam a grande rede global de mercados | Caos social na grande rede global de mercados macro-regionais |
| Escrito sobre a época | Cf. Gn 7, 11: O autor informa que o dilúvio não iniciou no 1º dia do 1º mês do ano 600 da vida de Noé, e sim no 17º dia do 2º mês | Gn 7, 11s: “Romperam-se todas as fontes do grande abismo, e abriram-se as barreiras dos céus. A chuva caiu sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites. Naquele mesmo dia entrou Noé na arca…” |
Art. 21, TABELA 5 – Dias simbolizando anos. Quarenta dias (anos) do auge do início do dilúvio (II Período Intermediário)
| REGRESSÃO DO MERCADO MOSTRADO EM DIAS NO LUGAR DE ANOS | ||
| Datas e per. | 40 “dias” (anos): (1736-1696); (1627-1587) | Data: 1696 (=1736-40); 1587 (=1627-40) |
| Fil. de Adão: sucessivas etapas de expansão do grande mercado | DILÚVIO (AUGE: 40 ANOS): O mercado global forjara período de contínuo grande crescimento populacional, no interior e nas imediações das cidades. Crescimento este em contradição diametral com o rompimento abrupto e vertiginoso da produção, da circulação e dos meios de controle social. Resultado: migrações bruscas e contínuas de turbas famintas, sem destino certo, assolam os campos. No sentido inverso, povos nômades invadem, saqueiam e ocupam cidades e reinos inteiros
Período de 40 “dias” (anos) iniciado no 17º ‘dia’ do 2º “mês” (ano 1736 ou 1627), e concluído no 27º dia do 3º mês (ano 1696 ou 1587) |
DILÚVIO: fim do auge do caos social interno no Egito, porém o início do agravamento do dilúvio em razão da invasão e ocupação do território pelos hicsos
1696 ou 1587 corresponde ao 87º “dia” (ano) a partir do “ano 600 da vida de Noé”, ou seja, a partir do ano 1783 ou 1674 |
| Cont. hist. | Fim da XII Dinastia e inicio da 1ª fase (caos interno) do II Período Intermediário (30) | Por volta de 1750, o Egito foi invadido e ocupado pelos hicsos. Assim teve início a 2ª fase do II Período Intermediário. (31) |
| Escrito sobre época | Gn 7, 11: Período de 40 “dias” (anos) de chuva dia e noite iniciado no 17º dia (ano) do segundo “mês”. | |
Art. 21, TABELA 6 – Dias no lugar de anos. “Dilúvio” (II Período Intermediário): período de 40 “dias” (anos) de caos interno; mais 110 “dias” (anos) de ocupação do Egito pelos hicsos; período total: 150 “dias” (anos)
| REGRESSÃO DO MERCADO MOSTRADO EM DIAS NO LUGAR DE ANOS | ||
| Datas e per. | 110 “dias” (anos):
(1696-1586) (1587-1477) |
150 “dias” (anos):
(1736- 1586) (1627-1477) |
| Fil. de Adão: sucessivas etapas de expansão do grande mercado | DILÚVIO: Período que compreende a invasão e início da ocupação do território pelos hicsos, e se encerra com a expulsão dos invasores
Período de 110 “dias” (anos): inicio no 27º “dia” (ano) do 3º “mês” (ano 1696 ou 1587); término no 17º “dia” (ano) do 7º “mês” (1586 ou 1477) |
DILÚVIO (PERÍODO TOTAL: 150 ANOS): 40 anos de caos interno mais 110 anos de ocupação do Egito pelos hicsos
Período de 150 anos: início no 17º “dia” (ano) do 2º “mês” (ano 1736 ou 1627); término no 17º “dia” (ano) do 7º “mês” (ano 1586 ou 1477) Em fins dos 40 anos de rebeliões desencadeadas pelo Escolhido e outros revoltosos, tomou força a contra-revolução feita por novas e/ou velhas linhagens de nomarcas aliados aos sacerdotes, a partir do Vale. Estes e as elites dos hicsos restabeleceram, nos seus domínios, precariamente, a produção, a distribuição injusta dos produtos, e o controle físico e ideológico sobre as “águas” (massas trabalhadoras). Em fins dos 110 anos do domínio hicso, os nomarcas do Vale se rebelaram e iniciaram a expulsão |
| Cont. hist. | Cerca de 1750, os hicsos invadiram o Egito; próximo ao fim do século XVII, esses invasores começaram a ser expulsos (32) | No fim da XII Dinastia, o Egito entrou em outra era de caos interno e de invasões estrangeiras, por cerca de dois séculos (1788 a 1580). Aproximadamente em 1750 os hicsos ocuparam o Egito (33) |
| Escrito sobre a época | Gn 42, 1+: “Jacó, sabendo que havia trigo no Egito disse… Descei lá e comprai-o… podemos assim viver e escaparemos da morte… os filhos de Israel chegaram, no meio de uma multidão de outros para comprar víveres, porque a fome reinava na terra de Canaã”. Gn 43, 1: “A fome reinava sobre o país…”
Gn 8, 1-2: “Deus (…) fez soprar um vento sobre a terra, e as águas baixaram. As fontes do abismo fecharam-se assim como as barreiras dos céus, e foram retidas as chuvas” |
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Art. 21, TABELA 7 – Dias simbolizando anos – 150º “dia” ( ano) do “dilúvio” (II Período Intermediário): marco do início da reação tebana contra os hicsos; início do fim do dilúvio
| REGRESSÃO DO MERCADO MOSTRADO EM DIAS NO LUGAR DE ANOS | |
| Datas | Data: 1586 (=1736-150) 1477 (=1627-150) |
| Fil. de Adão: sucessivas etapas de expansão do grande mercado | DILÚVIO: o ano 1586 ou 1477 corresponde ao 17º “dia” (ano) do 7º “mês” ou ao 150º ano do dilúvio. Data concebida como marco que divide, de um lado, o último “dia” (ano) do período total do dilúvio, e do outro, o ano inicial que o dilúvio começa a perder intensidade. Tal perda foi causada por “vento forte” (repressão sanguinária e ideológica) exercido pelos nomarcas e sacerdotes do Vale, sobre as “águas revoltas” (massas pobres trabalhadoras rebeladas). Após o 150º ano, a XVII Dinastia tebana já rebelada incrementa a expulsão dos hicsos: “as águas foram-se retirando progressivamente do território e começaram a baixar depois de 150 dias” (Gn 8, 3).
Em 1586, a arca parou sobre as montanhas do Ararat” (Gn 8,4). A arca representa a persistência de determinadas estruturas eventuais (Noé e a divisão tripartite) e permanentes (forças de trabalho e instituições coletivas). As montanhas representam as nomarquias do Alto Egito estruturadas de modo rigidamente piramidal, mais especificamente a XVII Dinastia. Ararat representa o Alto Egito. Enfim, as elites decadentes do Alto Egito reagiram, para conter a convulsão social e reestruturar, hierarquicamente, as comunidades locais. Em seguida, rebelaram-se e iniciaram a expulsão dos hicsos. Esta tarefa foi, posteriormente, centralizada e concluída por Amósis I. O qual inaugurou a XVIII Dinastia e o Novo Império. |
| Cont. hist. | “1580: Amósis I, a XVIII Dinastia e o Novo Império Tebano (34) |
| Escrito sobre época | Cf. Gn 8, 3-4 |
Art. 21, TABELA 8 – Dias simbolizando anos. Gradual esmorecimento da depressão Noé do estágio global Lamec do Grande Mercado, e, do “dilúvio” (II Período Intermediário). Proporcional recrudescimento do Grande Mercado e respectivo início da era pós-diluviana
| REGRESSÃO DO MERCADO MOSTRADO EM DIAS NO LUGAR DE ANOS | |||
| Datas e per. | 74 “dias” (anos):(1586-1512)
(1477-1403) |
Data: 1512 (=1586-74)
1403 (=1477-74) |
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| Fil. de Adão: sucessivas etapas de expansão do grande mercado | Gradual esmorecimento da recessão Noé e do dilúvio, e proporcional reinício da expansão do grande mercado | ||
| DILÚVIO: período do auge da reação das elites tebanas contra a população trabalhadora, submetendo, disciplinando e mobilizando-a contra os hicsos
Período do 17º “dia” (ano) do 7º “mês” ou do 150º dia (1586 ou 1477) do dilúvio até ao 1º dia do 10º “mês” (1512 ou 1403). Essa reação (vento forte) fez “as águas baixarem, as fontes do abismo fecharam-se assim como as barreiras dos céus” (Gn 8,1-3) No 17º “dia” do 7º “mês” ainda sob a vigência da XVII Dinastia, “a arca parou sobre as montanhas do Ararat” (Gn 8, 4), ou seja, as estruturas sociais eventuais e as permanentes que se preservaram já se apresentavam desenvolvidas nos nomos do Alto Egito |
DILÚVIO. Aos fins dos 74 anos de revoltas contra os hicsos reapareceram (estabeleceram-se), no 1º “dia” (ano) do 10º “mês” (1512 ou 1403), os “cumes” (as altas elites dirigentes, isto é, o comando central e unificado, enfim, a XVIII Dinastia instaurada por Amósis I) das montanhas (os diversos nomos e respectiva formação social egípcia estruturada de modo piramidal: o Novo Império). Este é o sentido do trecho (Gn 8, 5-b): “… e no décimo mês, no primeiro dia do mês apareceram os cumes das montanhas” (35) | ||
| Cont. hist. | “Próximo ao fim do século XVII os governantes do Alto Egito promoveram uma revolta contra os hicsos, com apoio dos nativos do vale” (36) | “A partir de 1580: XVIII Dinastia (Amósis). Novo Império sob comando único” (37) | |
| Escrito sobre época | Cf. Gn 8, 4 | Cf. Gn 8, 5-b | |
Art. 21, TABELA 9 – Dias simbolizando anos. Gradual esmorecimento do “dilúvio” (II Período Intermediário); “aparecimento dos cumes das montanhas” (Gn 8, 5-b) (XVIII Dinastia) e recrudescimento do Grande Mercado
| REGRESSÃO DO MERCADO GLOBAL PRÉ-DILUVIANO | ||
| Datas e per. | 40 “dias” (anos)
(1512- 1472) (1403-1363) |
Data: 1472 (=1512-40) ou 1363 (=1403-40)
(10º “dia” (ano) do 11º “mês”) |
| Fel. de Adão: sucessivas etapas de expansão do grande mercado | Gradual esmorecimento da recessão Noé e do dilúvio, e proporcional reinício da expansão do grande mercado | |
| REGRESSÃO NOÉ E O DILÚVIO: ESMORECIMENTO. Curso de 40 “dias (anos) (Gn 8, 6-a): do 1º “dia” (ano) do 10º “mês” (ano 1512 ou 1403) ao 10º “dia” do 11º “mês” (1472 ou 1363) No curso desses 40 “dias” (anos) de vigência dos “cumes das montanhas” (XVIII Dinastia da formação social egípcia hierarquizada), “a regressão Noé do grande mercado global ainda se fazia presente, através de resquícios deixados pelo dilúvio” (Gn 8, 9) | REGRESSÃO NOÉ E O DILÚVIO: ESMORECIMENTO. Em fins dos primeiros 40 anos de vigência dos “cumes das montanhas” (XVIII Dinastia da formação social egípcia hierarquizada), isto é, em 1472 ou 1363 a regressão Noé do grande mercado “abriu a janela da arca” (Gn 8, 6-9): a regressão Noé ainda se fazia presente, através dos resquícios do dilúvio | |
| Cont. hist. | (38) Campanha dos faraós do Novo Império em Canaã (a partir de 1580) | Em torno de 1479 a.C., Tutmósis III assumiu o trono com um dos maiores exércitos dos tempos antigos, e dominou do Eufrates às cataratas do Nilo (39) |
| Escrito sobre a época | Gn 8, 6-9: “No fim de 40 dias, abriu Noé a janela (…) até que aparecesse terra seca (…) para ver se as águas já teriam diminuído na face da terra (…) porque havia ainda água na face da terra”. | Gn 8, 6-9 |
Art. 21, TABELA 10 – Dias simbolizando anos. “Terra quase seca” (Gn 8, 12): Período final do gradual esmorecimento dos resquícios deixados pelo “dilúvio” (II Período Intermediário); Recrudescimento do Grande Mercado, expansão do Novo Império (novo Set) sob o domínio da XVIII Dinastia
| REGRESSÃO DO GRANDE MERCADO PRÉ-DILUVIANO | |||
| Datas e per. | 7 “dias” (anos): (1472-7=1465); (1363-7=1356)
(1465 ou 1356 = 17º “dia” (ano) do 11º “mês”) |
7 “dias” (anos): (1465-7=1458); (1356- 7=1349)
(1458 ou 1349 = 24º “dia” (ano) do 11º “mês”) |
|
| Fil. de Adão: sucessivas etapas de expansão do grande mercado | Gradual esmorecimento da recessão Noé e do dilúvio, e proporcional início da expansão do grande mercado pós-diluviano | ||
| REGRESSÃO NOÉ E O DILÚVIO: ESMORECIMENTO. Em 1465 ou 1356, a regressão Noé do grande mercado avaliada através dos resquícios deixados pelo dilúvio, mostrava que o “grande abismo” (relações sociais de produção, notadamente agrícola) já estava suficientemente restabelecido, nos termos da injusta ordem social vigente, e que se encerrara a convulsão social caracterizada por intensas migrações de turbas famintas e sem rumo certo (Gn 8, 10-12) | REGRESSÃO NOÉ E O DILÚVIO: ESMORECIMENTO. Em 1458 ou 1349, a regressão Noé do grande mercado avaliada através dos resquícios deixados pelo dilúvio, mostrava que este e as “fontes do grande abismo” (relações sociais de produção) já estavam completamente restabelecidas, segundo a ordem social injusta vigente (Gn 8, 12) | ||
| Cont. hist. | “Reinado de Tutmés III, que estabelece dominação egípcia até o Eufrates (séc. XV – primeira metade do séc. XIV) (40) | “(séc. XV – primeira metade do séc. XIV: Influência dominante do Egito na Mesopotâmia” (41) | |
| Escrito sobre a época | (Gn 8, 9-b, 10-11): “Noé (…) esperou mais 7 dias, e soltou de novo a pomba fora da arca. Eis que pela tarde ela voltou trazendo no bico uma folha verde de oliveira. Assim Noé compreendeu que as águas tinham baixado sobre a terra” | (Gn 8, 11-b-12): “Assim Noé compreendeu que as águas tinham baixado sobre a terra. Esperou ainda 7 dias, e soltou a pomba que desta vez não mais voltou” | |
Art. 21, TABELA 11– Dias simbolizando anos. “Terra seca” (Gn 8, 13-14): fim do gradual esmorecimento do “Dilúvio” (II Período Intermediário); recrudescimento do Grande Mercado, e expansão do Novo Império (novo Set) sob o domínio da XVIII Dinastia
| REGRESSÃO DO GRANDE MERCADO PRÉ-DILUVIANO | ||
| Datas e per. | Data: 1416 (1458-42) ou 1307 (1349-42)
(1416 ou 1307 = 1º “dia” (ano) do 1º “mês” do ano 601 da vida de Noé) |
Data: 1359 (1416-57) ou 1250 (1307-57)
(1359 ou 1250 = 27º “dia” (ano) do 2º mês do ano 601 da vida de Noé) |
| Fil. de Adão: sucessivas etapas de expansão do grande mercado | Gradual esmorecimento da recessão Noé e do dilúvio, e proporcional início da expansão do grande mercado pós-diluviano | |
| No “1º dia do 1º mês da vida de Noé” (cf. Gn 8, 13), ou seja, em 1416 ou 1307, a regressão Noé avaliada através dos indícios de resquícios do dilúvio, mostrava a “terra seca”: não apresentava indícios de resquícios do dilúvio.
42 “dias” (anos): período compreendido do 24º “dia” (ano) do 11º “mês” do ano 600 da vida de Noé (ano 1458 ou 1349) até ao 1º “dia” do 1º “mês” do ano 601 da vida de Noé (ano 1416 ou 1307) |
No 27º “dia” (ano) do 2º “mês” da vida de Noé (cf. Gn 8, 14), isto é, em 1359 ou 1250, “aterra estava seca”. Ou seja, os indícios do dilúvio produzido pela regressão Noé do grande mercado, já não se apresentavam.
Então, as estruturas sociais tanto eventuais como permanentes, que “resistiram e foram preservadas” (na arca), ainda que precariamente, puderam se manifestar, propagar, expandir e se tornar mais complexas. Isto ocorreu em toda a configuração espacial, onde anteriormente se concretizara a grande rede global de mercado, a qual se apresentava, na derradeira fase Noé de regressão, fragmentada em três grandes configurações espaciais: “Sem, Cam e Jafet” |
|
| Escrito sobre a época | (Gn 8, 13): “No ano 601, no 1º mês, no 1º dia do mês, as águas se tinham secado sobre a terra. Noé descobriu o teto da arca, olhou e viu que a superfície do solo estava seca” | (Gn 8, 14): “No segundo mês, no 27º dia do mês, a terra estava seca” |
Citações referentes às tabelas do Art. 21 – LINHA DO TEMPO (Cap. IV)
- Burns, E. M. História da Civilização Ocidental, p. 77, 48, 135.
28.Aymard, A. e Auboyer, J. História Geral das Civilizações, Tomo I, 1º Volume, p. 226-227.
- Burns, E. M. História da Civilização Ocidental, p. 112.
- Idem, p. 48.
- Idem, p. 48; Aymard, A. e Auboyer, J. História Geral das Civilizações, Tomo I, 2º Volume, p. 372.
- Burns, E. M. História da Civilização Ocidental, p. 48.
- Idem, p. 48.
- Idem, p. 48-49; Aymard, A. e Auboyer, J. História Geral das Civilizações, Tomo I, 2º Volume, p. 372.
- A emergência da XVIII Dinastia inaugurada por Amósis I iniciou o período que se convencionou chamar de Novo Império egípcio. Essa emergência marca, por um aspecto, a aproximação do derradeiro período da era pré-diluviana (Noé e o “dilúvio”), e por outro lado, os começos da era pós-diluviana. Pois, o Novo Império ia se tornar a primeira escala imperial (Set) do novo processo de expansão do grande mercado pós-diluviano. Novo processo que chegou, nas décadas 70-80 do século passado, ao seu limite, e subseqüentemente adentrara no início da fase Noé de regressão.
- Burns, E. M. História da Civilização Ocidental, p. 48.
- Aymard, A. e Auboyer, J. História Geral das Civilizações, Tomo I, 2º Volume, p. 372.
- Idem, p. 373.
- Burns, E. M. História da Civilização Ocidental, p. 49.
- Aymard, A. e Auboyer, J. História Geral das Civilizações, Tomo I, 2º Volume, p. 372.
- Idem, p. 372.
[1] Cf. Art. 6. Genealogia como metáfora de sucessivas etapas de expansão e regressão do Grande Mercado pré-diluviano: chave da decifração do Livro da família de Adão – Dificuldades – 777, 666: http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/09/genealogia-como-metafora-de-sucessivas.html
[2] Cf. Art. 15. Dias representando anos no processo diluviano: passagem da era pré para a pós-diluviana: http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/10/dias-representando-anos-no-processo.html
[3] Cf. Art. 13. Dois pontos de partida arbitrados por nós, para a aplicação da teoria da genealogia de Adão na era pré-diluviana: Primeiro ponto: 1788 a.C.: http://tribodossantos.blogspot.com.br/2013/09/dois-pontos-de-partida-arbitrados-por.html
[4] Cf. Art. 14. Segundo ponto de partida (3200 a.C.) arbitrado por nós, para a aplicação da teoria da genealogia de Adão na era pré-diluviana (Art. 14, Cap. II, 2., p. 49-52)
[5] . Cf. na página “13 de 13” deste artigo a relação de citações nº 23 até 41 referentes aos respectivos índices apresentados nas tabelas do Art. 21 –