Com ou sem a corja do PT cooptada, a casta portuga-descendente e seus aliados eugenistas levarão a nação para o buraco da dívida, onde a Grécia já está

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Com ou sem a corja do PT cooptada, a casta portuga-descendente e seus aliados eugenistas levarão a nação para o buraco da dívida, onde a Grécia já está

Uma aliança maldita conduziria a nação, para o buraco negro da divida pública mais a externa, mesmo que não cooptassem a corja dos líderes esquerdistas, conforme deixa evidente o andar da carruagem histórica nacional. É oportuno lembrar, que se estabelecera uma aliança maldita entre a casta portuga-descendente e os eugenistas.[1] Eugenistas que essa casta cooptara entre a o grande número de europeus trazidos para cá, para os quais a referida casta dera terras no Brasil, desde o reinado de Pedro II, o rei-filósofo-racista, até ao início da república, como meio de “europeização” (roubo das terras dos índios) da nação brasileira. Cujo objetivo consistia em não deixar as terras dos índios, que a casta vinha exterminando, para negros, mestiços e outros segmentos de brancos pobres gerados durante o período da colônia.[2]

A aliança maldita conduziria a nação, para o buraco negro da divida, onde a Grécia já se encontra, cooptando ou não a corja dos líderes esquerdistas.[3] O andar da carruagem histórica nacional deixa isto evidente. Neste sentido, a maldita aliança vinha atuando, desde o período de centralização política, que se iniciara com o golpe de 64.

Logo de início, a aliança neutralizara a aparente autonomia política, não só da corja da esquerda, mas também da corja da direita. Até mesmo os líderes civis do golpe (Lacerda, Magalhães Pinto, etc.) se afastam logo de início, das lideranças do golpe militar. Em outubro de 65, foi publicado o AI-2, que dissolvia os partidos e criava o bipartidarismo: ARENA (a favor) e MDB (oposição), isto é, o partido do “sim” e o do “sim senhor”. Entre dezembro de 1968 e janeiro de 1969, a corja da direita fora neutralizada, através de cassações de mandatos e de suspensões de direitos políticos (Moreira Alves, Mário Covas, Hermano Alves, Edgar da Mata Machado; suspende os direitos políticos de Lacerda, Niomar Muniz Sodré, etc.). Os políticos civis que restaram eram do tipo Maluf, Sarney, Pedro Aleixo, Tancredo, etc.

A dívida externa aumentou durante o período de centralização política (face leonina), notadamente a partir da década de 70, e, sobretudo no período de “anestesia democrática” (abertura política: face raposina).[4] No período da referida “anestesia”, o incremento da dívida foi operado através da corja de direita, notadamente através do grupo formado em torno do FHC (Ministro da Fazenda, entre maio de 93 e março de 94; Presidente da República, entre 1995-2003.[5]

Sabemos que a casta e seus eugenistas continuaram dirigindo a condução da nação para o referido buraco negro, precisamente através da corja da esquerda petista e do acordo sujo firmado com esta corja. A qual simplesmente deu continuidade ao projeto neoliberal de incrementação da entrega e espólio da nação em favor dos banqueiros internacionais, que FHC havia feito. E não podia ser diferente, pois é a casta e seus eugenistas que determinam a condução da nação, e não a sua corja da direita. Isto ficou evidente, durante o governa do golpe de 64, quando a corja da direita mais atuante (Lacerda e a UDN, Magalhães Pinto, etc.) colaborara com o tal golpe, mas fora descartada, logo no início do golpe, senão para servi-lo sem discussão (ARENA-MDB).

Na verdade, a casta e seus aliados eugenistas são os que detêm o poder sobre a nação e o controle das Forças Armadas. O Exército submeteu, durante o período de vigência do golpe, ao seu total controle, todas as forças públicas dos Estados regionais, e as adaptou para servirem, assim, aos respectivos segmentos da própria casta portuga-descendente e seus aliados eugenistas, nos Estados regionais. Esta estratégia foi bem sucedida, conforme ficou demonstrado nas manifestações de 2013. Assim, a casta e seus eugenistas mantêm o seu poder e reservam as Forças Armada para emprego em último caso.

No contexto atual, em que a casta e os seus aliados eugenistas vêm aplicando o sprey de “pimenta” corja da direita versus corja da esquerda, é possível que a Dilma cumpra o seu mandato, desde que mantenha a espoliação do povo, para servir aos banqueiros internacionais e aos guardiões destes, no sentido do pagamento das dívidas. É possível mesmo que o Lula Marolinha se candidate, seja reeleito e dê continuidade a essa espoliação e servidão. Desse modo, a casta e seus eugenistas continuariam se dissimulando por detrás do sprey, enquanto a corja de esquerda iria se desgastando, mais e mais, diante da opinião pública. Porém, caso a corja de direita obtenha o “poder”, seja através de impeachment ou de eleição corruptocrata, o ritmo do andar da carruagem não deverá mudar.  A casta e seus aliados eugenistas só empregará as Forças Armadas, quando a crise nacional no interior da internacional se agravar, ao ponto de suscitar convulsões sociais internas, seja com o “governo” da corja da direita, seja com o da corja de esquerda. Pois, os banqueiros internacionais e seus guardiões são os que determinariam essa intervenção. Cujo objetivo consistiria em garantir o pagamento das dívidas.

[1] Cf. SOFONIAS no Brasil: Alternância leonina-raposina no poder; volúpia por impostos altos; políticos, juízes e poderosos corruptos: http://www.tribodossantos.blogspot.com.br/#!http://tribodossantos.blogspot.com/2013/06/alternancia-leonina-raposina-no-poder.html

[2] Cf. Alternância no poder entre as elites leonina e raposina: a “anestesia democrática”, a corruptocracia e os MPAVS: http://www.tribodossantos.blogspot.com.br/#!http://tribodossantos.blogspot.com/2013/08/alternancia-no-poder-entre-as-elites.html

[3] Cf. Maria Lúcia Fattorelli: O Brasil a caminho do buraco onde a Grécia já se encontra. A auditora da Receita Federal e coordenadora do movimento Auditoria Cidadã da Dívida acaba de retornar da primeira reunião em Atenas da Comissão Internacional de Especialistas, que irá fazer uma auditoria da dívida pública da Grécia: https://www.youtube.com/watch?v=JsWqKKUQHcU

[4] Cf. Está passando o efeito dos 28 anos de “anestesia democrática” operada pelas elites raposinas: é momento de cautela com a fratria leonina desse conjunto de elites perversas e insaciáveis: http://www.tribodossantos.blogspot.com.br/#!http://tribodossantos.blogspot.com/2013/06/esta-passando-o-efeito-dos-28-anos-de.html

[5] Cf. O que a grande mídia omite, Maria Lucia Fattorelli revela, e esclarece a abominável e desoladora crise na Grécia (em Entrevista para TV Brasil). O Brasil seria a “bola da vez”? O sistema monetário e financeiro autônomo e unificado globalmente (e seus agentes e guardiões) é o operador do “Sistema da Dívida Pública”. Ou seja, um grande e corrupto esquema, que gera uma abominável e desoladora tragédia para a população global, notadamente para os trabalhadores de países periféricos: fome; grande índice de desemprego, sobretudo entre os jovens; drástica redução de salários e pensões, etc.:

https://www.youtube.com/watch?v=YxR5qqzZS-g